Não só isso, olha o migué que deram sobre o 700Mhz
http://teletime.com.br/17/04/2018/apos-rj-oi-foca-na-cobertura-4g-com-refarming/
Também está nos planos o compartilhamento de rede. Segundo Bernardo Winik, a Oi "continua conversando com TIM e Vivo" para isso (a operadora já conta com RAN-sharing em 2,5 GHz). Para outras frequências também há a possibilidade. "Ainda não tem nada para adiantar, mas é uma possibilidade que estamos estudando", declara. Ele garante que a cobertura, mesmo sem a faixa de 700 MHz, tem potencial competitivo. "Temos menos número de cidades, mas quando olha a população coberta, temos 73%, o gap é bem menor quando se olha o número total", afirma.
Até por isso, a companhia prefere não contar com um eventual leilão de 700 MHz. "No momento em que acontecer o leilão, a gente vai olhar. Para a melhorar a cobertura, não precisamos. Claro que gostaríamos para cidades menores e cobertura em estrada, mas não sabemos das condições do leilão ainda", afirma Winik.
De acordo com o diretor de produtos de mobilidade e conteúdos, Roberto Guenzburger, nos grandes centros urbanos a faixa de 700 MHz "gera interferência e piora a experiência de uso, porque é uma frequência muito baixa que vai muito longe". Ele explica que o uso de 1,8 GHz é uma "vantagem competitiva" no Nordeste.