Vc achou o pote de ouro! As informações são muito boas
Esta imagem que mostra a evolução processo de compartilhamento na Banda 7 (2600Mhz) é a mais esclarecedora:
1- Estágio inicial de implementação em que ambas compartilham a mesma portadora de 10Mhz
2- Estágio atual em que cada uma tem a sua portadora de 10Mhz
3- Estágio futuro (já em implementação) em que só há uma portadora de 20Mhz compartilhada
Agora, sobre o compartilhamento da B3 faz sentido mesmo, pois bateria no spectrum cap de 25Mhz imposto pela Anatel na Banda 3 nos estados de ES, RJ e SP. Também, em muitos casos as faixas não são ajcacentes, o que não permite essa união.
E nessa a Oi se deu bem, pois basta a TIM reconfigurar a portadora do 4G da B3 para ocupar o "novo" espectro somado.
Mapinha mostrando a área em que cada uma é responsável (prestadora cedente):
Outro ponto importante no texto:
"
3.83.2. Segundo dados de março de 2018, contudo, os acessos totais com a tecnologia GSM representam aproximadamente 12% (doze por cento) do número de acessos da telefonia móvel em todo país, o que evidencia que esta tecnologia ainda se mostra relevante. Tal fato suscitou às áreas técnicas a preocupação pela manutenção de portadoras GSM nos sites compartilhados. Ressalta-se que, a manutenção de algumas portadoras GSM/GPRS minimiza os impactos em sistemas de comunicação máquina a máquina que porventura utilizam exclusivamente essa tecnologia, como máquinas de cartão de crédito. "
E o tal Triplo RAN Sharing TIM-Oi-Vivo:
"Processo nº 53500.017260/2015-34: anuência prévia concedida por meio do Acórdão nº 555/2015-CD, de 17/12/2015, para cessão de meios de rede na faixa de 2,5 GHz (RAN Sharing) entre Tim, Telefônica e Oi, por meio da solução técnica
MOCN - Multiple Operator Core Network, no qual se compartilha a infraestrutura ativa e o espectro"
http://www.anatel.gov.br/Portal/verificaDocumentos/documento.asp?numeroPublicacao=337904