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Mercado cinza aumenta e já representa 70% das vendas de PCs

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marceeloc

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Os dados do primeiro trimestre de 2002 no mercado de PCs no País, divulgados pela IDC Brasil, apontam a venda de 844 mil máquinas, com um crescimento de 5% em relação ao mesmo período no ano passado. A pesquisa, no entanto, possui dados que incomodam a indústria de informática.
Segundo os fabricantes, o índice de penetração do chamado mercado cinza/clone - computadores que não pagam nenhum tributo - aumentou, atingindo 70% do total de PCs comercializados no Brasil. Isso significa que, na conta dos fabricantes, somente 253,2 mil microcomputadores foram vendidos pelos fabricantes legalmente instalados no País. Oficialmente, a IDC Brasil não revela o índice do mercado cinza, mas assume que ele já responde por aproximadamente 60% do mercado nacional.

A nova HP - que agora reúne em seu portfólio o Presário, da Compaq, e o Pavillon, da própria empresa - está disposta a retomar a liderança porcentual do mercado, ocupada hoje pela Itautec, que anunciou a venda de 45 mil máquinas. Em segundo lugar ficou a Metron, que também anunciou a comercialização de 43 mil máquinas.

No total, incluindo PCs e notebooks, a nova HP detém 9,94% do mercado nacional e permanece na liderança, revela Rodolpho Cardenutto, diretor da unidade de PSG (Personal Systems Group) da empresa, mesmo que nos últimos seis meses tenha perdido o primeiro lugar na venda de PCs.

"O grande problema do mercado brasileiro é que não há um líder específico para PCs. Qualquer grande acordo fechado determina o primeiro lugar. A questão é: o mercado cinza está cada vez maior no Brasil. O índice é assustador se compararmos com países da própria América Latina, que somados, têm 22% de clones", observa o executivo. Ele lembra ainda que no México os clones respondem por 15% do mercado. Na Argentina, esse índice é de 20%. O Brasil tem um dos maiores índices do mundo de clones, sendo superado apenas por países como a China.

A desigualdade de competição com o mercado cinza, acrescenta Cardenutto, é um dos maiores entraves dos fabricantes legalmente instalados no País. Questionado sobre o porquê dos preços altos de um produto legal - em torno de R$ 2 mil - Cardenutto diz que, além da elevada carga tributária, há o custo da instalação de software legal.

"Os clones não vêm com softwares legalmente comprados. Ao contrário: utilizam cópias piratas. Então, eles atingem a indústria de hardware e de software", destaca.

Na Dell Computers, que é líder do mercado norte-americano de PCs com 29% do mercado, a presença do mercado cinza tão fortemente estabelecido a afasta da disputa desse segmento doméstico no País.

Segundo Fernando Loureiro, diretor de assuntos corporativos da Dell Brasil, a fabricante mantém esquema semelhante ao adotado nos EUA, mas não tem condições de brigar no mercado doméstico com os clones. "Eles não pagam impostos, que são absolutamente onerosos, não contratam, não têm preocupação em se estabelecer no País", determina.

Para recuperar a liderança do mercado de PCs, a nova HP planeja fazer campanhas populares, além de usar as vantagens financeiras das duas empresas - Compaq e HP - para facilitar a compra de microcomputadores pelas camadas mais pobres do País
:D
 

Solum

Solum, Filho do Papai.
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paciencia fiu... ja viu qnt custa um PC da Dell???? prefiro ficar com meus pcs montados mesmo.
 
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marceeloc

Guest
Sempre montei minhas máquinas, muito melhor escolher peça por peça com maior carinho e critério.
 

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