Bom... há umas 3 semanas, saindo do shopping da cidade, sentei no ponto do busão para esperar condução para casa.
Do meu lado estava uma moça a qual chamarei de "Maria".
Maria estava esperando ônibus também, a qual, após breve puxada de conversa, me disse que era o mesmo que o meu.
Entramos no mesmo ônibus, cheio pra variar, mas pintou um assento vazio na minha frente, o qual cedi para Maria, ela sentou e eu cheguei para mais perto para continuar conversando.
Perto do meu ponto de ônibus, ela me perguntou exatamente onde eu morava no bairro (moramos no mesmo bairro), respondi e logo tive de descer, pois meu ponto chegara.
Não tive a oportunidade de perguntar o nome dela e nem de pegar o telefone, pois durante nossa conversa, tinha um tiozão que insistia em se intrometer, daquele tipo de pessoa que se mete em assuntos alheios para expressar suas opiniões. Não demos um fora por educação.
Como não tive a oportunidade de pegar o tel dela e nem o nome, desci do busão com o pensamento: "Bom... se é mesmo para eu conhecer essa mina, saber quem ela é, Deus vai fazer com que nossos caminhos se cruzem novamente!"
Eis que semana passada, em uma página local do Linkedin, vejo um pessoal com uma idéia de formar um grupo de contatos locais no whatsapp e para treinar o inglês. Pedi para adicionar o meu número.
Então, estava eu em casa, ontem, jogando o meu Xbox One maroto e, do nada, recebo um whats de um número que nunca vi na vida... "Olá... eu acho que te conheço!"
Respondi: "Mas ein, de onde?"
Respondeu: "Umas semanas atrás, nós pegamos o ônibus para o mesmo bairro, lá em frente ao shopping da cidade!"
Respondi: "Meu Deus do céu! não acredito... você é aquela moça que mora aqui no bairro?"
Respondeu: "Sim, sou eu... estava procurando no face o pessoal do grupo do whats lá e sabia que sua cara era conhecida!"
Enfim... conversa vai, conversa vem, acaba que estamos meio que interessados em um conhecer mais o outro e tal, estamos trocando mensagens direto.
Ela pedindo para eu ajudá-la no inglês e falando coisas como "Você precisa sair comigo para me ajudar a treinar a fala!"
Ela me disse que o gesto de eu ter cedido o lugar à ela no busão e chegar mais perto, marcou ela de uma certa forma, que ela não esqueceu daquilo.
Ela é evangélica, divorciada, tem uma filhota e com 28 anos.
Eu não vou à igrejas, apesar de acreditar em Deus, solteiro e completo 27 anos em março.
Eu falei para ela a parada que eu pensei quando saí do busão, depois de uma boa conversa que tivemos, que se era para conhecê-la, Deus iria fazer com que cruzássemos nossos caminhos novamente e ela pareceu gostar de ter ouvido isso.
Ela me disse que gostaria muito de conhecer uma pessoa com as mesmas ideologias dela (princípios da igreja), mas que isso não era regra e que vai muito de conhecer uma outra pessoa e tal.
Eu sempre tive o conceito de não querer "continuar o save game de alguém", se é que me entendem... ou seja, não me relacionar com mulher que já tenha filho, principalmente se for muito pequeno, caso dela, a filhota tem 3 anos, pois a criança se apega demais com o tempo.
Mas eu não sei por que, alguma coisa tá me dizendo que eu tenho que tentar sim com ela, seguir em frente e ver no que dá.
Ela até agora não me negou nenhum convite de saída, só não saímos ainda por causa da correria do fim de ano, mas já estamos marcando algo para o próximo fim de semana, tanto é que ela já avisou que a filha estará com o pai.
Depois de divorciada, ela voltou a morar com os pais dela, para ajudar na criação da filha, etc, etc...
Ela me disse que não é de namorar, por namorar... e eu, ultimamente, ando procurando algo maneiro, compromisso mesmo!
Enfim, desculpem a grande quantidade de espaços, mania de digitar e-mails empresariais separando bem as frases.
O que vocês me aconselham? Eu to curtindo DEMAIS os papos que estou tendo com ela!![]()
Se vocês estão se curtindo, deixa rolar man
Continua do mesmo jeito, como você mesmo disse, se for pra ficarem juntos, vocês vão ficar
boa sorte pra vocês






)


