Só que nisso ta incluso indies também, não sei se a maioria se sobressai assim como você disse, as vezes acho que eles são competentes, mas muitos se escoram numa nostalgia visual que eu mesmo não tenho.Minha teoria é que a gente, ao longo de todos esses anos, já jogou tanta, mas tanta coisa, que aos poucos, mesmo sem perceber, vamos filtrando as experiências repetidas.
Você olha aquele mega lançamento, assiste o trailer, vê os reviews e pensa "Ah, maneiro... Mas depois eu jogo" porque no fundo você já jogou aquela campanha mil vezes, só que com personagens e nomes diferentes.
Tem sempre um mal supremo, um herói que, se não foi predestinado, vem ao acaso, aí o tiroteio ou os dragões ou as espadas e etc. E no final você termina enfrentando um Deus megazord ou o chefe do cartel de drogas ou algum demônio safado cheio de tentâculos e dente que vai invadir a Terra e... tudo termina explodindo e os créditos sobem com uma cena do Sol nascente.
Aí eu acredito que o cenário indie tem se tornado bem interessante, com umas premissas diferentes, focado em gameplays com poucos elementos, mas bem amarrados e sem aquela encheção de linguiça no meio da campanha que faz um game de 10 horas virar uma trabalheira de 20h.
Mas é só minha humilde opinião de bosta...
Minha wishlist foi pro saco e meu backlog ta minguando(mas ainda é grande demais pra zerar nessa vida) porque retiro o que é bom mas ja vi, exemplo recente é Outer Worlds e aquele indie The Messenger.
.
.



