Você acredita em DEUS? -=Topico Infinito=-

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Mitchell1985

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No campo das possibilidades, não existe espaço para um Criador? Uma Inteligência por trás das coisas?

Se as coisas são o que são apenas porque sim, eu posso afirmar que Deus existe porque sim e pronto.

Se é tão natural a formação de aminoácidos e dai partir pra moléculas replicantes, então devo crer sim que o Universo conspira para a vida, o que contradiz a idéia de que o Universo não foi feito pra vida, mas a vida se adaptou a ele.

Pois já foi provado com A+B que qualquer mínima diferença em todo o processo UNIVERSAL (estamos falando de toda matéria e energia existente e de TODO o processo a partir do Big-Bang) nada existiria como hoje.

Tudo tão perfeito, o tempo certo, a quantidade certa de energia, a transformação exata de matéria, e ainda tudo isso conspirando para a vida, e mesmo assim tudo não passou de um acaso feliz?

Olha... não seria justo usar a Ciência em seu estágio atual para argumentar a favor de Deus.

Teoricamente, diziam que quanto mais a Ciência avançasse, menos espaço para Deus existiria.

Tem acontecido justamente o contrário. O avanço da Ciência trouxe mais perguntas que respostas, e desnudou um mundo ainda mais complexo e maravilhoso do que antes se supunha.

E no meu caso, quanto mais bebo da Ciência, mais me embriago com a presença do Criador.

E se antes de nós tivesse existido 1000000000000000000000000 universos sem condições para abrigar a vida? E se o nosso universo fosse como uma borboleta num carvalho?

É óbvio que num universo sem condições para existir a vida não haveria ninguém para ficar falando "nossa, olha só como este universo foi tão perfeitamente concebido para que a vida nunca surgisse!"
 

Beto apologista

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Não vou discutir o mérito das questões destes últimos posts, pois já refletimos muito sobre este assunto. Depois de ler as opiniões expressas em vários posts deste tópico e analisar outros fóruns e sites, fiquei um pouco intrigado com a reflexão deste pastor:

"Comemoram-se os duzentos anos de Charles Darwin e de sua Teoria da Evolução das Espécies. Até ele a criação era vista como algo fixo, sem mudança desde o 6º Dia da Criação.
Em momento algum, todavia, a Bíblia diz que o Pai já não cria e nem trabalha...
Ao contrário, Jesus disse: “Meu Pai trabalha até agora...”
Os cristãos querem um Deus que Intervenha na vida, mas não querem um Deus que continue criando...
Sim! Querem um Deus de milagres para o homem, de criações novas para o homem; mas que não seja milagroso na criação.
E mais: fazem diferença entre Jesus curando e criando um olho em um cego de nascença e Jesus criando um órgão em um peixe no fundo do mar...
Assim, se são informados que animais estão ainda mudando e evoluindo, ganhando novos membros ou órgãos de adequação à vida, acham que isto seja blasfêmia.
Deus criou em Dias Eras de tempo e de não tempo.
Cada dia do Dia de Deus é feito de bilhões de anos humanos?... Por que não? Quem declarou tal impedimento?
Deus não sofre o tempo; posto que o tempo exista Nele.
Entretanto, se crê que o Deus dos crentes, o Criador, não tinha nada a fazer antes do homem.
Assim, agora, depois do homem, somente o homem interessa a Deus, pensam eles.
Deus, no entanto, assim como redime desde antes da fundação do mundo, também cria desde sempre; e assim como nunca deixou de redimir, também nunca deixou de criar.
O Gênesis diz Quem criou.
A ciência tenta dizer como foi criado.
Uma coisa é o Autor. Outra a Obra.
A fé lida com o Autor. A ciência lida com as Obras.
Qual é o problema?
Até no quintal de minha casa vejo as coisas mudando, se adaptando...
O Salmo 104 nos diz que tais Obras de Renovação da Natureza é trabalho do Espírito Santo, o qual, sendo enviado sobre a Terra, renova toda a criação... sempre.
Mas a pressa e a presunção do homem querem dizer quanto tempo Deus tem que ter levado para criar...
E mais:
A Bíblia não quer dizer como Deus criou. Apenas nos diz que Ele falou e assim se fez.
O Deus de Jesus criou, cria e continuará criando!...
Ora, o que é que existe entre o Gênesis e o Apocalipse senão Evolução?
Sim! O que existe entre o Jardim e a Cidade Santa senão evolução?
Evolução como evolução é; ou seja: cheia de “catástrofes”.
Entretanto, eu pergunto: E qual é o problema?
Darwin não é meu inimigo.
Celebro sua ousadia e fé.
Todavia, lamento que os crentes tenham endiabrado o homem, exceto os crentes ingleses, os quais, pela via de gente boa de Deus como C.S. Lewis e outros, logo entenderam que ali não havia conflito entre a Bíblia e a ciência.
Na América, porém, Darwin virou o diabo!
Ora, Darwin nunca esteve em briga com Deus. Apenas, como um homem de ciência, desejava entender a criação.
Mas a insegurança dos crentes, que tenta fazer da Bíblia um manual de “Ciências”, comete o crime de tornar anátema aquilo que não entende e nem tem cabeça isenta para refletir em paz a fim de compreender.
Ao fim da vida, tendo sido visto lendo a Bíblia por um crente que trabalhava no jardim onde estava meditando, Darwin ouviu o homem perguntar como ele lia a Bíblia se não cria nem na Bíblia e nem em Deus. Darwin assustou-se e disse: “Ah! Não! Eu creio tanto em Deus quanto na Bíblia. O que eu digo é uma teoria de como Deus criou, mas não uma negação de que Ele tenha criado”.
Muito assustará os crentes quando e se virem, no Reino de Deus, Charles Darwin, Einstein, Newton, Copérnico, entre outros... — enquanto muitos bispos estarão de fora...
Enquanto isto... o obscurantismo perdura.
Já imaginou se Deus está interessado na briga entre criacionistas e evolucionistas?
Ah, meus amigos, sem medo eu lhes digo que Ele não está.
Assisto documentários sobre a Evolução das Espécies e me deleito no amor de Deus!
Todavia, para mim, não há diferença se os 6 dias foram dias pequenos, mínimos de tempo ou se foram bilhões de dias e anos...
Entretanto, e se um Dia se tornasse um Dia apenas quando cada processo estivesse parcialmente concluído a fim de iniciar um outro...Dia?
Qual o problema?
Você está com pressa?
Não estou pedindo a sua opinião.
Apenas expresso a minha.
Afinal, quem pensa que cheguei aqui sem milhões de horas de oração e reflexão?

Nele, que trabalha até agora e continua criando sempre, ainda que não vejamos,

Caio
25 de fevereiro de 2009
Lago Norte
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DF"
 

Shalashaska

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Não vou discutir o mérito das questões destes últimos posts, pois já refletimos muito sobre este assunto. Depois de ler as opiniões expressas em vários posts deste tópico e analisar outros fóruns e sites, fiquei um pouco intrigado com a reflexão deste pastor:

"Comemoram-se os duzentos anos de Charles Darwin e de sua Teoria da Evolução das Espécies. Até ele a criação era vista como algo fixo, sem mudança desde o 6º Dia da Criação.
Em momento algum, todavia, a Bíblia diz que o Pai já não cria e nem trabalha...
Ao contrário, Jesus disse: “Meu Pai trabalha até agora...”
Os cristãos querem um Deus que Intervenha na vida, mas não querem um Deus que continue criando...
Sim! Querem um Deus de milagres para o homem, de criações novas para o homem; mas que não seja milagroso na criação.
E mais: fazem diferença entre Jesus curando e criando um olho em um cego de nascença e Jesus criando um órgão em um peixe no fundo do mar...
Assim, se são informados que animais estão ainda mudando e evoluindo, ganhando novos membros ou órgãos de adequação à vida, acham que isto seja blasfêmia.
Deus criou em Dias Eras de tempo e de não tempo.
Cada dia do Dia de Deus é feito de bilhões de anos humanos?... Por que não? Quem declarou tal impedimento?
Deus não sofre o tempo; posto que o tempo exista Nele.
Entretanto, se crê que o Deus dos crentes, o Criador, não tinha nada a fazer antes do homem.
Assim, agora, depois do homem, somente o homem interessa a Deus, pensam eles.
Deus, no entanto, assim como redime desde antes da fundação do mundo, também cria desde sempre; e assim como nunca deixou de redimir, também nunca deixou de criar.
O Gênesis diz Quem criou.
A ciência tenta dizer como foi criado.
Uma coisa é o Autor. Outra a Obra.
A fé lida com o Autor. A ciência lida com as Obras.
Qual é o problema?
Até no quintal de minha casa vejo as coisas mudando, se adaptando...
O Salmo 104 nos diz que tais Obras de Renovação da Natureza é trabalho do Espírito Santo, o qual, sendo enviado sobre a Terra, renova toda a criação... sempre.
Mas a pressa e a presunção do homem querem dizer quanto tempo Deus tem que ter levado para criar...
E mais:
A Bíblia não quer dizer como Deus criou. Apenas nos diz que Ele falou e assim se fez.
O Deus de Jesus criou, cria e continuará criando!...
Ora, o que é que existe entre o Gênesis e o Apocalipse senão Evolução?
Sim! O que existe entre o Jardim e a Cidade Santa senão evolução?
Evolução como evolução é; ou seja: cheia de “catástrofes”.
Entretanto, eu pergunto: E qual é o problema?
Darwin não é meu inimigo.
Celebro sua ousadia e fé.
Todavia, lamento que os crentes tenham endiabrado o homem, exceto os crentes ingleses, os quais, pela via de gente boa de Deus como C.S. Lewis e outros, logo entenderam que ali não havia conflito entre a Bíblia e a ciência.
Na América, porém, Darwin virou o diabo!
Ora, Darwin nunca esteve em briga com Deus. Apenas, como um homem de ciência, desejava entender a criação.
Mas a insegurança dos crentes, que tenta fazer da Bíblia um manual de “Ciências”, comete o crime de tornar anátema aquilo que não entende e nem tem cabeça isenta para refletir em paz a fim de compreender.
Ao fim da vida, tendo sido visto lendo a Bíblia por um crente que trabalhava no jardim onde estava meditando, Darwin ouviu o homem perguntar como ele lia a Bíblia se não cria nem na Bíblia e nem em Deus. Darwin assustou-se e disse: “Ah! Não! Eu creio tanto em Deus quanto na Bíblia. O que eu digo é uma teoria de como Deus criou, mas não uma negação de que Ele tenha criado”.
Muito assustará os crentes quando e se virem, no Reino de Deus, Charles Darwin, Einstein, Newton, Copérnico, entre outros... — enquanto muitos bispos estarão de fora...
Enquanto isto... o obscurantismo perdura.
Já imaginou se Deus está interessado na briga entre criacionistas e evolucionistas?
Ah, meus amigos, sem medo eu lhes digo que Ele não está.
Assisto documentários sobre a Evolução das Espécies e me deleito no amor de Deus!
Todavia, para mim, não há diferença se os 6 dias foram dias pequenos, mínimos de tempo ou se foram bilhões de dias e anos...
Entretanto, e se um Dia se tornasse um Dia apenas quando cada processo estivesse parcialmente concluído a fim de iniciar um outro...Dia?
Qual o problema?
Você está com pressa?
Não estou pedindo a sua opinião.
Apenas expresso a minha.
Afinal, quem pensa que cheguei aqui sem milhões de horas de oração e reflexão?

Nele, que trabalha até agora e continua criando sempre, ainda que não vejamos,

Caio
25 de fevereiro de 2009
Lago Norte
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DF"

Interessante... mesmo. Ele foi muito lúcido e feliz na sua declaração, ao mesmo tempo que não abandonou sua crença. Merece aplausos :yes:

É difícil encontrar religiosos esclarecidos e abertos assim. Eu diria que esse pastor tem um forte cerne secular humanista nele, o que não necessariamente exclui seu gnosticismo, apesar de ser mais incomum.
 

guicn

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De fato, o problema com Darwin se limita em quase sua totalidade com os protestantes e evangélicos. Os católicos em sua maioria aceitam a teoria como ela é proposta, pelo que pude perceber. Há uma minoria que repudia, mas não merece ser considerada.
 

Beto apologista

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Argumentação

Gosto de apreciar uma boa argumentação, independente do que penso e achei mais interessante, ainda, está segunda reflexão do pastor já citado:

A IRA DOS “CRIACIONISTAS”!
"O rasgo que a Teologia causou entre a Natureza, de um lado, e a Graça, de outro lado, é uma das coisas mais diabólicas desta vida.
O resultado é que a Natureza somente é estudada por quem não crê na Criação de Deus; afinal, os crentes acham que a Bíblia seja um livro de ciências também, quando, de fato, ela não é e nunca desejou ser assim vista.
Entre os cristãos os que estudam ou dedicam-se às áreas do saber que lidam com a biologia, a paleontologia, e todas as chamadas ciências naturais, quase sempre o fazem para defenderem Deus como Criador, salvando-O dos ataques dos “evolucionistas ateus”, ou até mesmo dos que, aceitando a idéia teórica da evolução, sejam crentes em Jesus.
Postei um texto sobre CRIAÇÃO POR EVOLUÇÃO E POR REDENÇÃO! , e, o resultado foi o seguinte:
Centenas me escreveram agradecendo, especialmente os crentes que assim pensam, mas que se sentem oprimidos pelos demais, POSTO QUE se tão somente expressarem tal idéia, ainda que declarando que o debate não é essencial à fé de ninguém, mesmo assim são taxados de descrentes e traidores.
De outro lado, recebi também algumas cartas, não mais do que cinco, de gente revoltada e agredida pela minha Opinião; a qual, para deixar claro sua não-fundamentalidade, colei no site justamente no link Opinião.
Faço distinção clara entre o que seja Palavra e o que seja minha Opinião. Aleluia! Rsrsrs.
Assim, no link Opinião digo o que penso, ainda que nada do que ali esteja carregue importâncias essenciais à fé, ou até mesmo qualquer coisa que não seja apenas o meu modo de ver. Afinal, tenho também o direito de pensar o que penso quando não haja na Escritura nada explicito sobre o tema, ou, ainda, quando o tema seja obscuro, mas não desnecessário a alguma forma de reflexão; e mais: quando o tema não seja essencial à fé já revelada; pois, para mim, o que está dito vale e não há reflexões secundarias a serem feitas.
Nem sempre pensei como penso hoje sobre o tema. De fato, faz uns 25 anos que meu pensamento sobre o assunto foi mudando...
A Ed. Mundo Cristão deve ter um livro meu, da seria “Os Pensadores”, intitulado “Viver: Desespero ou Esperança”, no qual, em um dos capitulos, advoguei apaixonadamente a criação literal, com sete dias de 24 horas cada um, etc.
Entretanto, logo depois da publicação do livro, que foi por mim escrito quando eu ainda tinha 21 anos e foi publicado quando eu tinha 26 anos, outro processo iniciou-se em mim.
Primeiro por verificar a não-importância do tema no que tangia à edificação da fé que salva o homem para o amor a Deus no mundo.
Depois, porque, logo depois, comecei a ver o quão ideológica era a tal defesa, além de ser totalmente arbitraria, posto que se servisse dos achados dos que de fato estudam o assunto e o pesquisam a fundo, mas cujos achados são usados a fim de se criar uma ideologia criacionista, que é tanto religiosa e obscurantista, quanto também politicamente fundamentalista.
O Evolucionismo é ideológico, tanto quanto o Criacionismo. Não quero nada com nenhuma das duas ideologias.
Creio que o Senhor, o Criador de todas as coisas visíveis e invisíveis, criou como bem entendeu criar; e mais: que não me parece fazer sentido ter-se a criação para estudar, e, mediante tais estudos, ficar-se chocado com os achados que digam apenas o modo como as coisas foram criadas, embora não advoguem uma causa criadora.
Dois professores de Biologia me escreveram cartas hostis dizendo que eu estava destruindo a fé dos crentes.
Já pensou a fraqueza da fé desses crentes supostamente cientistas?!
Exemplo de uma das correspondências:

----- Original Message -----
From:
To: [email protected]
Sent: Friday, February 27, 2009 8:55 AM
Subject: CRIAÇÃO POR EVOLUÇÃO E POR REDENÇÃO!

Prezado Caio

Li suas colocações sobre a questão. Sou evangélico, Batista, e Criacionista.
Acredito ser um homem de fé, mas sou sobretudo um ser racional.
Sou um cientista, um químico. E nestes mais de 30 anos estudando Ciência me aprofundei no estudo das teorias sobre nossas origens.
Como cientista e pesquisador, posso te disser racionalmente que os dados que tenho não vem de observações que fiz no quintal de minha casa... mas vem da Ciência., da racionalidade, da analise fria e imparcial de dados. Dos avanços científicos mais recentes, dos dados de genoma, da bioquímica, da química, dados científicos de fronteira.
Estes dados mostram, agora de uma forma extremamente clara e inconfundível, COMO Deus criou.
E hoje não sabemos exatamente todos os mecanismos, mas uma coisa sabemos com certeza: Ele não usou a Evolução! Pois a Evolução se mostra hoje uma teoria falida, totalmente descartada pela Ciência Moderna, que se sustenta apenas pela força da propaganda, pelas muletas e escoras do naturalismo filosófico.
Sua nota nos mostra, infelizmente, que as muletas e ancoras não são só colocadas pelos naturalistas filosóficos, mas que o obscurantismo infelizmente se alastrou e se instalou também entre nós.
Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem, e o que dizem, e o que escrevem.....
__________________

A esta carta apenas disse:

----- Original Message -----
From: CAIO
To:
Sent: Friday, February 27, 2009 11:17 AM
Subject: Re: CRIAÇÃO POR EVOLUÇÃO E POR REDENÇÃO!

Meu irmão,

Não quis ofendê-lo.

Deus o guarde.

Nele,

Caio

______________________

Ele prosseguiu:

----- Original Message -----
From:
To: 'CAIO'
Sent: Friday, February 27, 2009 11:54 AM
Subject: CRIAÇÃO POR EVOLUÇÃO E POR REDENÇÃO!

Caio

Você não quis, talvez não, mas ofendeu duramente gente de bem, gente que está em busca da verdade. Gente que tem apanhado muito já dos meninos e meninas de Darwin e agora se vê alvo de “fogo amigo”.
Qual foi sua intenção? Não quis ofender, então quis o que?
Você chamou todos eles, que apanham “de graça” todo dia por ousarem se levantar contra uma grande mentira, de radicais, fanáticos, obscurantistas, desinformados... Não quis matar, mas atirou, não quis machucar, mas deu a tapa...
Você precisa tomar cuidado com o que diz, lembre-se do conselho bíblico:
Qualquer, porém, quefizer tropeçara umdestes pequeninos que crêem em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoçouma grandepedra de moinho, e fosse afogado na profundeza do mar. (Mat. 18:5-6).
Nunca vi um texto tão herege, tão insano, tão ofensivo aos que lutam contra a insanidade da evolução, uma teoria completamente falida, nunca vi alguém tão desinformado falando tanta besteira (desculpe, irmão, não quis ofendê-lo, apenas adverti-lo, sinceramente).
Você precisa se informar, ler sobre a questão, e não entrar na onda do beija-mão de Darwin, se curvar ao ídolo...
Alguém que é reconhecido como um líder cristão que pode influenciar tanta gente não pode se aventurar em escrever sobre o que não sabe, o que não entende, ....
Quem te revelou que todos aqueles foram salvos?
Que onisciência é esta que tu tens?
Entre, por exemplo, no blog Desafiando a nomenklatura cientifica. Não são só os “Cristãos que odeiam Darwin” que estão descarregando seu ódio sob o manto do obscurantismo religioso. É gente esclarecida, conhecedora do assunto, estudiosos da questão, gente racional, muito bem iluminados pela razão e conhecimento.
Olhe ao seu redor e veja o estrago que o naturalismo filosófico falso e falido tem causado, veja quantos gregos ao nosso redor, ....
Meu desejo sincero é que Deus tenha misericórdia de ti, e te esclareça. E de mim, para que me ire, mas não peque.
Um grande abraço fraterno em Cristo Jesus. Que bom que a sua misericórdia se renova sobre nos todos os dias....
______________________

A tal resposta, sem muita paciência para discutir [não me resta nenhuma], apenas disse:

“Olhe ao seu redor e veja o estrago que o cristianismo estúpido causou ao mundo!
Alguma dúvida de que ele foi feito por gente com o seu espírito persecutório como o seu?”

Um abraço.

Caio
________________________________
Continuando:

Foi um cristão inglês, Dr. Prance, que foi pesquisador do IMPA, em Manaus, na década de 70 ainda, que, convidado por mim como cientista piedoso, veio até a uma reunião de jovens, e disse que era um crente que cria que Deus criara usando os caminhos lentos da evolução. Fiquei chocado. O homem é, ainda hoje, um dos gurus da Botânica na Terra.
Depois do choque, ajudado por ele, passei a pesquisar e a conferir as coisas com ele.
Foram anos lendo e meditando...
Portanto, o que eles não sabem é que sei o que eles pensam e também que já me alimentei das mesmas idéias, as quais são velhas e sem amparo na base empírica do estudo cientifico.
Mas, para eles, tudo é culpa da propaganda...
Interessante, mas, fora tais cientistas de Escola Dominical, o resto do mundo cientifico precisa ser informado que as ultimas descobertas da Ciência Moderna mudaram radicalmente, talvez no Governo Bush. Rsrsrs.
E mais:
Prefiro quem diz que crê porque crê, do que quem diz que é racional, que sua posição é lógica e não de fé, pois, a usarmos tais critérios, o que posso dizer senão: “Meu irmão, então, use a cabeça; pois, do contrário, apenas diga que é assim que você crê; e pronto!”
O que me choca é a ira, no entanto!
Sim! Escandalizo-me [rsrsrs] com o ódio e falta de controle de tais pessoas.
Creio que sejam “missionários” da igreja dentro dos centros de ciência advogando o que pela ciência não podem advogar.
Ora, não defendo teoria nenhuma [para mim Deus criou e pronto!], mas apenas a abertura para se buscar entender o que não é principio de fé.
De fato, quem tem Jesus e o Evangelho não tem tempo para o que não salva a vida e não eleva o homem ao amor de Deus.
Mas, tenho direito a ter minha própria opinião!
Ninguém que não seja assim, tão medroso e desesperado pelo fanatismo obscurantista, fica escandalizado com nada, especialmente porque todos sabem qual é a minha fé.
Gostaria muito de ter um exemplar digitalizado do meu livro “Viver: Desespero ou Esperança”, a fim de que se veja o quão ardoroso já fui da tese “criacionista”, a qual não passa de um arremedo de ciência, pois visa apenas provar a literalidade da narração bíblica. Ou seja: é uma ciência que já chega pronta.
Assim, respeito todo aquele que diz que é porque é, e que diz que crê assim porque assim crê; mas não agüento isto sendo feito em nome do que, em tese, demanda mente aberta e não irada nunca.
Afinal, quem se ira fazendo ciência ainda não aprendeu como a ciência deve ser feita.
Entretanto, não tenho tempo para isso.
O mundo está acabando, e, por isto, toda a minha energia está canalizada para o que edifica a fé dos homens no simples amor de Deus em Jesus.
A ira é a viseira que impede todo e qualquer debate ou conhecimento limpo e isento.
Um cientista irado é um obscurantista vestido de jaleco branco em laboratório; e nada além disso.
Eles zangam-se comigo, mas os filhos deles me agradecem.
Um beijo em todos os irados!
Irem-se bem..., mas não pequem; está bom?
Que a Graça seja sobre todos!

Nele, que apenas disse: Amem como ama o vosso Pai celeste,

Caio
27 de fevereiro de 2009
Lago Norte
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www.vemevetv.com.br"
 

guicn

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Eu já nem discuto mais evolução com quem a nega. É um absurdo que não merece cogitação. Ela é a base da biologia e é um dos motivos de termos toda essa gama de medicamentos e tratamentos médicos que salvam milhares de vidas.

A criatura que mandou esses emails para o Caio é repugnante. Me desculpe, mas não dá mais para aceitar esse tipo de argumentação.
 

Soro

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Na verdade eu acho meio deprimente tentar encaixar toda descoberta cientifica como uma forma antes desconhecida sobre como Deus age.

É um tipo de apelação desesperada igual o que fazem os exotéricos, que agora pegaram carona na física quantica.

Deus não precisa disso. A fé em Deus não precisa disso.

Há espaço na minha mente para aceitar a evolução naturalmente, e ao mesmo tempo crer no "Invisível"...

Tentar entender Deus sob a lógica é perda de tempo. Tentar entende-lo sob qualquer aspecto é bobagem...
 

Nego Tiziu

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Soro, eu tava respondendo teu post anterior, mas fiquei doente e ainda to tonto da gripe. Aí o pessoal falou algo parecido com o que eu iria falar, então vou deixar essa.

Logo depois teve aquele post do gustavo00. A segunda parte do post dele, que ele fala sobre a crença dele, é a mesma velha história. Fé cega. Nenhuma evidência que leve àquilo, apenas desejo e tradição.

E agora esse ponto do Beto. Sabe, a forma de pensar desse pastor ainda não é a forma que eu acho melhor, mas é bem claro que ele separa suas crenças das coisas racionais. Tinha uma crença tal, que preenchia determinada lacuna de conhecimento. Mais tarde, encontrou uma explicação racional para parte da lacuna, então editou a crença pra ela caber só no pedaço restante da lacuna. Sem dúvida eu acho essa postura mais interessante do que aquela irracional (como a do cara que reclamou com o pastor no e-mail), ou seja, a que recusa a explicação racional apenas por causa da paixão pela crença e pelo orgulho. Acho que se alguém quer ter uma crença, que tenha, mas que não recuse a racionalidade pra continuar com a crença. Tem que ter em mente que uma coisa tem evidências e a outra não, e quando elas se chocarem, a que tem evidências deve prevalecer.

No entanto, ainda não acho essa postura muito boa. Como disse o Soro nesse último post, é uma coisa desesperada. Tentar remendar os frangalhos da crença original pra continuar com ela e com alguma racionalidade... Crença é geralmente dogmática e absoluta, não se baseia em evidências e não é como alguma teoria científica, que pode ser aperfeiçoada. Até porquê não segue critério nenhum, e qualquer alteração é puramente pessoal.

Ah, tem assunto pra fazer um baita post, mas hoje eu to realmente podre e sem saco pra escrever.
 

Kayke

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Abandonei o tópico porque venho xeretar o papo cabeça e meter o bedelho apenas quando as partes de informática estão paradonas ou repetitivas. Mas lendo os últimos comentários me parece que o problema de muitos é confundir Deus com religião e a religiosidade com o sagrado. Mas Deus e religiosidade são coisas que existem independentes da religião e do sagrado. Deus é Deus. A religiosidade é o sentimento que brota, puro e natural, nos dizendo que sim, existe algo além. A religião é a busca desse algo além, com seus erros e acertos. E o sagrado é o que cada religião junta e apresenta aos fiéis. É perfeitamente válido descrer das religões e crer em Deus. Mas eu digo descrer das religiões em seus dogmas, não nos princípios básicos, inerentes a todas elas, e que nasce da religiosidade natural do ser humano. Eu não vejo a menor incompatibilidade entre o que sei e o que creio. Tanto creio em Deus quanto sei que a evolução da espécie é um fato e que tudo na natureza se encadeia. O milagre está na semente que se transforma na árvore gigante e não no fato de eu amanhecer e encontrar uma árvore no meu quarto que ontem não existia. Da mesma forma o milagre está no big bang, no surgimento da vida e na evolução. E não no surgimento de um Adão e de uma Eva, que naturalmente era a forma dos antigos representarem o que entendiam sobre a criação.
 

Nego Tiziu

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Abandonei o tópico porque venho xeretar o papo cabeça e meter o bedelho apenas quando as partes de informática estão paradonas ou repetitivas. Mas lendo os últimos comentários me parece que o problema de muitos é confundir Deus com religião e a religiosidade com o sagrado. Mas Deus e religiosidade são coisas que existem independentes da religião e do sagrado. Deus é Deus. A religiosidade é o sentimento que brota, puro e natural, nos dizendo que sim, existe algo além. A religião é a busca desse algo além, com seus erros e acertos. E o sagrado é o que cada religião junta e apresenta aos fiéis. É perfeitamente válido descrer das religões e crer em Deus. Mas eu digo descrer das religiões em seus dogmas, não nos princípios básicos, inerentes a todas elas, e que nasce da religiosidade natural do ser humano. Eu não vejo a menor incompatibilidade entre o que sei e o que creio. Tanto creio em Deus quanto sei que a evolução da espécie é um fato e que tudo na natureza se encadeia. O milagre está na semente que se transforma na árvore gigante e não no fato de eu amanhecer e encontrar uma árvore no meu quarto que ontem não existia. Da mesma forma o milagre está no big bang, no surgimento da vida e na evolução. E não no surgimento de um Adão e de uma Eva, que naturalmente era a forma dos antigos representarem o que entendiam sobre a criação.

Bem falado. Mas essa religiosidade não aponta necessariamente para um Deus. Nada aponta para a existência de uma divindade. O que existe de fato são lacunas, e por tradição as pessoas as preenchem com algum suposto divino. Não é verdade que todas as pessoas tem algo puro e natural que as leva a crer em Deus. "Deus" pode ser para alguns um indivíduo, e para outros uma energia sutil, e para outros ainda alguém com cabeça de elefante; mas ninguém tem nenhuma evidência de que ele seja algo assim, sobrenatural. Não existe coisa alguma que aponte para a existência de algo sobrenatural.

Alguém poderia falar que Deus é o que nos faz existir, o que representa o início da realidade. Nada de personificar ou mistificar. Mas aí, não tem motivo pra se chamar de Deus, a não ser que se queira complicar o assunto.

"A religiosidade é o sentimento que brota, puro e natural, nos dizendo que sim, existe algo além", você diz. Bom, é claro que existe algo além, são as chamadas "lacunas"; não precisa de religiosidade pra alguém perceber isso. Mas se você se referiu a "algo além" como alguma coisa sobrenatural, mística, mágica ou algo que o valha, então religiosidade é desejo, esperança e fé cega. Não tem nada de racionalidade nisso. E qual o problema? Aí o negócio é pessoal. Eu tento ser uma pessoa racionalista, pela experiência essa me parece ser a melhor conduta a se adotar. Porém, tem o caso do Soro, por exemplo, onde ele tem uma crença que diz ter evidências. Pessoais, mas suficientes. E então, nesse caso, não temos exatamente uma fé cega, mas algo de certa forma racional. Embora ele não tenha nenhuma evidência que defina o divino em que acredita, ele tem evidências da sua existência. Então, enquanto ele acredita apenas na existência do divino e não se mete a definir esse divino sem bases, podemos dizer que ele tem uma postura racional. Mas, então, a "religiosidade" do Soro é diferente da tua definição. E mais sensata, eu acho.
 

Kayke

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Se duas crianças recém nascidas fossem abandonadas numa ilha deserta e perdida, se tais crianças conseguissem sobreviver e se disso resultasse uma comunidade sem o menor contato com o resto do mundo, surgiria daí uma religião. É esta a religiosidade que aponta para um Deus. Você vai encontrá-la em todos os povos, em todas as épocas. De onde vem isso? De onde vem a idéia inata de Deus? Não é um efeito da educação, evidentemente.

Já a compreensão de Deus nos vem da filosofia. Sabemos que não existe efeito sem causa. É a história do relógio e do relojoeiro. Old, mas válida.

"O índio na floresta conhece a quase invisível pegada do viajante, que não viu; o cão, no descampado, fareja o dono que está ausente. Mas experimente dizer ao cão que o dono não existe, e ao índio que o viajante não passou".

Sabemos que Deus é eterno: "Se Ele tivesse tido um começo teria saído do nada, ou teria sido criado por um ser anterior. É assim que, de degrau em degrau, remontamos ao infinito e à eternidade".

Sabemos que Deus é imutável: "se estivesse sujeito a mudanças, as leis que regem o universo não teriam nenhuma estabilidade".

Sabemos que Deus é único: "se houvesse vários deuses, não haveria unidade de desígnios, nem unidade de poder na ordenação do universo".
Haveria algum deus maior que o outro, então este maior é que seria Deus.

A experiência pessoal também nos fala, sim, de Deus. Quem não experimentou, não se entregou. Às vezes é preciso ter sofrido, e muito, para que essa entrega aconteça. O budista vai dizer que atingiu o nirvana, o evangélico vai dizer que foi tomado pelo Espírito Santo e assim por diante. Mas em qualquer dos casos é uma experiência inesquecível que dá uma idéia do que é o Céu, o Paraíso.

É moda, num site de tecnologia, como este, ser ateu. Como se ciência e Deus fosse coisas incompatíveis. Não é não.
 

livemusic

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Se duas crianças recém nascidas fossem abandonadas numa ilha deserta e perdida, se tais crianças conseguissem sobreviver e se disso resultasse uma comunidade sem o menor contato com o resto do mundo, surgiria daí uma religião. É esta a religiosidade que aponta para um Deus. Você vai encontrá-la em todos os povos, em todas as épocas. De onde vem isso? De onde vem a idéia inata de Deus? Não é um efeito da educação, evidentemente.
Vem da falta de conhecimento para explicar o que não entendem.
 

guicn

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Concordo que a religiosidade brote naturalmente. É algo que ocorreu durante toda nossa existência quando não sabíamos explicar algo, devido a falta de conhecimento à época. E é natural que continue enraizado na nossa cultura.

O nosso cérebro tem praticamente o mesmo "hardware" do homem primitivo, mas graças a avanços em áreas como filosofia e ciência, o nosso "software" evoluiu numa rapidez estrondosa.

A definição clássica de deus é totalmente alienante e contrária ao que já descobrimos, tanto nos ramos filosóficos como científicos. Fazer malabarismos com a antiga crença, para negar ou para afirmar as descobertas científicas, é como já disseram, desesperador.
Pior ainda é usar escrituras de 2 mil anos argumentando ser a palavra de deus. É quase um tiro um pé.

Criar um deus pessoal também me parece complicado. Onde estão os limites para ele agir? Ele responde apenas questões específicas, ainda em aberto, ou clama respostas para tudo?

Sobre a efeito sem causa, a causa inicial seria o big bang, basicamente.
Qual a diferença da causa inicial ser o big bang e não um deus? Quando afirmo ser o big bang, estou dizendo o QUÊ aconteceu e não QUEM causou. É uma diferença sutil mas importante.
Claro que ainda é necessário teorias mais fortes para explicar a origem da vida, mas estamos chegando lá.

Para finalizar, em relação a entrega citada pelo usuário Kayke, eu acho um péssimo exemplo usar o sofrimento como algo revelador, afinal num momento de sofrimento é que estamos mais vulneráveis e suscetíveis a acreditar em algo antes inverossímil.
Esse artificio muitas religiões usam para convencer os seus fiéis, acho que esse não é o caminho.

Se é para eu ter uma revelação divina, que ela venha num momento onde eu esteja lúcido e sóbrio aos acontecimentos ao meu redor, caso contrário sempre rejeitarei qualquer tipo de revelação em momentos de dor e sofrimento profundo.
 

Kayke

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Vou pegar só o principal.

Sobre a efeito sem causa, a causa inicial seria o big bang, basicamente.
Qual a diferença da causa inicial ser o big bang e não um deus? Quando afirmo ser o big bang, estou dizendo o QUÊ aconteceu e não QUEM causou. É uma diferença sutil mas importante.
Claro que ainda é necessário teorias mais fortes para explicar a origem da vida, mas estamos chegando lá.

Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. Se estou sozinho em casa, com o Word aberto no computador, no 23º andar, e gasto 15 minutos no banho... Se quando volto encontro alguns caracteres aleatórios digitados no word. O que devo pensar? O apartamento todo trancado, ninguém em casa, apenas a janela aberta no 23º e com grade. Assombração não existe. Vou supor que um gato entrou, de alguma forma, e passou pelo teclado. Ou que um pardal entrou e pousou sobre o teclado. Muitas hipóteses, nenhuma certeza. Mas nada extraordinário. Posso esquecer. Mas imagine que em vez de caracteres estranhos, eu encontre um texto digitado ou um poema. Já não foi um pardal ou um gato. Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. O Big Bang não lançou pura e simplesmente uma nuvem de poeira cósmica, como caracteres aleatórios espalhados pelo Word. Tudo teve um propósito e um mecanismo perfeito que em última análise nos leva a uma causa inteligente.

Para finalizar, em relação a entrega citada pelo usuário Kayke, eu acho um péssimo exemplo usar o sofrimento como algo revelador, afinal num momento de sofrimento é que estamos mais vulneráveis e suscetíveis a acreditar em algo antes inverossímil.
Esse artificio muitas religiões usam para convencer os seus fiéis, acho que esse não é o caminho.

Se é para eu ter uma revelação divina, que ela venha num momento onde eu esteja lúcido e sóbrio aos acontecimentos ao meu redor, caso contrário sempre rejeitarei qualquer tipo de revelação em momentos de dor e sofrimento profundo.

Tudo sofre para evoluir. O diamente nasce da pedra bruta após lapidação. O sofrimento não é o agente revelador em si mesmo, mas é ele que nos dá a lucidez e a sobriedade espiritual, despindo-nos do orgulho, das ilusões, dos apegos vãos.
 

guicn

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O mecanismo de evolução do universo está longe de ser perfeito e inteligente. Ele é caótico e destruidor.

A evolução, por exemplo, não tem uma causa inteligente por trás, pelo contrário, se analisarmos os nossos corpos e de outros animais percebemos muitas falhas de "projeto". Se houvesse uma causa inteligente, com certeza não teria cometido tantos "erros".

Nosso cérebro mesmo, é um conjunto de remendos mas que funciona para os nossos propósitos. É perfeito? Longe disso. Por isso nunca devemos confiar 100% na nossa percepção em relação as tais revelações. A chance de estarmos enganados é enorme.
 

guicn

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Vídeo explicando a "ciência" criacionista:

 

Kayke

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Uma coisa é certa: A ciência não prova a existência de Deus. Outra coisa também é certa: A ciência não prova a inexistência de Deus. Empate. Não há como fazer uma coisa nem outra. Tempos houve em que também não havia como provar a existência dos seres infinitamente pequenos. Até que surgiu Pasteur. Porém não existe um macroscópio para Deus. Ele será sempre infinitamente maior.

Quando o criador do tópico escreveu - Tópico Infinito - ele estava mais do que certo. Há e vai haver argumentos infinitos (infindáveis) de qualquer dos lados.

O mecanismo de evolução do universo está longe de ser perfeito e inteligente. Ele é caótico e destruidor.

A evolução, por exemplo, não tem uma causa inteligente por trás, pelo contrário, se analisarmos os nossos corpos e de outros animais percebemos muitas falhas de "projeto". Se houvesse uma causa inteligente, com certeza não teria cometido tantos "erros".

Não sei o que você considera falhas de projeto. Seria algo como a existência do apêndice por exemplo? Eu diria que a criação não foi feita, ela está sendo feita.

O que quase me levou para o ateísmo certa vez foi o problema do mal. Se Deus é perfeito, por que a criação é imperfeita? Se ele é bom e poderoso, por que existe o mal? Questões filósoficas, e não científicas. Mas encontrei respostas.
 

ZiggyS

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Uma coisa é certa: A ciência não prova a existência de Deus. Outra coisa também é certa: A ciência não prova a inexistência de Deus. Empate. Não há como fazer uma coisa nem outra. Tempos houve em que também não havia como provar a existência dos seres infinitamente pequenos. Até que surgiu Pasteur. Porém não existe um macroscópio para Deus. Ele será sempre infinitamente maior.

Quando o criador do tópico escreveu - Tópico Infinito - ele estava mais do que certo. Há e vai haver argumentos infinitos (infindáveis) de qualquer dos lados.



Não sei o que você considera falhas de projeto. Seria algo como a existência do apêndice por exemplo? Eu diria que a criação não foi feita, ela está sendo feita.

O que quase me levou para o ateísmo certa vez foi o problema do mal. Se Deus é perfeito, por que a criação é imperfeita? Se ele é bom e poderoso, por que existe o mal? Questões filósoficas, e não científicas. Mas encontrei respostas.

Vou extender entao essa "coisa certa", a ciencia tambem nao consegue provar a inexistencia de fadas ou duendes, nem mesmo do papai noel ou do coelhinho da pascoa. Isso significa empate tambem para essas entidades, ou simplesmente que nao faz sentido tentar provar a inexistencia de algo? Conseguimos provar somente hipoteses baseadas em evidencias; deuses, fantasmas ou discos voadores ainda nao nos deixaram a menor faisca para que pudessem ser provadas ou refutadas, por isso que a ciencia seria simplesmente ignora essas supostas existencias ou fantasias.

Esse papo de bem ou mal, acho muito relativo, mas compartilhe conosco as tais respostas qeu vc encontrou.
 

Nego Tiziu

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Esse teu post acho que resume bastante dos que vieram depois.

Se duas crianças recém nascidas fossem abandonadas numa ilha deserta e perdida, se tais crianças conseguissem sobreviver e se disso resultasse uma comunidade sem o menor contato com o resto do mundo, surgiria daí uma religião. É esta a religiosidade que aponta para um Deus. Você vai encontrá-la em todos os povos, em todas as épocas. De onde vem isso? De onde vem a idéia inata de Deus? Não é um efeito da educação, evidentemente.

Como o livemusic e o guicn falaram, o homem na ignorância atribui as coisas a um suposto divino. É coisa do cérebro, o ser humano é propenso a "acreditar", é mais comum (provavelmente por ser mais fácil e confortável) essa postura do que a que busca respostas racionais (entenda por "racionais" as explicações baseadas em evidências, em oposição às imaginadas). E essa analogia é inútil e infeliz... Pense que houveram muitas civilizações que se desenvolveram separadas umas das outras. Todas, no início, atribuíam todo o desconhecido ao suposto divino; algumas civilizações, exatamente as que se sobressaíram em desenvolvimento, passaram a elaborar respostas racionais para os fenômenos e fatos estranhos em geral, e essas respostas substituíram as originais místicas. O misticismo é inato, o método científico pode ter as bases inatas, mas só é desenvolvido com a cultura. De qualquer forma, isso não implica na veracidade das crenças místicas. Até porque cada civilização primitiva, e cada par de pessoas hipotéticas lançadas no selvagem pra se criarem isoladas, criariam crenças místicas distintas entre si.

Já a compreensão de Deus nos vem da filosofia. Sabemos que não existe efeito sem causa. É a história do relógio e do relojoeiro. Old, mas válida.

"O índio na floresta conhece a quase invisível pegada do viajante, que não viu; o cão, no descampado, fareja o dono que está ausente. Mas experimente dizer ao cão que o dono não existe, e ao índio que o viajante não passou".

Sabemos que Deus é eterno: "Se Ele tivesse tido um começo teria saído do nada, ou teria sido criado por um ser anterior. É assim que, de degrau em degrau, remontamos ao infinito e à eternidade".

Sabemos que Deus é imutável: "se estivesse sujeito a mudanças, as leis que regem o universo não teriam nenhuma estabilidade".

Sabemos que Deus é único: "se houvesse vários deuses, não haveria unidade de desígnios, nem unidade de poder na ordenação do universo".
Haveria algum deus maior que o outro, então este maior é que seria Deus.
A filosofia compreende Deus? Tem certeza? Qual deles?

A idéia de causa e efeito não é uma verdade absoluta, sabia? Pra fins práticos do nosso conhecimento (como um incêndio), é uma idéia válida, mas considerar a existência do universo um efeito e supor um Deus como causa é totalmente diferente, é só uma suposição sem evidência alguma.

A história do relojoeiro é válida, mas não serve como analogia para demonstrar a existência de Deus. E essa da pegada do índio é a mesma coisa. Não existe nenhuma evidência desse tipo, isso é uma falácia absurda. Tem um cara, um tal de "Darwin" ou alguma coisa assim, que fala uma ou duas coisas sobre isso. Esse argumento é tão malhado em tanto lugar que é quase um pecado falar dele mais uma vez.

Não sabemos que Deus é eterno, imutável e único. Nenhuma premissa válida indica isso, apenas as imaginadas. Aliás, não temos nada que indica coisa alguma sobre Deus; tudo é simplesmente indiferente à um suposto Deus. Qualquer teoria racional sobre Deus é por definição furada. Usando de explicações como essas, podemos "saber" qualquer coisa que nossa imaginação quiser.

A experiência pessoal também nos fala, sim, de Deus. Quem não experimentou, não se entregou. Às vezes é preciso ter sofrido, e muito, para que essa entrega aconteça. O budista vai dizer que atingiu o nirvana, o evangélico vai dizer que foi tomado pelo Espírito Santo e assim por diante. Mas em qualquer dos casos é uma experiência inesquecível que dá uma idéia do que é o Céu, o Paraíso.

Experiências pessoais nos falam qualquer coisa. Coisas especialmente irracionais em momentos de fragilidade. Como eu disse antes, o ser humano é propenso a acreditar, mas isso de forma alguma torna a crença verdadeira.

Teus dois exemplos são ótimos. O nirvana, ou estado de super-percepção, ou estado de supressão da instabilidade mental, ou samádhi (alguma coisa assim), é visto de formas diferentes por seus "praticantes". Claro, como tudo, a maioria gosta de mistificar, e relaciona o nirvana com revelações divinas e coisas do tipo; mas alguns, como os praticantes do yôga pré-clássico, vêem isso como uma coisa natural. É um estado doidão, onde qualquer um sente o que quiser. Isso pode servir de experiência-evidência pra qualquer coisa, mística ou não. É igual falar que descobriu o sentido da vida depois de tomar um ácido. E as experiências evangélicas são geralmente exclusivamente pessoais, e pra serem levadas em consideração como divinas, só depende da vontade do cara. Que eu saiba, nenhuma passa por um teste de razão e bom-senso e continua com o caráter sobrenatural. E olha que eu já tive muitas, e "das boas".

É moda, num site de tecnologia, como este, ser ateu. Como se ciência e Deus fosse coisas incompatíveis. Não é não.

Na verdade, como eu já disse, por métodos racionais não é possível supor a existência de alguma divindade sobrenatural. E a ciência utiliza os métodos racionais pra elaborar suas teorias. Então, pra fins práticos, a ciência não aponta pra nenhum Deus, exatamente por não existir evidência alguma (evidência séria, não o rosto da Virgem em uma torrada) que aponte para tal. Usando de métodos científicos e racionais, chega-se a isso. Acreditar em Deus é do cunho da fé. Não se tem nada pra fundamentar essa fé, apenas se tem lacunas de conhecimento, que no caso se preenchem com algum Deus e pronto. No último post seu, você disse que "ciência não prova a inexistência de Deus", mas podemos dizer que ela aponta tanto pra inexistência de Deus quanto para a inexistência de chaleiras orbitando Júpiter; e daí pra concluirmos que não existe nenhum dos dois, é um estalo. A experiência de Pasteur foi só um ponto final da discussão, mas já havia um monte de evidências da existência dos microorganismos, e nenhuma de mágica criadora de vida. A existência de Deus, nessa analogia que você usou, pende pro lado refutado por Pasteur, não o contrário.

Assim, alguém pode utilizar a razão como forma principal de ver as coisas, e usar a fé para as coisas que a ciência não explica. Você pode usar da ciência e usar da fé também, e assim pode falar que as duas não são incompatíveis. Mas isso não quer dizer, de forma alguma, que a ciência leva à Deus. Isso seria mais uma falácia das bravas.


Ah, como o Ziggys falou, comenta aí sobre esse assunto da existência do mal e de um deus bom e todo-poderoso ao mesmo tempo. Se você achou uma solução, parece interessante.
 

MwR.Morpheus

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Bom, como no outro topico da evolução estavam discutindo muito sobre DEUS e fé, criei esse pra discutirmos sobre DEUS e religiões em geral. Por experiências anteriores sabemos que não chegaremos a lugar nenhum e o tópico será infinito, mas pode ser divertido. Por favor, vamos nos limitar à uma DISCUSSÃO saudável, com bons argumentos, sem deixar o tópico chegar à uma briga a qual ninguém respeita ninguém!


Agora viajando um pouco na filosofia.. dizem que DEUS é o BEM puro. Se DEUS criou o mundo, o universo e tudo mais, ele também criou o MAL. Mas para DEUS criar o MAL, ele deve ter um pouco de MAL dentro dele, pois se ele fosse PURO BEM não teria como ele ter criado o MAL. E então, como saímos dessa?

Se não me engano algum filosofo famoso já bateu nesse ponto, pena que não me lembro qual.



Vamos lá, ROUND 1, FIGHT hahahahahahaha

Foi um "debate" entre um professor dando uma palestra, e Albert Einstein, no qual a discussao completa é assim:

Alemanha - Inicio do século 20

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?"

Um aluno respondeu com grande certeza:
-Sim, Ele criou!

-Deus criou tudo?
Perguntou novamente o professor.

-Sim senhor, respondeu o jovem.

O professor indagou:
-Se Deus criou tudo, então Deus fez o mal? Pois o mal existe, e partindo do preceito de que nossas obras são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau?

O jovem ficou calado diante de tal resposta e o professor, feliz, se regozijava de ter provado mais uma vez que a fé era uma perda de tempo.

Outro estudante levantou a mão e disse:
-Posso fazer uma pergunta, professor?
-Lógico, foi a resposta do professor.

O jovem ficou de pé e perguntou:
-Professor, o frio existe?
-Que pergunta é essa? Lógico que existe, ou por acaso você nunca sentiu frio?

Com uma certa imponência rapaz respondeu:
-De fato, senhor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade é a ausência de calor. Todo corpo ou objeto é suscetível de estudo quando possui ou transmite energia, o calor é o que faz com que este corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Nós criamos essa definição para descrever como nos sentimos se não temos calor.

-E, existe a escuridão? Continuou o estudante.
O professor respondeu temendo a continuação do estudante: Existe!

O estudante respondeu:
-Novamente comete um erro, senhor, a escuridão também não existe. A escuridão na realidade é a ausência de luz. A luz pode-se estudar, a escuridão não! Até existe o prisma de Nichols para decompor a luz branca nas várias cores de que está composta, com suas diferentes longitudes de ondas. A escuridão não!

Continuou:
-Um simples raio de luz atravessa as trevas e ilumina a superfície onde termina o raio de luz.
Como pode saber quão escuro está um espaço determinado? Com base na quantidade de luz presente nesse espaço, não é assim?! Escuridão é uma definição que o homem desenvolveu para descrever o que acontece quando não há luz presente.

Finalmente, o jovem perguntou ao professor:
-Senhor, o mal existe?

Certo de que para esta questão o aluno não teria explicação, professor respondeu:
-Claro que sim! Lógico que existe. Como disse desde o começo, vemos estupros, crimes e violência no mundo todo, essas coisas são do mal!

Com um sorriso no rosto o estudante respondeu:
-O mal não existe, senhor, pelo menos não existe por si mesmo. O mal é simplesmente a ausência do bem, é o mesmo dos casos anteriores, o mal é uma definição que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou como o amor, que existem como existem o calor e a luz. O mal é o resultado da humanidade não ter Deus presente em seus corações. É como acontece com o frio quando não há calor, ou a escuridão quando não há luz.

Por volta dos anos 1900, este jovem foi aplaudido de pé, e o professor apenas balançou a cabeça
permanecendo calado… Imediatamente o diretor dirigiu-se àquele jovem e perguntou qual era seu nome?

E ele respondeu:
ALBERT EINSTEIN, senhor!

Desculpas ae se alguém já havia postado isso, to meio sem tempo de ler o tópico todo!

VLw!
 

ZiggyS

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Foi um "debate" entre um professor dando uma palestra, e Albert Einstein, no qual a discussao completa é assim:

Alemanha - Inicio do século 20

Durante uma conferência com vários universitários, um professor da Universidade de Berlim desafiou seus alunos com esta pergunta:
“Deus criou tudo o que existe?"

Bla bla bla...

Já postaram essa bobagem, totalmente fake o texto, mas continuando, burrice e ingenuidade tb naõ existem, o que existe é a falta de inteligencia e esperteza.

:boring:
 

Savino

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Já postaram essa bobagem, totalmente fake o texto, mas continuando, burrice e ingenuidade tb naõ existem, o que existe é a falta de inteligencia e esperteza.

:boring:

ahuhauhauhauhauauhuahuahauhuahuahauhau
Ainda mais Einstein que era timido pacas quando novo!
 

Rickrj

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Alguem ai viu no History Channel ontem, o documentário de 2 horas, dos 7 sinais do Apocalipse?

Os cientistas de hoje em dia concordando com os 7 selos como sendo hipóteses muito prováveis de acontecer...
 

Savino

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Alguem ai viu no History Channel ontem, o documentário de 2 horas, dos 7 sinais do Apocalipse?

Os cientistas de hoje em dia concordando com os 7 selos como sendo hipóteses muito prováveis de acontecer...

Ce viu o documentário do History Channel de 3 temporadas sobre o universo, falando que a terra só vai acabar daqui alguns bilhoes de anos?


Ce viu o documentario do History Channel de 3 episódios falando sobre o mundo vai acabar em 2012 com a passagem de um planeta até entao desconhecido?

Ce viu o documentário do History Channel de 1 hora e meia sobre o mundo acabar com a explosão do YellowStone?


Pois então... tem cientista concordando com cada um desses... a questao é a credibilidade desses cientistas....
 

Rickrj

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Sim vi todos estes, gosto muito do canal hehehe

E hoje tem outro, é a semana do Armagedon:thumbs_up
 
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