outro user postou uma foto aqui de uma propaganda do PS5 em um jogo de futebol esse fds.
ao mesmo tempo em que eu fico esperando o pior, já que geralmente no brasil as coisas são as mais caras do mundo, a sony tá investindo tanto em propaganda que fico com esperança do preço não ser tão absurdo.
edit: antes do lançamento da geração atual, eu lembro de uma propaganda do xbox one no intervalo do Fantástico domingo a noite. era a microsoft investindo em marketing pesado e o console dela chegou bem mais acessível pra nós no lançamento. não custa sonhar que agora o jogo virou rsrs
Posso estar errado, mas se realmente ter um lançamento oficial do PS5 aqui, realmente o mercado cinza (25, santa ifigênia) aqui em SP, vão dar uma tremida
Eles estão acostumados a "extorquir" no preço e conceder 3 ou 6 meses de garantia, dependendo da loja, vivem mudando de quiosque, nome ou galeria.
Tem algumas confiaveis, mas a maioria são daquele jeito.
Arrisco em dizer que, dependendo do tamanho da faca, é o próprio Paraguai que vai tremer em não conseguir aplicar aquele "bônus" no preço de lançamentos.(o tamanho do estoque tbm conta muito aqui)
Imagine que você comprou um produto no exterior, mas ele apresentou problemas depois de chegar ao Brasil. Você vai poder contar com a garantia aqui no Brasil do aparelho comprado no exterior? A resposta correta é ... depende!
O risco de comprar um produto no exterior é grande porque, em geral, ele não tem garantia no Brasil. Mas uma recente decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) pode mudar isso. O STJ condenou a Panasonic do Brasil a …
portal.aprendiz.uol.com.br
Só pra constar: não interessam decisões de instâncias inferiores à Superior em matéria de lei federal, que é o Superior Tribunal de Justiça.
Trabalho no judiciário e nunca vi uma ação ser perdida por consumidor debatendo garantia de produtos importados. Se perdeu, pode recorrer que lá em cima é ganho na certa.
ah mimimi q dor de cabeça mimimi, isso não vem ao caso.
E sabe pq as empresas negam a garantia? Por causa dessa mentalidade brasileira “ah, mas a justiça é lenta, dor de cabeça, deixa pra lá...”. Agora multiplica essa negativa por milhões de brasileiros, bingo!: todos consumidores lesados e a empresa faturando em cima do consumidor.
No caso, exemplo: Eu comprei um PS4 no USA e ele deu problema aqui no Brasil, a Sony é obrigada me dar suporte? Mesmo com a conversinha que eles não dão garantia para produtos adquiridos fora do país?
No caso, exemplo: Eu comprei um PS4 no USA e ele deu problema aqui no Brasil, a Sony é obrigada me dar suporte? Mesmo com a conversinha que eles não dão garantia para produtos adquiridos fora do país?
Pois é, pq eu acho bem ridicula as empresas virem com o miguezinho que o "modelo vendido" aqui é diferente do modelo importado... padrões de energia, bla bla bla.
Isso é ridículo (não estou falando da Sony) em questão, mas várias fabricantes safadas que vendem um produto mundial e fazem essa palhaçada aqui no BR.
No caso, exemplo: Eu comprei um PS4 no USA e ele deu problema aqui no Brasil, a Sony é obrigada me dar suporte? Mesmo com a conversinha que eles não dão garantia para produtos adquiridos fora do país?
eu ganhei na justiça esse ano da Sony, só mostrei que o modelo vendido no site da Sony ou Amazon é o mesmo que comprei no eua.
Ganhei 5450 mil de indenização, Sony eu fui com sangue nos olhos pra ferrar com ela, pois foi o segundo produto que tive acionar a justiça para resolver meu problema.
eu ganhei na justiça esse ano da Sony, só mostrei que o modelo vendido no site da Sony ou Amazon é o mesmo que comprei no eua.
Ganhei 5450 mil de indenização, Sony eu fui com sangue nos olhos pra ferrar com ela, pois foi o segundo produto que tive acionar a justiça para resolver meu problema.
No caso, exemplo: Eu comprei um PS4 no USA e ele deu problema aqui no Brasil, a Sony é obrigada me dar suporte? Mesmo com a conversinha que eles não dão garantia para produtos adquiridos fora do país?
O que o Cornell citou está correto. Sim, ela deve oferecer suporte.
Por que razao empresa nenhuma oferece? Porque o consumidor é cagão e prefere perder dinheiro ao invés de entrar no JEC sem gasto alto e esperar um ano pra ganhar alguns salários mínimos mínimos.
Exemplo:
Notebook com Windows embutido é venda casada. E se você quiser só o note? Não te dão a opção. Entra no JEC que a fabricante te dá o ressarcimento uma hora ou outra.
Segundo o link que você publicou, está escrito isso aqui:
Ou seja, é ambíguo e você não está completamente amparado pela CDC e de certa forma depende da boa vontade da empresa em te ajudar.
Não to aqui tentando te convencer de que "não vale a pena comprar importado" pois todo console que eu comprei até hoje foi do mercado cinza. O que eu to querendo dizer é que você fala de um modo como se fosse simples ir lá na assistência com a NF de um produto comprado nos EUA e tentar conseguir garantia aqui no BR quando nós sabemos que na prática não é...
"Ah mas correndo atrás você consegue!"
Correndo atrás você consegue tudo, até comprar uma lamborghini Aventador mas "correr atrás" não é parâmetro de que é algo fácil ou até mesmo viável.
Em nenhum momento disse q é fácil, foi justamente o contrário: depende da disposição de cada um ir atrás, exatamente oq falei no meu post. Oq acontece que a maioria não vai ou evita o tipo de risco por achar, erroneamente, que não está coberto pela garantia.
Sobre o CDC, tb não falei que está no CDC, mas que existe um entendimento, comprovado pelos links q enviei, da MAIS ALTA CORTE do país em matéria de legislação federal, desde 2005, de que a empresa DEVE cobrir sim, DESDE QUE esteja estabelecida no país... se a Sony está acho que nem preciso dizer né... vende “pouca” coisa aqui e sobre o PS5 Pelo q falaram será oficial.
Em resumo: fácil é? Normalmente não, mas depende de cada caso. Faço oq? Vai atrás dos seus direitos, pois a mentalidadezinha brasileira (sem generalizar) de deixar “tudo pra lá” somente incentiva essa política inerte de as empresas cagarem em cima do consumidor.
Agora, se VOCÊ não está disposto a encarar o risco e ir atrás, paga mais caro e compra no BR mesmo. Tenho um amigo meu q paga 2,3,4k a mais pra “ter sossego”, eu já não, pois valorizo meu dinheiro e talvez por trabalhar na área sei o quanto essas empresas são malandras...enfim, vai das prioridades de cada um.
eu ganhei na justiça esse ano da Sony, só mostrei que o modelo vendido no site da Sony ou Amazon é o mesmo que comprei no eua.
Ganhei 5450 mil de indenização, Sony eu fui com sangue nos olhos pra ferrar com ela, pois foi o segundo produto que tive acionar a justiça para resolver meu problema.
Mas exemplo, o "modelo" vendido no brasil é o final 14 exemplo, sabemos que é o mesmo videogame, só muda o padrão do conector de energia, diferente do modelo americano que é final 15.
Mesmo assim são "obrigados" a aceitar? Digo pq tive um PS4 que deu problema, tentei resolver com a Sony e eles soltaram essa que não podem dar garantia, bla bla bla devido ao modelo fabricado lá fora não condizer com as especificações do modelo fabricado aqui (Balela, sabemos que é o mesmo produto).
No caso, exemplo: Eu comprei um PS4 no USA e ele deu problema aqui no Brasil, a Sony é obrigada me dar suporte? Mesmo com a conversinha que eles não dão garantia para produtos adquiridos fora do país?
Sim, É OBRIGADA. Mas é bom q vc tenha ao menos o invoice da compra, o q tb seria dispensável pq hoje as empresas têm tudo registrado pelo número de série. Veja a Apple, vc cadastra pelo número de série a ativação do produto e basta.
Em nenhum momento disse q é fácil, foi justamente o contrário: depende da disposição de cada um ir atrás, exatamente oq falei no meu post. Oq acontece que a maioria não vai ou evita o tipo de risco por achar, erroneamente, que não está coberto pela garantia.
Sobre o CDC, tb não falei que está no CDC, mas que existe um entendimento, comprovado pelos links q enviei, da MAIS ALTA CORTE do país em matéria de legislação federal, desde 2005, de que a empresa DEVE cobrir sim, DESDE QUE esteja estabelecida no país... se a Sony está acho que nem preciso dizer né... vende “pouca” coisa aqui e sobre o PS5 Pelo q falaram será oficial.
Em resumo: fácil é? Normalmente não, mas depende de cada caso. Faço oq? Vai atrás dos seus direitos, pois a mentalidadezinha brasileira (sem generalizar) de deixar “tudo pra lá” somente incentiva essa política inerte de as empresas cagarem em cima do consumidor.
Agora, se VOCÊ não está disposto a encarar o risco e ir atrás, paga mais caro e compra no BR mesmo. Tenho um amigo meu q paga 2,3,4k a mais pra “ter sossego”, eu já não, pois valorizo meu dinheiro e talvez por trabalhar na área sei o quanto essas empresas são malandras...enfim, vai das prioridades de cada um.
Você fala que não é fácil, diz que a obrigatoriedade do suporte realmente não está na CDC e que há apenas um "entendimento" (Que vai variar da cabeça $$$ do juiz que pegar a sua causa), e ao mesmo tempo "condena" a pessoa que opta por comprar nacional "insinuando" que ela não dá valor ao dinheiro dela.
Você fala que não é fácil, diz que a obrigatoriedade do suporte realmente não está na CDC e que há apenas um "entendimento" (Que vai variar da cabeça $$$ do juiz que pegar a sua causa), e ao mesmo tempo "condena" a pessoa que opta por comprar nacional "insinuando" que ela não dá valor ao dinheiro dela.
Como proceder quando produtos comprados no exterior derem defeitos aqui no Brasil?
www.proteste.org.br
Produtos de fama mundial devem oferecer garantia em nível mundial. Parece ser esse o entendimento dominante nos tribunais brasileiros. As empresas que promovem propaganda de repercussão mundial devem atender os consumidores cada um em sua localidade. Devido à globalização e o aumento do turismo, os consumidores são influenciados pela propaganda dentro do seu país, mas muitas vezes acabam comprando fora. Na concepção do consumidor, estão comprando produtos de uma marca que julgam ser da mesma empresa. É muito comum um consumidor assistir uma propaganda e se interessar por um produto aqui no Brasil, mas deixar para comprar o mesmo produto nas férias de viagem ao exterior.
No entanto, na hora de atender uma solicitação de conserto, por exemplo, parece que se trata de empresas diferentes. Foi o que aconteceu com um consumidor do Rio de Janeiro. Ele comprou uma máquina fotográfica no Chile, mas quando precisou consertá-la, a empresa negou o atendimento, alegando que a assistência técnica gratuita só era concedida para os produtos comprados no Brasil.
O STJ já julgou um caso desse contra a fabricante de eletrônicos. Para o STJ, “se as empresas se beneficiam de marcas mundialmente conhecidas, devem responder também pelas deficiências dos produtos, não sendo razoável destinar ao consumidor as consequências negativas dos negócios envolvidos e defeituosos”.
Isso porque o fabricante de um produto de marca mundialmente conhecida deve garantir o conserto no endereço de domicílio do consumidor, já que o fornecedor nacional se beneficia da fama da marca mundial, valendo-se da maciça publicidade e credibilidade. Ficar sem garantia legal, somente prejudica o consumidor, que é a parte mais fraca da relação, o que não é tolerado pelo nosso Direito.
Não vou juntar milhares de julgados aqui do TJSP, no qual trabalho, pq vai desvirtuar o tópico...
Apenas reafirmo aos interessados por ser utilidade pública: empresa estabelecida no país? É obrigada a cobrir, fim de papo.
Pra quem quiser entender mais o funcionamento de RMA, garantia e etc, recomendo assistir esse vídeo aqui. Não é necessariamente ligado aos consoles mas vai ajudar a ter um entendimento geral da coisa e que vai ajudar na reflexão. É um vídeo antigo mas vale a pena assistir.
Mas exemplo, o "modelo" vendido no brasil é o final 14 exemplo, sabemos que é o mesmo videogame, só muda o padrão do conector de energia, diferente do modelo americano que é final 15.
Mesmo assim são "obrigados" a aceitar? Digo pq tive um PS4 que deu problema, tentei resolver com a Sony e eles soltaram essa que não podem dar garantia, bla bla bla devido ao modelo fabricado lá fora não condizer com as especificações do modelo fabricado aqui (Balela, sabemos que é o mesmo produto).
Inversão do ônus da prova em favor do consumidor (art 6 do CDC): a empresa vai ter que comprovar na justiça, por A + B, sendo possível o próprio Juiz nomear um técnico de sua confiança para analisar a prova, que a fabricacao diversa comprometeria o funcionamento do console aqui. Como vc mesmo disse: balela mesmo, o que seria uma prova impossível pra eles. Dessa ladainha a justiça está lotada, infelizmente.
A Sony tá apostando em um lançamento gigante para o PS5 pelo visto. O preço deve tem que ser bom e lineup pesado para o primeiro ano, 11 milhões de consoles produzidos até março ainda é coisa pra caralho.
A Sony tá apostando em um lançamento gigante para o PS5 pelo visto. O preço deve tem que ser bom e lineup pesado para o primeiro ano, 11 milhões de consoles produzidos até março ainda é coisa pra caralho.
Sim, já é mais do que o PS4. Se os caras queriam 15m pra pouco mais de quatro meses é de uma confiança do krl mesmo.
Começo a acreditar no Digital por 400 doleta. Ainda bem que falta pouco pra saber de uma vez.
Estavam falando de GOW umas páginas atrás, resolvi voltar no game só pra relaxar matando uns inimigos (já tinha zerado faz tempo)... Acabei decidindo ir atrás da platina
E olha que nem curto ficar platinando, mas o combate desse game é bom demais!
Ancioso pro Kratos pegar o Thor na porrada no próximo game no PS5
A Sony tá apostando em um lançamento gigante para o PS5 pelo visto. O preço deve tem que ser bom e lineup pesado para o primeiro ano, 11 milhões de consoles produzidos até março ainda é coisa pra caralho.
Ken Kutaragi, o "pai" do PlayStation e o principal responsável pela criação da Sony Computer Entertainment, divisão de videogames e entretenimento interativo da Sony, não está nada satisfeito com a companhia-mãe. Recentemente, ao ter de admitir a redução da disponibilidade na estréia do...
adrenaline.com.br
"Recentemente, ao ter de admitir a redução da disponibilidade na estréia do PlayStation 3 de dois milhões para 500 mil unidades no mundo todo, e consequentemente ter de adiar o lançamento europeu, voltou suas críticas para a corporação. "
O NeoFeed apurou que a empresa vai encerrar a produção de TVs, equipamentos de áudio e câmeras fotográficas. Apenas o PlayStation continuará a ser vendido no Brasil
Mais para manter estoques e depois poder normalizar. As duas estão contando com a escassez da outra para abocanhar mais mercado.
O PS3 só não vendeu mais nos primeiros meses porque faltavam consoles. Não conseguiam produzir mais porque faltavam peças para os leitores Bluray, um diodo de 0.25 centavos.
Imagine a frustração por conseguir ter tudo e depois assistir tudo encaixotado esperando por uma peça de 25 cents.
edit:
Entram outros fatores também:
Quanto maior o pedido, maior a chance na queda do preço, assim como previsões de valores futuros. Provavelmente faça mais sentido produzir mais antes em função do valor de algumas peças que venham a subir de preço ou dividir linhas de produção com outros produtos (o que encarece).
Quanto mais Playstations conseguirem vender para os lojistas, menor a chance de XBOX serem vendidos no lugar de Playstations.
" De acordo com a publicação, os SoCs ('system-on-a-chip') que alimentam o console estão apresentando uma taxa de defeitos maior do que a esperada, chegando na casa dos 50%. "
Casa dos 50% sendo que houveram períodos mais críticos (citado na notícia) é uma situação bem delicada.
Ken Kutaragi, o "pai" do PlayStation e o principal responsável pela criação da Sony Computer Entertainment, divisão de videogames e entretenimento interativo da Sony, não está nada satisfeito com a companhia-mãe. Recentemente, ao ter de admitir a redução da disponibilidade na estréia do...
adrenaline.com.br
"Recentemente, ao ter de admitir a redução da disponibilidade na estréia do PlayStation 3 de dois milhões para 500 mil unidades no mundo todo, e consequentemente ter de adiar o lançamento europeu, voltou suas críticas para a corporação. "
O NeoFeed apurou que a empresa vai encerrar a produção de TVs, equipamentos de áudio e câmeras fotográficas. Apenas o PlayStation continuará a ser vendido no Brasil
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Mais para manter estoques e depois poder normalizar. As duas estão contando com a escassez da outra para abocanhar mais mercado.
O PS3 só não vendeu mais nos primeiros meses porque faltavam consoles. Não conseguiam produzir mais porque faltavam peças para os leitores Bluray, um diodo de 0.25 centavos.
Imagine a frustração por conseguir ter tudo e depois assistir tudo encaixotado esperando por uma peça de 25 cents.
edit:
Entram outros fatores também:
Quanto maior o pedido, maior a chance na queda do preço, assim como previsões de valores futuros. Provavelmente faça mais sentido produzir mais antes em função do valor de algumas peças que venham a subir de preço ou dividir linhas de produção com outros produtos (o que encarece).
Quanto mais Playstations conseguirem vender para os lojistas, menor a chance de XBOX serem vendidos no lugar de Playstations.
" De acordo com a publicação, os SoCs ('system-on-a-chip') que alimentam o console estão apresentando uma taxa de defeitos maior do que a esperada, chegando na casa dos 50%. "
Casa dos 50% sendo que houveram períodos mais críticos (citado na notícia) é uma situação bem delicada.
Por isso deveriam produzir o máximo que puderem, mas vai entender essas empresas... que vai vender não temos dúvida. Então pq “segurar”? Talvez seja jogada pra valorizar o produto: fez tanto sucesso que esgotou... mesmo sabendo que a empresa só tem a perder quando deixa de vender por “falta de estoque”.
Por isso deveriam produzir o máximo que puderem, mas vai entender essas empresas... que vai vender não temos dúvida. Então pq “segurar”? Talvez seja jogada pra valorizar o produto: fez tanto sucesso que esgotou... mesmo sabendo que a empresa só tem a perder quando deixa de vender por “falta de estoque”.
Da ótica do consumidor tanto faz, mas possuir reserva para atender lojistas e atender poder lidar com situações adversas, mal não vai fazer. O 360 surfou muito na onda da falta de PS3s. Lojista quer vender vg, não tem A? Então me manda B.
As montadores japonesas sofreram bastante quando houveram aqueles terremotos no Japão por conta da falta de peças que o mundo queria, mas não estavam disponíveis. A mesma coisa a Apple quando uma das principais fabricantes de suas peças e acessórios pegou fogo 10 anos atrás.