Pelo jeito, de fato, eu sou minoria até entre minorias, como a gente aqui do fórum. Tem jogos que vocês amam e colocam até quadros que, para mim, não passa de um jogo nota 7. Já Control, que fiz 1000/1000, me divertindo,3 dias depois que lançou,, quase ninguém aqui gostou.
Enfim, pelo menos todo mundo tem a oportunidade de testar.
Quanto ao RT, eu também achava que abandonariam isso, pelo peso, até o meio de gen, mas agora creio que não. Três jogos me animaram mais como o futuro disso nos consoles: Control, Miles Morales e o novo Ratchet.
Control, porque a DF já comparou que para ter 30FPS, nas piores partes, apesar de não ser exatamente com a mesma qualidade dos consoles mesmo setado de maneira similar, mas ainda precisou de uma 2070 Super para isso (ressaltando, sem DLSS). Ou seja, rodavam RT, em um jogo pesado, sem aliviar em nada. Se tivessem usado melhor checkboard , outros efeitos, como os exclusivos da Sony farão, seria algo ainda melhor.
Então, se deixaram jogável algo cru e pesado assim, gostem voces ou não do efeito, já é um bom sinal.
Miles Morales mostrou que é capaz manter os 60FPS com RT com algumas técnicas. E Ratchet, assim como Gran Turismo 7, só aplicam o efeito onde importa mais. E isso minimiza o problema do Control, que tudo reluz como um espelho e minimiza o peso.
Se o console não aguentasse o efeito, teriam feito como no Series S, que só roda o Control com maior framerate. Nao foi o caso do SX e do PS5.
Essa geração começou bem mais interessante do a anterior. Lembro de jogar Dead Rising 3 com quedas para 7 fps em alguns lugares, e isso porque era a época que deveria ser mais fácil rodar os games. Knack rodou uma merda também. Já desta vez, estamos tendo a oportunidade de rodar a 60fps cravado, com boas resoluções, ou com um efeito pesadíssimo, e até então exclusivo de poucas placas de vídeo.