Geoff Keighley refere: O mais importante é, e sempre foram os jogos,
mas não a quantidade e sim a qualidade.
Geoff Keighley elogia a quantidade e qualidade dos jogos First Party que vão ser lançados na PS5. Quanto à Xbox ele refere-se ao Gamepass comparando-o com um serviço de TV por cabo, com centenas de canais, mas onde aqueles que realmente queremos… não estão lá!
Geoff Keighley não é uma personalidade qualquer. É uma pessoa isenta na indústria que faz análises imparciais e realistas. Está desde sempre ligado aos videojogos e aos Video Game Awards,
Segundo Geoff, Microsoft e Sony estão a percorrer caminhos diferentes, algo que nós já tínhamos visto pelas escolhas de hardware, e daí sempre termos dito que as consolas mais do que concorrentes, são ofertas diferentes.
Geoff diz que, na sua opinião, a PS5 está numa posição muito forte, é uma grande máquina, um controlador espectacular e grande alinhamento de jogos First Party. Já a Xbox está a jogar um jogo diferente, com o Gamepass a ser uma história convincente, mas que a Xbox tem de entregar os grandes jogos First Party, o que sempre foi um desafio para eles, e o Halo teve os seus quando foi mostrado e espero que ele venha a se tornar num jogo realmente espectacular para eles.
Geoff acha que a Sony tem uma grande e forte história para contar, e que sem saber o preço da consola, está excitado com alguns dos jogos que viu e com a mestria da Sony na realização de experiências incrivelmente ricas de jogador único.
Voltando à Microsoft, Geoff refere que riqueza da história da Microsoft é sobre o valor para os Gamers, numa grande diversidade de histórias. Se o desafio da Sony será algo do gênero relacionado com o preço e a qualidade da experiência, o desafio da Xbox é que o Gamepass é bom, mas terá de ter jogos de primeira linha, pois senão torna-se como um pacote básico de TV por cabo, onde tem imensas coisas porreiras, mas aquilo que realmente se quer, não está lá, e a maior parte do apetecível está fora do pacote.
Pessoalmente acho que as pessoas ligam mais aos jogos verdadeiramente bons do que ao facto de poderem jogar um jogo OK regularmente, e sinceramente não ele refere que não vê nada neste momento na Xbox que vá alterar dramaticamente o rumo das coisas.
E a outra coisa é que nas coisas Xbox a MIcrosoft ainda não provou nada sobre ser a consola mais poderosa do mundo. Eles estão sempre a falar disso, citando as especificações, mas até agora não se viu nada, e as pessoas querem ver os jogos que mostrem isso. Seja como for, o poder não é o relevante e tudo se traduz nos jogos e no conteúdo.
E Geoff dizer isto quase nos tira as palavras da boca… Será que ele é leitor da PCManias? 🙂
Fonte:
https://www.pcmanias.com/geoff-keig...jogos-mas-nao-a-quantidade-e-sim-a-qualidade/