Quanto ao preço dos jogos:
iD, Doom, 1993, 6 pessoas no estúdio, 50 dólares. Sem ferramentas pagas.
Doom 3 começou com 11 e eles só foram para mais de 20 para acelerar o processo. Em um mesmo período em que a Nintendo e Valve já eram massivas.
Naughty Dog, 2020, TLOU2, 500+- pessoas no estúdio, último jogo a 60 dólares. Inúmeros licenças e ferramentas necessárias. Considere inflação e salário mínimo de cada rllcat... Resultado: os jogos atuais são baratos.
Estudios não são mais compostos por adolescentes e jovens adultos. Agora são empresas de dimensão imensa. Superprodução demanda preço de superprodução, e o incentivo é a compra do produto (valor = voto).
O nosso amado Top Gear foi feito por devs que sequer tinham dinheiro para comprar um console para cada um. Wolfenstein e Doom foram feitos com computadores que JC e Romero roubavam da empresa em que trabalhavam (tinha até uma foto maneira do JC andando na neve com Pc nas costas em meio a uma nevasca), saia mais tarde e chegue mais cedo para que ninguém se de conta.
A ND teve funding da Universal e depois foi comprada pela Sony. A Bungie estava beirando a falência enquanto produzia Halo.
Aqui o pessoal considera AAA jogos de ponta como single player original. Pro meu primo AAA é Minecraft e pra dona Maria é o Candy Crush.
Tivemos quebras de paradigmas com Mario (64, também), Gran Turismo, Doom, GTA 3 e Halo. De lá pra cá é mais tempo e mao de obra dependentes. Quer luxo? Pague por luxo.
A Plus tem sido ótima nos últimos meses, daí fica a retórica, esse modelo de Gamepass capado se sustenta? Já tá todo mundo em subscription.
AAA geralmente eram exclusivos em tempos em que uma Nintendo da vida possuía centenas de funcionários, frente a equipes de 2-10 pessoas. Dos 90s pra cá esse sinônimo de 1st AAA powerhouse caiu, mas voltou a flamejar com PS360.