Caraaaaamba! PS Latino Americana, Australiana e Francesa, todas há exatos 02 dias. Tá vindo coisa essa semana. Acho que o próximo evento de anúncio dos preços, data de lançamento e pré-venda ocorrerá, mais tardar, em 15 dias.
Caraaaaamba! PS Latino Americana, Australiana e Francesa, todas há exatos 02 dias. Tá vindo coisa essa semana. Acho que o próximo evento de anúncio dos preços, data de lançamento e pré-venda ocorrerá, mais tardar, em 15 dias.
Caraaaaamba! PS Latino Americana, Australiana e Francesa, todas há exatos 02 dias. Tá vindo coisa essa semana. Acho que o próximo evento de anúncio dos preços, data de lançamento e pré-venda ocorrerá, mais tardar, em 15 dias.
Sim, sim. Também estava pensando na janela entre os dias 08 e 10/09 -- no dia 09/09, por causa dos rumores; nos dias 08 e 10/09, porque, historicamente, os eventos tendem a ocorrer nas terças e/ou quintas. Mas como você disse: a data 09/09 é bem provável. Enfim, tá chegando.
Concordo 100% com essa última parte do seu post. Exclusivos servem como diferencial, marketing, e ajudam a atrair pessoas para a plataforma. E uma vez na plataforma, mesmo que o objetivo principal da pessoa ao adquirir o console seja jogar os exclusivos, em algum momento ela acabará consumindo jogos de terceiros ou demais serviços.
Vou deixar como exemplo uma situação pessoal. Divido minha conta do PS4 com um amigo de infância, esse mesmo amigo tem um PC muito, muito bom, RTX 2070 Super e outras peças de alta qualidade. Ele também tem um PS4 Pro, tendo por objetivo principal jogar os exclusivos e jogos com cooperativo local (para jogatinas com namorada e amigos). Pois bem, mesmo ele tendo um PC que rodará qualquer jogo third-party melhor do que no PS4 (mesmo sendo a versão Pro), já compramos muitos jogos third-party. Simplesmente porque às vezes o jogo third está em promoção ali. E muitas vezes ele acaba nem jogando, mas o jogo está lá custando 40/50 reais, ai ele vai lá e compra. Sem falar da PS Plus que já assinamos por cerca de três ou quatro anos, e o PSN Now, que se estivesse disponível no Brasil por um preço razoável, provavelmente assinaríamos. Resumindo, a existência de exclusivos trouxe esse meu amigo para a plataforma Playstation, e dentro da plataforma ele acabou consumindo outras coisas. Eu acho que isso acaba acontecendo muito, e devido a isso e outros motivos a Sony não acabará com a questão das exclusividades tão cedo.
E um outro ponto para reforçar a ideia de exclusividade: o Prime Vídeo (serviço de streaming da Amazon) é hoje em dia a melhor plataforma de streaming de filmes/séries custo-benefício do Brasil. São menos de 10 reais por mês e você tem acesso a um catálogo excelente, além dos outros serviços que vêm junto no pacote. Porém, mesmo a Netflix custando mais que o dobro do valor, ela ainda é a plataforma mais popular, e acredito que a mais utilizada. E tudo isso por causa do conteúdo exclusivo, que hoje em dia acredito que seja seu ponto mais forte.
Possuo Netflix só porque é "o que todo mundo tem" e nunca nem fui atrás de outras plataformas.
Tem uma galera assim, e mudar esse padrão "Gillette/NESCAU/Coca-Cola/PlayStation" é difícil.
PS5 te muitas chances de dar braçadas maiores que o PS4. O Xbox saiu de uma base grande (360) para uma média, o XSX vai ter um público fiel muito menor.
O PS5 vai surgir de uma base gigante de PS4s. Duvido que qualquer coisa a curto prazo faça uma diferença para a MS, a Sony jamais irá repetir algo tipo o PS3, seria masoquismo.
O PS5 tem muitos fatores que o farão suceder, estes bem além dos jogos.
A nuvem em gaming não começou com Stadia e Xcloud e muito menos PSN. A MS já tinha o ideal de nuvem desde a década de 70/80, que para grandes empresas nunca foi um grande mistério, embora na época incapaz. A Xerox já tinha o conceito e trocava "emails" desde a década de 60. O que o consumidor vê é só a ponta final de um todo bem maior. Se a Sony lançou o dela antes, foi só isso, porque o plano da MS sempre foi muito mais ambicioso.
A Sony não popularizou antes porque não tinha grana e muito menos tinha capacidade de expandir os seus servidores da forma que algo dessa magnitude necessitava. A PSnow já em tempos "impopulares" (hoje) operava no limite, eles foram procurar MS e outros justamente para poder se expandir onde sozinhos, não podiam.
Se alguém quiser ver alguma previsão do que no começo dos anos 2000 já era dito:
Smartphones como hoje conhecemos, Google Drive/One Drive, streaming, tudo isso já estava no roadmap não só da Microsoft, como o de toda galera do time das "big blue" (IBM, HP e outras gigantes).
A Sony há mais de 15 anos atrás fez uma apresentação de tudo o que planejava com o Cell (perdi o link... infelizmente) e o Playstation era só "um detalhe" de algo absurdamente maior. O plano basicamente era o de que além de servidores próprios (bem menos potentes, dada a incapacidade financeira da empresa de algo de tal porte), todos os PS3 conversassem entre si, para de forma grosseira, tal como uma rede P2P, todos os PS3, TVs e produtos subsequentes que bebessem da arquitetura Cell, o produto adquirido pelo consumidor pudesse trabalhar como uma parte "externa" do servidor para permitir que o plano fosse viabilizado. O Cell foi um fail e o resto é história, mas o plano não só era ambicioso e arriscado, como também, um metodo MUITO interessante de contornar a falta de verbas.
O Azure vem sendo concebido desde muito antes do seu lançamento (2010) e a PSNOW é coisa pequena perto de todo o projeto por trás do Playstation. A Sony desde a década de 90 concebia o seu próprio modelo de servidores e nuvem. O Playstation foi um meio simples (e inteligente) de aos poucos começar a colocar esse plano no mercado. O Kutaragi é um visionário e embora o Cell tenha morrido, ele era a frente de tudo e qualquer coisa de uma Sony presidida por "cabeças antigas" que quase levaram a empresa a quebra total. A Sony hoje existe por causa do Playstation e consequentemente, dele.
A aquisição da Gaikai foi uma maneira de abandonar aquele projeto falido e entrar no que hoje vem sendo concretizado como PSnow em cima do PS4. No que tange nuvem a Microsoft está anos luz de qualquer coisa que a Sony sequer pense em fazer. A expansão do Azure foi meteorica.
Hoje o streaming de jogos tem como impeditivo a falta de servidores close by, falta de banda e maior infra-estrutura. A MS e a Google estão colocando extensões da sua rede por todo o canto.
Os problemas hoje são:
1. Serviços e estrutura de telefonia inadequados.
2. Falta de servidores próximos a grandes regiões que possam atender a demanda.
3. Tempo.
Streaming de jogos hoje sofre com o mesmo problema que a telefonia antigamente, onde "não tinha linha" pra todo mundo. O problema era tão grave no BR que a pouca malha telefônica construída datava da época militar e malemal cobria 30% do país. Serviços simples como Orkut e Youtube sofriam com quedas por falta de capacidade para atender essa demanda, nada mais natural que o mesmo ocorresse com serviços de games. É a mesma coisa mas "em outro estágio".
Tem muita coisa que as pessoas acham simplesmente incríveis e acham que foi coisa "do momento" quando na verdade já eram incubadas há décadas. Só é óbvio que empresa nenhuma vai entregar todos os detalhes do seu roadmap de bandeja. A XEROX já tinha o conceito de emails há mais de 50 anos atrás e já na década de 70 trocavam emails em sua forma primaria dentro da empresa. Coisa que só chegou as massas com o Win95 e a interface gráfica capaz de ser entendível pelo publico leigo, que na mesma década viam PCs em casa como algo de luxo e de outro planeta.
O Playstation é um produto gigantesco, mas no que tange nuvem, ninguém se aproxima das gigantes do silício. É absurdo comparar os planos da Sony com os da Microsoft nesse meio. Se o consumidor acha que MS se resume a Windows, XBOX e um servidor pra hosting, tá muito enganado e não sabe de nada da empresa. IBM, HP, Xerox, Oracle... a mesma coisa.
Acho que vai ficar de parceira da MS. Steam = Windows, nada melhor que o cliente e o provedor trabalhem juntos. Talvez até já tenham um projeto em nuvem combinado.
Mas né, não dá pra prever, sempre houveram reviravoltas absurdas no meio.
Quem tem capacidade real de brigar na mesma moeda on cloud são Google, MS, Alibaba (sim...), IBM, Oracle e algumas outras que sequer lembro o nome. Não duvidaria de uma parceria Epic + cloud based chinesa como porta de entrada para conexão com o mundo todo, aliás, isso já começou, rs.
A briga da Epic para se livrar das amarras da Apple é outro indício de como ela quer concentrar tudo cada vez mais "per si".
Agora, briga briga se alfinetando de tudo que é jeito não existe, sempre tem aquela friend zone. Acho que passamos por uma zona de experimentação onde ninguém exatamente tem tudo 100% definido, mas essa briga de stores uma hora vai se reduzir e muito. Já aconteceu com estúdios, basta ver a quantidade de fusões e aquisições. Quem manda hoje são os grandes grupos.
Mas isso aí só o que acho. Consigo nem imaginar com mais convicção como a Steam vai ficar no meio disso tudo, aliás, tal como mencionei pela busca da supremacia VR, a Valve é uma das empresas que hoje mais corre atrás de melhorias na interface.
Um post meu de 2012 pra ti ter idéia:
Não era HL3, mas era HL. Você não contrata um cara desse nível pra coisa pequena.
O Abrash hoje é um dos que encabeça a Oculus e um dos genios da programação da atual realidade. O que quero dizer com isso é, ver um cara desses indo para algum lugar nada mais é do que um sinal de que algo grande está ocorrendo no meio em que ele se encontra. 1 ano antes do XBOX All Digital ser lançado, havia comentado aqui na Adrenaline como com base em funcionários dava para presumir o que estava por vir.
O JC comentava sobre memórias assíncronas e bom, aí estão as novas gpus e consoles assim trabalhando. Dá pra supor muita coisa se você acompanhar os caras certos de perto.
HL3 vai fechar como jogo kickass para uma nova interface, me cobra isso se ainda postar aqui. Pro HL:VR, 7-8 antes, havia dito a mesma coisa.
Fiz esse comment com base em algo antigo ao qual já havia falado porque o que aqui digito ou imagino não é coisa que me veio do além, embora algumas coisas, crenças minhas, mas porque se qualquer um aqui realmente for atrás de infos decentes, dá pra ver como não tem quase nada que não fora previsto por essas empresas. Informação é dinheiro e informação bem guardada é mais dinheiro ainda. O que dá pra fazer é ligar os pontos e imaginar o obvio.
Também curto esse tipo de troca de ideias.
Cara, além de vender jogos, streaming e serviços de pacotes, imagino (e isso é pura coisa minha) que o próximo passo esteja em dar um balanço estilo Wii, mas sem ser gimmick.
Talvez o PS5 aos poucos comece a juntar esses "detalhes extras" daqui e dali permitindo coisas que antes não eram possíveis. Uma junção de VR + haptic feedback do PS5 é algo que nenhuma outra plataforma possui e pode permitir novos estilos de jogos e possibilidades que ainda não serão possíveis em outras plataformas. O 3D da mesma forma na década de 90 não foi um mandante só pelo quesito gráfico, mas porque representou a "ponte" do "2d corre de lado pra lá e pra cá" para cenários open world com coisas antes impossíveis em outros jogos. Assim como CDs também representaram a adição de vídeos, músicas e engines capazes de coisas bem mais complexas.
Imagine poder controlar seu personagem em um jogo podendo fazer movimentos que não pré-definidos, isso abre uma possibilidade enorme dentro de um gameplay. Por isso acho o haptic feedback (embora pareça simples) genial. Pode ser que não cole valendo de começo por ser um produto "exclusivo", mas com certeza coloca eles na frente para coisas hoje impossíveis daqui há muito tempo.
Embora atrelem a Nintendo esse costume de querer inovar em jogabilidade, a Sony sempre foi muito criativa nesse sentido. O projeto do sensor de movimentos dela para o PS3 datava do mesmo período do projeto em que o Wiimote fora concebido e, salvo engano, até antes.
VR, dualsense, rumble, haptic feedback, isso tudo representa uma interface de hardware que pode colocar a PSN a frente do resto. O Windows e o Android serviram como porta de entrada para coisas que as massas antes não podiam ,mas isso tudo depende de um hardware, da mesma forma que a combinação dessas coisas pode permitir experiências antes impossíveis.
Porque diabos em um FPS você tem de lidar com itens pré-selecionados, se acocar, andar para os lados e mirar? E se você quiser sei lá, interagir com qualquer objeto de uma forma diferente que não pegando e jogando ele, andar pelo cenário e atirar ou pular em tudo e qualquer coisa que venha pela frente? Se parar pra pensar, essa parte está engessada desde as década de 90, com levíssimas melhorias. Um FPS moderno funciona basicamente da mesma forma que Quake 1 (1996).
Facebook investindo pesado em VR e streaming apontam uma corrida pela mesma coisa. Não é pra vender jogos, é pra chegar ao consumidor e poder vender tudo e qualquer coisa pra ele. Você hoje depende de empresas de telefonia para usar todo e qualquer serviço digital, certo? Essas grandes querem nada mais do que ser uma camada extra e pétrea nessa parte de comunicação. Se as empresas de telefonia são o kernel, as gigantes do software querem ser as APIs/drivers, rs. E dentro de cada serviço que se estabelece, surge outro e assim sucessivamente.
edit:
Há vários erros gramaticas e de concordância no texto, mas estou com sono.
@masterpiece, assim que puder respondo (para não parecer que ignorei o post)
--- Post duplo é unido automaticamente: ---
Sobre streaming:
Também não digo que vá chegar amanha chutando bundas, mas ele já é realidade longe de fase alfa e todas as empresas estão com foco enorme nisso. A coisa já começou.
Sim, não são realidade, mas tendo demanda... internet decente aqui até hoje não é realidade no interior e em regiões mais pobres. Eu tinha uma ADSL 128kbps no começo dos anos 2000 e ping 50-100 era pra pedir benção. Jogar com lag era normal, entrar em tópicos de cs e ver prints com pings altos para os padrões de hoje, eram aceitaveis pois eram parte do preço a se pagar por isso.
Sobre fidelidade ao produto:
Subscrevo.
Quanto a diminuir a adesão de PS, com certeza. Se muito? Duvido. Não nos esqueçamos que somos parte de "outro público".
Uma hora ou outra a Sony vai ter de lançar os seus jogos day one e isso vai acontecer nessa década, porque o público de smartphones é enorme e o de possíveis pcs aptos a rodarem a PSN, também. Acredito que a transição para o PS5 seja uma estratégia para obrigar o consumidor a ficar "preso" (de uma maneira sadia) a PSN e assim não querer sair daquele ecossistema, então tudo e qualquer coisa até lá, por menor que seja, será considerada, como o não lançamento de games day one por mais um tempo. Posts que hoje ridicularizam isso como enfadonhos e nocivos ao console serão risíveis.
Sobre consumo e oferta de locadoras x netflix:
Aqui era a mesma coisa, a galera alugar sexta para entregar segunda-feira. E como mencionastes o fato de escolher filmes, como o gasto era elevado e a oferta, farta, era difícil sequer ter tempo e dinheiro para se consumir tudo, então você ficava mais suscetível a escolher bons produtos. Alugar um filme era quase como pesquisar a compra de um produto. Se errou, já era, gastou e não tem troca.
Ainda sobre a steam, você citando o passado deles me lembrou de algo que sequer comentam:
"Ah mas a PSN e a Xcloud são lentas e tem pouca oferta"
"Ah mas eu gosto de caixinha"
A Steam era uma chuva de problemas, caía o tempo todo, as ofertas eram baixas e os jogos ainda vinham "sem caixinha". Anos depois, taí o resultado. Mas ela teve de começar de algum lugar e pouco mais de 15 anos depois (acho que isso), está consolidada. Quem imaginava que ao invés de pegar mídias com alta quantidade de conteúdo, simplesmente iriamos baixar quase que instant? Se você abrir os tópicos da época, chega a ser cômico ler os comentários da maioria, que achavam um absurdo não ter mídia física em tempos de internet lenta... ter de baixar os jogos toda vez que formatar o hd... "meu deus".
Quanto a Epic, bom, esse modelo que ela preza foi criticado por muitos e de um jeito engraçado, é "adorado" no mundo dos consoles.
Quanto a conteúdo proprietário, sempre será um diferencial, mas a interpretação do peso desse "diferencial" é subjetivo. Tem peso, mas quanto? Quando vai ter mais influência?
A guerra entre Sega e Nintendo nos 90s mostra como a coisa era ainda mais dividida. PCs, Nintendo e Sega, cada um de cada lado. A chegada dos pcs gamers e do Playstation basicamente forjaram o atual modelo de multiplataforma, com o ultimo pitaco dado pelo 360.
Por fim, ainda vejo preço como o maior mandante. Jogos gratuitos hoje tomando dimensões absurdas são um indicativo disso. Sim sim, tem muito game pago no topo, mas décadas atrás, jogo free era aquele jogo feito no RPG maker ou em flash que baixavamos no Baixaki ou no Superdownloads. Muito raro um game 3d com qualidade de superprodução. Os mmorpgs foram uma bela quebra de paradigmas. PSnow e Gpass/xcloud são a melhor forma de oferecer pacotes com preços diminutos.
Muita gente reclama que não tem filme bom no netflix, mas ir pagar preço de aluguel em outras plataformas para poder ver o filme durante 48 horas, ninguém quer e muito raramente o faz. E pra jogos é a mesma coisa.
Não sei qual, mas nítido que China e EUA tem essa briga no meio de silicio e linhas de códigos.
Até pra brigas judiciais e direitos isso dá uma tremenda diferença. Empresas grandes conseguem se esquivar de impostos ou penalidades colocando suas centrais em outra região. Nenhuma norte americana gostaria de ver seu domínio caindo por terra (Chips e sistemas operacionais hoje são tudo USA based). A Huawei já faz até processadores e pode em breve entrar no mercado de gpus, isso pode ditar muita coisa no futuro. Uma base cloud na China vai atender a interesses chineses
A MS e a Intel sempre tiveram uma parceria violenta, já que se retro-alimentam. Pro "mais além" é a mesma coisa. As japonesas fizeram a mesma coisa visando sua sobrevivência.
O inimigo será tudo e qualquer um que puder derrubar a hegemonia daquela empresa. Quem tem o serviço dominante dita o hardware que você vai usar.
Possuo Netflix só porque é "o que todo mundo tem" e nunca nem fui atrás de outras plataformas.
Tem uma galera assim, e mudar esse padrão "Gillette/NESCAU/Coca-Cola/PlayStation" é difícil.
PS5 te muitas chances de dar braçadas maiores que o PS4. O Xbox saiu de uma base grande (360) para uma média, o XSX vai ter um público fiel muito menor.
O PS5 vai surgir de uma base gigante de PS4s. Duvido que qualquer coisa a curto prazo faça uma diferença para a MS, a Sony jamais irá repetir algo tipo o PS3, seria masoquismo.
O PS5 tem muitos fatores que o farão suceder, estes bem além dos jogos.
Concordo, com certeza não é só o fator exclusivos, tem muitos outros pontos. Porém, como eu disse, é um diferencial. No caso da Netflix, ela já emplacou algumas séries de sucesso que com certeza ajudaram a divulgar a marca e fidelizar os clientes.
Apesar da fonte ser "trust me bro", 9 de Setembro é uma data muito boa pra Sony deixar passar, 25 anos de praystation e já foi confirmado o reveal do mp do COD pra essa data.
Eu só acho que é BEM otimista achar que todos esses jogos aí sairão no launch.
Apesar da fonte ser "trust me bro", 9 de Setembro é uma data muito boa pra Sony deixar passar, 25 anos de praystation e já foi confirmado o reveal do mp do COD pra essa data.
Eu só acho que é BEM otimista achar que todos esses jogos aí sairão no launch.
Eu diria que é impossível e um desperdício tantos jogos no lançamento, é muito melhor lançar com Spider e mais algum jogo em novembro, depois vai soltando 1 jogo por mês.
É um palpite realmente mais coeso e menos emocionado. Agora, vou te falar, a Sony tá liberando tudo tão "a conta-gotas" há tanto tempo que eu vou achar é bom demais se ela chutar o pau da barraca e desembuchar e liberar tudo de uma vez. Falando de verdade. Mas seja o que for, em no máximo 15 dias teremos todas as informações importantes para o lançamento do console.
Edit: Afinal, restam apenas 02 meses inteiros para novembro; e considerando as principais 'datas-rumor' de lançamento, 02 meses e alguns dias.
GT7 no lançamento seria animal. Não consigo ver porque não, afinal já faz um tempo que eles vem testando e fazendo mudanças no GTS. Mantém um online competitivo como já é e faz um modo carreira a lá GT4.
Tem que ver o preço, mas se for tudo isso mesmo e o preço aqui não for abusivo demais, meu 13° e férias vão sumir kkk
Não sei qual, mas nítido que China e EUA tem essa briga no meio de silicio e linhas de códigos.
Até pra brigas judiciais e direitos isso dá uma tremenda diferença. Empresas grandes conseguem se esquivar de impostos ou penalidades colocando suas centrais em outra região. Nenhuma norte americana gostaria de ver seu domínio caindo por terra (Chips e sistemas operacionais hoje são tudo USA based). A Huawei já faz até processadores e pode em breve entrar no mercado de gpus, isso pode ditar muita coisa no futuro. Uma base cloud na China vai atender a interesses chineses
A MS e a Intel sempre tiveram uma parceria violenta, já que se retro-alimentam. Pro "mais além" é a mesma coisa. As japonesas fizeram a mesma coisa visando sua sobrevivência.
O inimigo será tudo e qualquer um que puder derrubar a hegemonia daquela empresa. Quem tem o serviço dominante dita o hardware que você vai usar.
Não consigo ver a China derrubando a hemogenia dos EUA, eles podem até fazer hardware competitivo, mas ainda assim, as empresas de hardware americanas possuem muito mais R&D e talentos do que as empresas chinesas. E em serviço então, de que maneira eles podem avançar? Android, Windows, iOS, impossível, dá uma luz aí pra China que eu não consigo ver.
Falando sobre a Intel, creio eu, inocentemente, que os americanos não ficariam tão felizes com a AMD/Nvidia ou similares tendo o domínio. Deve existir alguma preferência pela Intel por possuírem fábricas próprias e acordos.
Já era o esperado, porém dependendo da quantidade de níveis de prioridade pode ser que mesmo 7 GB/s não sejam o suficientes.
Agora, mais de R$ 2K em 1 TB de armazenamento...