Tá cada vez mais difícil defender o grandioso trabalho da amada UbisoftSem sacanagem, olha essa tirolesa:
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E a corrida também tá simplesmente horrorosa. E a montaria? Não dá não.
Tá cada vez mais difícil defender o grandioso trabalho da amada UbisoftSem sacanagem, olha essa tirolesa:
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E a corrida também tá simplesmente horrorosa. E a montaria? Não dá não.
Boa sorte... (tem doido para tudo)Sim. Fiz isso com Cold War. Comprei a midia fisica por 350, zerei a campanha, coletei os troféus da campanha e passei por 400 reais. Vou tentar repetir rsrs.
O povo é louco por Call Of Duty.
--- Post duplo é unido automaticamente: ---
Ainda não. Vou pegar de importador.
Tudo indica que é o jogo de cozinheiro, Predador 2 e Hitman 2.Já saiu os jogos de Setembro da PSN?
Tá cada vez mais difícil defender o grandioso trabalho da amada Ubisoft
Eu assisti ao vídeo do Combo e esse:
A história parece ser legal e os personagens, até o momento, são de fato carismáticos. Os gráficos de algumas partes do mapa também são legais. Em contra partida, os das armas, dos personagens, do cavalo (ele todo, principalmente a crina nos momentos de montaria), dos cenários e dos objetos são horríveis. A movimentação é aquela de sempre em primeira pessoa, mas fica bizonho quando colocam a perspectiva de 3ª, que parece ser utilizada somente nos ambientes de acampamento.
Eu estava achando essa questão da movimentação péssima em Ghost of Tsushima, principalmente em combate, já que os inimigos parecem deslizar metros -- literalmente metros. Até o próprio Jin e o cavalo dão uma patinada e deslizam de uma maneira que me incomoda muito, então eu acabo não olhando muito para os membros inferiores para evitar perceber esse defeito, mas no caso de FC6 não dá para ignorar. Ridículo demais. E eu me pergunto: se os momentos em 3ª pessoa serão tão limitados assim, não dava pra dar uma caprichada e entregar algo descente? Meu Deus...
Um outro ponto positivo perdido nesse mar de crimes é a caracterização dos personagens. Ficou muito legal. Lembrei até um pouco de Breaking Bad pela fotografia e, principalmente, pela língua. Eu com certeza não vou jogar esse, mas assistirei às cutscenes no YouTube quando uparem. Como a modelagem e a caracterização ficaram muito boas, acho que vale a pena assistir como se fosse um filme ou algo assim.
A divulgação é só amanhãJá saiu os jogos de Setembro da PSN?
( no geral, até o torso do Jin quando ele gira é um movimento anti-natural)
ora no fantástico e ora no real.
Fiz uma pesquisa no fórum e vi você comentando sobre comprar o temtem p/ ps5. Chegou a realizar a compra? To vendo que poucas pessoas se aventuraram nesse jogo, nos consoles.
a ps5 cam só serve pra stream atualmente?
Sim...
Essa parte da movimentação nem me incomodou. A única coisa negativa que eu sentia era uma impressão que aqueles personagens, inclusive o Jin, o seu pai, Tio e os principais, pareciam uma caricatura do que estrangeiros entendiam sobre a personalidade de japoneses daquela época (e os atuais), e em alguns momentos passavam meio longe da realidade...Exatamente. Eu entendo o lance da rigidez, especialmente pela postura exageradamente ereta, como uma abordagem intencional do time da Sucker Punch. Parece ser uma representação da disciplina e dos valores intrínsecos do personagem através da linguagem corporal. Apesar disso, é nítido que faltou mais um cadinho de polimento para ficar mais próximo do real. No geral, contanto que você desligue essa chavinha no cérebro, dá pra passar batido.
Exatamente! Até tratei disso numa das impressões que eu postei sobre o game. Dois domingos atrás, se eu me lembro bem. Essa brincadeira entre o lírico e o real, na minha opinião, caiu bem demais. É uma das coisas que mais me chama atenção no jogo. Nas cutscenes, por exemplo, enquanto os personagens são extremamente reais e te passam com muita propriedade a dor e o pesar daquelas ocasiões, a direção artística vem e traz um ar "panfleto de testemunha de Jeová" com aquela iluminação gloriosa e cenários super contemplativos e introspectivos. Quando essas cutscenes começam eu fico que nem criança na frente da TV. kkkkkk A parada é tão linda que dá vontade de lamber a tela.
Inclusive essa declaração é do próprio Greenberg, só uma de muitas controversas. Esse cara eu já troquei ideia com @Guns algumas vezes de como ele ainda continua na frente do marketing da MS, trocam todo mundo e ele não sai. Esse lá em na época do 360 era nível Xbox Mil Grau no Twitter, uns negócios bizarros. Foi ele lá em 2013 que disse que o Xbox One rodaria 4K e por isso já com um cabo HMI de qualidade e etc. Mais recentemente ele mandou que o mínimo do X era 4K/60 e do S 1440p/60.
Resumindo não devemos cair no conto de nenhum desses executivos, do Greenberg então menos ainda.
Essa parte da movimentação nem me incomodou. A única coisa negativa que eu sentia era uma impressão que aqueles personagens, inclusive o Jin, o seu pai, Tio e os principais, pareciam uma caricatura do que estrangeiros entendiam sobre a personalidade de japoneses daquela época (e os atuais), e em alguns momentos passavam meio longe da realidade...
Algo como a visão que estrangeiros tem do brasileiro, que geralmente... quase sempre possui aspectos de "mulatas, samba, carnaval e futebol", ou seja, um estereotipo... pois eu mesmo não sou nada assim, e nem muitos de vocês. Por sinal, uma coisa curiosa, mas as poucas vezes que eu joguei online e gringos viram minhas fotos reais, achavam que eu era "grego", sei lá por qual caralho de motivo... e isso aconteceu mais de uma vez, pois a reação era sempre "nossa, você não tem cara de brasileiro" (como se brasileiro tivesse "cara", pois é um dos povos mais miscigenados do mundo).
Devem achar isso porque eu não tenho linhagem familiar tradicional brasileira. Meus avós, de ambas as partes, são descendentes de italianos e portugueses. E há umas 3 gerações, estavam lá na Europa, pobres na época pós-guerra. Então não tenho aquela clara mistura com índio e negro, como a maioria. Deve ser esse aspecto que os gringos estranham.
Como não sou japonês e nem pretendo ou queria ser, achei que fosse só impressão minha. Mas como eu já consumi um caminhão de produtos que eles fazem, percebi essa diferença do "nativo" para a versão da Sucker Punch.
Guardei essa opinião e não compartilhei. Contudo, resolvi assistir aquele documentário que deram junto com o pre-order, e um dos responsáveis pelo projeto fala exatamente isso. E ainda brinca, dizendo que a homenagem deles à cultura japonesa é uma abordagem similar ao estilo "spaghetti western", e ele inventou um nome lúdico de "Hamburger Samurai" (ou seja, outros povos homenageando aspectos culturais de outros países).
O cara também mencionou que, apesar de tudo ser revisado por historiadores e japoneses, algumas coisas passaram batidas, como o fato de um samurai sempre rir antes da morte. Isso prova que esse contato com o povo do Japão no desenvolvimento, apesar de existir, não era 100% do tempo, e imagino que daí que saiam esses deslizes.
A vantagem e a desvantagem de você estar inserido até o pescoço com esse tipo de produto é que acaba acoplando certos conhecimentos sem nem perceber. De toda forma, tudo isso é besteira e não afeta a qualidade, tanto que os japoneses adoraram este jogo e tudo o que trouxe de positivo até para localizações reais, fora as homenagens e tudo mais.
Sim. Um dos aspectos que eu adoro neste jogo é a direção artística, que supera os gráficos brutos. Analisando eles tecnicamente, no PS4 principalmente, o game possuía texturas tenebrosas em alguns aspectos, e os assets de grama e alguns outros objetos eram bem limitados.Concordo, apesar de não ser um conhecedor da cultura japonesa. Aliás, eu disse algo que vai nessa linha lá nas minhas impressões de dias atrás. Disse que parecia uma história retratada em papiros, aos moldes daquilo que ouviriamos dos grandes feitos de heróis do passado justamente pela forma fantasiosa na hora de representar as diversas frentes da obra. O que há de real, aparentemente, são as caracterizações, modelagem, expressões faciais e o aspecto foto realista dos personagens principais. O restante parece um conto de fadas de samurai feito pela Disney, no melhor sentido da acepção.
Mano, no super difícil (acho que eh esse o nome da dificuldade que vem dps do Dificil) eu me irritei um monte e cansei de morrer, pq era teimoso e achava que dava pra ir msm tendo uma indicação de lvl adequado, era quase hit kill...mas não vi o trailer ainda do farcry, mas Ubisoft é fueda rs até tento defender butttEu realmente não lembro de passar raiva com isso do level em Horizon igual passei em AC Origins.
Essa redução nos assets me parece uma decisão que visou privilegiar a estabilidade da experiência, acho que foi apenas isso que tornou possível aquele fast travel pornografico.Sim. Um dos aspectos que eu adoro neste jogo é a direção artística, que supera os gráficos brutos. Analisando eles tecnicamente, no PS4 principalmente, o game possuía texturas tenebrosas em alguns aspectos, e os assets de grama e alguns outros objetos eram bem limitados.
O jogo ainda não tem um mocap tão avançado quanto TLOU2, e era um soco na boca o downgrade sentido depois de jogar um e partir para o Ghost. Todo aquele esquema de movimentação baseada em física que tinha lá com a Ellie e a Abby, neste é bem mais manual e falho. Pés atravessando obstáculos no chão e escadarias, uma falta de polimento em pequenos detalhes.
PORÉM, CONTUDO, TODAVIA, a direção de arte, como eu mesmo falei no post que recomendei o DLC, parecia uma fábula. É óbvio que não teria como existir aquele monte de flores coloridas daquele jeito, com aquela luz radiante, mas foda-se se é realista ou não, parecia um sonho retratado de uma forma muito convincente - sonho no sentido de ser meio irreal, mas muito bonito na prática.
E no PS5 usaram a força bruta pra melhorar os visuais. Grande parte do upgrade é percebido graças ao poder do console, como o dobro de framerate, mais resolução e texturas melhores em alguns pontos. Muito parecido com FFVII Remake, que era muito, MUITO fraco graficamente em muitos pontos no PS4, mas na atual geração simplesmente jogaram os assets e os efeitos máximos produzidos no projeto original, e o console leva sozinho sem necessidade de tantas otimizações.
O PS5 fez muito bem para o GoT tanto quanto para o FFVII. Dois jogos que nem precisaram de tanto trabalho para ficar consistentemente melhores.
Sem dúvidas. Era uma experiência de "quase SSD" mesmo no HD convencional (e eu usava um SSD interno, daqueles mais básicos, então melhorava mais).Essa redução nos assets me parece uma decisão que visou privilegiar a estabilidade da experiência, acho que foi apenas isso que tornou possível aquele fast travel pornografico.
É óbvio que não teria como existir aquele monte de flores coloridas daquele jeito, com aquela luz radiante, mas foda-se se é realista ou não, parecia um sonho retratado de uma forma muito convincente - sonho no sentido de ser meio irreal, mas muito bonito na prática.
Eu dou quase como certo um PS5 Pro. Existem alguns relatos que apontam que talvez esta seja uma geração mais convencional, porque o hardware veio bem estruturado desde o início, mas agora que abriram essa porta, creio que sempre virá junto com a revisão Slim - que existe no Xbox também desde o 360, mas não usam esse nome).Você traduziu perfeitamente a sensação: parece um sonho. A estética artística desse jogo é de tirar o fôlego. Eu nem ia comentar nada sobre os pés entrando nas pedras e escadas ou algumas vegetações imateriais, mas já que você falou, devo dizer que partilho, diria, da mesma frustração. Também é um dos motivos pelos quais eu evito olhar para os membros inferiores do personagem. É preciso desligar "aquela chavinha" no cérebro para algumas coisas, senão fica difícil focar e a imersão vai embora. Felizmente, o conceito artístico e os combates (que também fazem parte do conceito artístico quando consideramos as animações coreografadas) compensam essas falhas evidentes.
Pelo que vi, é certeza uma continuação do game. Se for o caso, também é certeza de que saia somente para PS5 (e um PS5 Pro, talvez?), então fico despreocupado pois sei que a equipe da SP irá se superar. Falo como bom palpiteiro agora, mas acho que grande parte desses incômodos só foram possíveis pois, no fim de tudo, era um jogo open world do final da geração que precisava rodar num sistema pífio de 2013. Como a mais que provável sequência sairá somente daqui a uns bons anos, fico despreocupado. O título certamente acompanhará a evolução do desenvolvimento de alto nível.
Eu dou quase como certo um PS5 Pro. Existem alguns relatos que apontam que talvez esta seja uma geração mais convencional, porque o hardware veio bem estruturado desde o início, mas agora que abriram essa porta, creio que sempre virá junto com a revisão Slim - que existe no Xbox também desde o 360, mas não usam esse nome).
Até ano que vem planejo pegar uma OLED C1, depois disso não pretendo comprar hardware nenhum até daqui 2 ou 3 anos, quando provavelmente chegarão essas revisões Pro. Se não chegar, ficará como está mesmo. Não tenho costume de comprar Slim.