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Flanker

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Além do zeitgeist, as suas outras fontes de "informação" são os "estudiosos" aqui do fórum? E isso lhe faz crer que Jesus só consta na Biblia?

Opa, desculpe, eu falei que você crê... mas você é cético e cético não crê, então você deve ter provas. Mostra pra gente ai...


Savino, eu perguntei sobre Jesus histórico. Minha fé não está em pauta no momento, e certamente não é assunto do seu interesse. A propósito, eu não estava na sua ignore list?


O Yeshua (Jesus), como relatado no Novo Testamento, definitivamente não existiu. O Yeshua histórico, muito provavelmente, não deve ter passado de um bom pregador com no máximo uns vinte ou trinta seguidores dentre os diretos e os indiretos

Tempos depois ( e bota tempo nisso) criaram uma mitologia esoterica pro cara na manjada formula (nascer de virgem+sacrificio+salvador) o kit basico de deuses na epoca,

Depois chegou a Grecia que era a fonte dos modismos para os romanos ( tipo os States pra nós hoje)

E por onde as legioes romanas passavam seus guerreiros tinham contato com as mais diversas crenças e quando voltavam levavam sua influencia para a cosmopolita Roma, onde o sujeito rezava para Isis de manha depois para Mitra no almoço e tomava café da tarde com baco, só por "milagre" que nao haveria sincretismos religiosos

Sem contar que a burocracia e a politica sao grandes aliado da história.

Sabemos como viviam os povos da suméria graças aos contadores e administradores, que registravam nas tabuinhas os impostos, acontecimentos, leis, etc.

O mesmo vale para os romanos. Cartas corriam pelas vias romanas e pelas galés, notícias iam e vinham com os mercadores, havia um trânsito de pessoas dos mais variados interesses e culturas indo e vindo de Roma.

Era uma grande metrópole e o centro de um grande império, que estava no seu auge.

Logo, é impossível um acontecimento como o surgimento do Jóquei de Jegue não ser notado e estar registrado em centenas, talvez milhares de cartas, relatórios, livros, depoimentos, anotações de juízes, de administradores, contabilidade (quantos zumbis andando pela rua apos uma cruxificaçao com direito a terremotos são necessários para trocar uma lâmpada de azeite?), etc. e tal.

E muitos destes livros, papiros e pergaminhos ainda existem.

Isso é o suficiente para por duvidas sobre a existência real do campeão mundial de esqui aquático sem barco

Há controversias até mesmo com a cidade do cara

Do oráculo wiki

Frank Zindler, editor da American Atheist Press, afirma que Nazaré não existia no século I[49] Seus argumentos incluem:

Nenhum "historiador ou geógrafo da Antiguidade menciona [Nazaré] antes do início do século IV."[50]

Nazaré não é mencionada no Velho Testamento, no Talmude, nem nos Evangelhos apócrifos ou na literatura rabínica.

Nazaré não foi incluída na lista de lugares colonizados pelas tribos de Zebulom ([Josué] 19:10-16), que menciona doze cidades e seis aldeias.

Nazaré não consta entre as 45 cidades da Galiléia mencionadas por Josefo (37-100 d.C.).

Nazaré também não se encontra entre as 63 cidades da Galiléia mencionadas no Talmude
 

carraro

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Frank Zindler, editor da American Atheist Press, é um tremendo de um ignorante!!! E, por isso, conquista legiões uhauhauhauhaha

Quer dizer então que Nazaré nunca existiu, é??

Entrevista de Lee Strobel ao arqueólogo John Mcray:

Muitos cristãos não sabem que há muito tempo os céticos dizem que Nazaré jamais existiu durante a época em que o Novo Testamento diz que Jesus passou a infância ali.

Em um artigo intitulado "Onde Jesus nunca esteve", o ateu Frank Zindler observa que Nazaré não é mencionada no Antigo Testamento, nem pelo apóstolo Paulo, nem pelo Talmude (embora outras 63 cidades sejam mencionadas), nem por Josefo (que cita 45 cidades e aldeias da Galiléia, inclusive Jafa, que ficava apenas a pouco mais de um quilômetro da Nazaré atual). Nenhum historiador ou geógrafo da Antigüidade menciona Nazaré antes do início do século IV. O nome aparece pela primeira vez na literatura judaica em um poema escrito por volta do século VII d.C.
A falta de provas dá margem a um quadro muito suspeito. Por isso, apresentei sem rodeios o problema a McRay:

— Existe alguma confirmação arqueológica de que Nazaré tenha existido durante o século I? Essa questão não era novidade para McRay.

Dr. James Strange, da Universidade do Sul da Flórida, é especialista nessa área. Ele descreve Nazaré como um lugar muito pequeno, de cerca de 60 acres, com uma população de, no máximo, 480 pessoas no início do século I — disse McRay.

Essa, entretanto, era a conclusão; eu queria a prova.

Como ele sabe disso? — perguntei.

Bem, Strange observa que, no ano 70 d.C, data da queda de Jerusalém, não havia mais necessidade de sacerdotes no templo porque ele havia sido destruído; por isso, eles foram enviados para diversos lugares, inclusive para a Galiléia. Os arqueólogos encontraram uma lista em aramaico onde aparecem 24 "séries", ou famílias de sacerdotes remanejados, sendo que um deles consta como enviado a Nazaré. Isso mostra que aquela pequena aldeia já existia naquela época.

Além disso, McRay disse que algumas escavações arqueológicas trouxeram à luz sepulturas do século I nas vizinhanças de Nazaré, o que definiria os limites da aldeia, uma vez que, de acordo com as leis judaicas, os sepultamentos tinham de se dar fora do perímetro das cidades. As tumbas continham objetos tais como lâmpadas de cerâmica, vasos de vidro e jarras que seriam dos séculos I, III ou IV.

McRay pegou o exemplar de um livro do renomado arqueólogo Jack Finegan, publicado pela Princeton University Press. Folheou-o, depois leu a análise de Finegan: "Conclui-se, pelas sepulturas [...] que Nazaré era um povoado claramente estabelecido no período romano". McRay olhou para mim.

Há muita discussão acerca da localização de alguns lugares do século I, tal como o local exato da sepultura de Jesus, mas os arqueólogos jamais duvidaram da localização de Nazaré. O ônus da prova cabe aos que duvidam de sua existência.

Fazia sentido. Até Ian Wilson, normalmente muito cético, reconheceu, ao citar vestígios pré-cristãos encontrados em 1955 sob a Igreja da Anunciação, na Nazaré atual, que "tais descobertas eram sinal de que Nazaré deveria existir na época de Jesus, mas sem dúvida devia tratar-se de um lugar muito pequeno e insignificante".

Tão insignificante que o comentário de Natanael em João 1.46 faz mais sentido agora: "Nazaré? Pode vir alguma coisa boa de lá?".




O resto, é aquela verborragia de sempre, que não tenho tempo agora pra me divertir em cima.
 

guicn

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Sem contar que a burocracia e a politica sao grandes aliado da história.

Sabemos como viviam os povos da suméria graças aos contadores e administradores, que registravam nas tabuinhas os impostos, acontecimentos, leis, etc.

O mesmo vale para os romanos. Cartas corriam pelas vias romanas e pelas galés, notícias iam e vinham com os mercadores, havia um trânsito de pessoas dos mais variados interesses e culturas indo e vindo de Roma.

Era uma grande metrópole e o centro de um grande império, que estava no seu auge.

Logo, é impossível um acontecimento como o surgimento do Jóquei de Jegue não ser notado e estar registrado em centenas, talvez milhares de cartas, relatórios, livros, depoimentos, anotações de juízes, de administradores, contabilidade (quantos zumbis andando pela rua apos uma cruxificaçao com direito a terremotos são necessários para trocar uma lâmpada de azeite?), etc. e tal.

E muitos destes livros, papiros e pergaminhos ainda existem.

Isso é o suficiente para por duvidas sobre a existência real do campeão mundial de esqui aquático sem barco

Há controversias até mesmo com a cidade do cara

Isso que me intriga mais e me coloca na cabeça que não passa de um personagem o tal Jesus histórico.

Como que não há infinidades de relatos sobre tal ser supremo, quando se anotava TUDO que acontecia em volta, por mercadores, visitantes, juízes e etc? O grande argumento contra a existência do Jesus histórico é a burocracia ehehhee
 

Savino

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Há controversias até mesmo com a cidade do cara

Tem um livro de um tal de Rene Salm, chamado o Mito de Nazaré, onde ele apresenta uma série de dados arqueológicos que comprovariam a inexistência de Nazaré.
Eu mesmo não li, nem vi, mas parece interessante! Infelizmente eu não estou com tempo de ler coisas que não vão me acrescentar nada de produtivo no momento, senão até encomendava!


Queria ver o outro lado, se existe alguma prova da existência dessa cidade (óbvio que não estou falando da bíblia e nem do exército romano de "estoriadores")!
 
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Flanker

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Tem um livro de um tal de Rene Salm, chamado o Mito de Nazaré, onde ele apresenta uma série de dados arqueológicos que comprovariam a inexistência de Nazaré.
Eu mesmo não li, nem vi, mas parece interessante! Infelizmente eu não estou com tempo de ler coisas que não vão me acrescentar nada de produtivo no momento, senão até encomendava!

Queria ver o outro lado, se existe alguma prova da existência dessa cidade (óbvio que não estou falando da bíblia e nem do exército romano de "estoriadores")!

A questão para com Nazareth ( nao é a banda) é que possivelmente quando Jesus é chamado de "nazareno" em textos bíblicos mal traduzidos é que ele não tenha sido chamado de nazareno, mas de NAZARINI ou N'ZRNI que significa guardador da lei ou alguma porcaria do genero

É que teve um arranca rabo mitologico entre a igreja do Paulo e a do Thiago

Mas se a cidade existiu ou nao é irrelevante, o monte Olimpo tambem existe e o titã Atlas esta petrificado na Mauritania, Zeus esta comigo e a vingança dele será terrivel, os cristao hereges pagarao caro por isso :evil:

Quanto ao Jesus histórico, até o nome Yeshua não significa um nome próprio, mas sim a denominação Yavé salva, iguala José ou Josué.

São expressões do sentimento messiânico judeu.

É uma fusão de mitos incrível. José com Crestus, para fazer real as profecias, principalmente de Isaías, que fez sucesso na Roma antiga ao ser fundida a adoração de Mithra ou o bom e velho deus sol

Nada, absolutamente nada aponta que um indivíduo assim existiu.
Pura obra de ficção.

Estes pederastas trocaram o poderoso Zeus (ó magnanimo)

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Pelo genérico semitico/persa/romano/bizantino sei lá

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Soro

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"Pederastas..." se fosse eu, dava report.

Flanker, le o que o Carraro escreveu e para de forçar. Então vocês consideram que Jesus histórico é fábula? Ok, anotado.
 
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Flanker

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"Pederastas..." se fosse eu, dava report.

Flanker, le o que o Carraro escreveu e para de forçar. Então vocês consideram que Jesus histórico é fábula? Ok, anotado.

Me referi aos gregos que abandonam o poderoso Zeus

O Yeshua fabula eu conheço

Do historico nao há nada

Espere, tem um pedaço da vera cruz no ebay para comprar, tem o prepucio tambem, o sudário nao vale, é falso
 

Savino

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Flanker, le o que o Carraro escreveu e para de forçar. Então vocês consideram que Jesus histórico é fábula? Ok, anotado.

Fábula? Não! Fábula nós temos no antigo testamento, onde jumentos, cobras e arvores tinham características humanas e chegavam até a falar.

O caso de jesus pode ser entendida como um artifício útil aos romanos lá pelo século 2 ou 3....
 

Rickrj

golden boy..
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Perfeito esse tal "livre arbitrio", faça a minha vontade ou queime no inferno.
Tem certeza qeu é livre? Pois isso, na minha pobre lógica, parece-me tão livre quanto a escolha que um ladrão te oferece num assalto, "sua carteira ou passo fogo".
Seu deus se assemelha a um escroque barato e desprezivel....
Inventa alguma entidade mais digna de veneração, pois se o numero da besta é 666, o desse daí é 171.

O meu Deus é Soberano, ele pode fazer o que quiser, e dita as leis sim. É ele quem manda, ele pode destruir, e pode reconstruir, ele pode dar a vida e pode tira-la.

E a humanidade está no lucro ainda por ainda existir, porque Deus teve amor por nós, de todos os pecados e transgressões em vez de destruir a Humanidade, enviou seu filho para nos ensinar e nos arrepender-mos dos nossos pecados, e nos deu a salvação e o caminho certo de Jesus a seguir, esta foi a segunda aliança, a primeira foi a lei de Moisés e os 10 mandamentos que a humanidade não seguiu.

Portanto não há nada acima de Deus, ele é totalmente Soberano e age sempre de forma certa e infalível, mesmo que as vezes nós não entendemos, mas ele sabe do futuro.
 

Shalashaska

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O meu Deus é Soberano, ele pode fazer o que quiser, e dita as leis sim. É ele quem manda, ele pode destruir, e pode reconstruir, ele pode dar a vida e pode tira-la.

E a humanidade está no lucro ainda por ainda existir, porque Deus teve amor por nós, de todos os pecados e transgressões em vez de destruir a Humanidade, enviou seu filho para nos ensinar e nos arrepender-mos dos nossos pecados, e nos deu a salvação e o caminho certo de Jesus a seguir, esta foi a segunda aliança, a primeira foi a lei de Moisés e os 10 mandamentos que a humanidade não seguiu.

Portanto não há nada acima de Deus, ele é totalmente Soberano e age sempre de forma certa e infalível, mesmo que as vezes nós não entendemos, mas ele sabe do futuro.

Ok, e quando se cansar de brincar de The Sims com a gente? Game Over? :rolleyes:

É exatamente isso que se conclui a partir do que você acabou de falar...
 

Vikkturus

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O meu Deus é Soberano, ele pode fazer o que quiser, e dita as leis sim. É ele quem manda, ele pode destruir, e pode reconstruir, ele pode dar a vida e pode tira-la.

E a humanidade está no lucro ainda por ainda existir, porque Deus teve amor por nós, de todos os pecados e transgressões em vez de destruir a Humanidade, enviou seu filho para nos ensinar e nos arrepender-mos dos nossos pecados, e nos deu a salvação e o caminho certo de Jesus a seguir, esta foi a segunda aliança, a primeira foi a lei de Moisés e os 10 mandamentos que a humanidade não seguiu.

Portanto não há nada acima de Deus, ele é totalmente Soberano e age sempre de forma certa e infalível, mesmo que as vezes nós não entendemos, mas ele sabe do futuro.

com todo o respeito.. mas gente com essa mentalidade me assusta/deixa triste...



sinceramente.. entao deus castigou aquela regiao pq eles nao eram cristãos? triste esse deus eim .. :rolleyes:
 

Savino

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O meu Deus é Soberano, ele pode fazer o que quiser, e dita as leis sim. É ele quem manda, ele pode destruir, e pode reconstruir, ele pode dar a vida e pode tira-la.

E a humanidade está no lucro ainda por ainda existir, porque Deus teve amor por nós, de todos os pecados e transgressões em vez de destruir a Humanidade, enviou seu filho para nos ensinar e nos arrepender-mos dos nossos pecados, e nos deu a salvação e o caminho certo de Jesus a seguir, esta foi a segunda aliança, a primeira foi a lei de Moisés e os 10 mandamentos que a humanidade não seguiu.

Portanto não há nada acima de Deus, ele é totalmente Soberano e age sempre de forma certa e infalível, mesmo que as vezes nós não entendemos, mas ele sabe do futuro.


Mas aí é que mora o pulo do gato... você vai mesmo acreditar no livro que ele escreveu... sobre ele!??!

Por que já vi em varios outros livros alegando que o outros deuses é que são a ultima bolacha do pacote!
 

Renvon

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O meu Deus é Soberano, ele pode fazer o que quiser, e dita as leis sim. É ele quem manda, ele pode destruir, e pode reconstruir, ele pode dar a vida e pode tira-la.

Ui, um ditador.

Ainda dá pra discutir tranquilamente com o Soro, mas com esse aí... nem perca seu tempo, Gray Fox.
 

Vikkturus

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O meu Deus é Soberano, ele pode fazer o que quiser, e dita as leis sim. É ele quem manda, ele pode destruir, e pode reconstruir, ele pode dar a vida e pode tira-la.

E a humanidade está no lucro ainda por ainda existir, porque Deus teve amor por nós, de todos os pecados e transgressões em vez de destruir a Humanidade, enviou seu filho para nos ensinar e nos arrepender-mos dos nossos pecados, e nos deu a salvação e o caminho certo de Jesus a seguir, esta foi a segunda aliança, a primeira foi a lei de Moisés e os 10 mandamentos que a humanidade não seguiu.

Portanto não há nada acima de Deus, ele é totalmente Soberano e age sempre de forma certa e infalível, mesmo que as vezes nós não entendemos, mas ele sabe do futuro.

com todo o respeito.. mas gente com essa mentalidade me assusta/deixa triste...

http://www.youtube.com/watch?v=iwu-eNJPuSE

sinceramente.. entao deus castigou aquela regiao pq eles nao eram cristãos? triste esse deus eim .. :rolleyes:

digo, se os indonesianos ( quem mora na indonesia? =P) fossem seguidores de deus nao teria existido esse tsunami? tenho minhas duvidas eim ...
 

ZiggyS

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O meu Deus é Soberano, ele pode fazer o que quiser, e dita as leis sim. É ele quem manda, ele pode destruir, e pode reconstruir, ele pode dar a vida e pode tira-la.

E a humanidade está no lucro ainda por ainda existir, porque Deus teve amor por nós, de todos os pecados e transgressões em vez de destruir a Humanidade, enviou seu filho para nos ensinar e nos arrepender-mos dos nossos pecados, e nos deu a salvação e o caminho certo de Jesus a seguir, esta foi a segunda aliança, a primeira foi a lei de Moisés e os 10 mandamentos que a humanidade não seguiu.

Portanto não há nada acima de Deus, ele é totalmente Soberano e age sempre de forma certa e infalível, mesmo que as vezes nós não entendemos, mas ele sabe do futuro.

De acordo com a biblia dele, seu deus é o bonzao q pode e sabe tudo, o bam-bam-bam dono do pedaço que vai nos recompensar caso sigamos sua vontade, mas castigará eternamente aqueles que ousarem duvidar ou questionar da sua palavra, que misteriosamente nos foi transmitida milhares de anos atrás.
(Isso porque nos ama)

Mais ou menos tipo o hank que postaram lá atras, certo?




:lol:


Comédias como vc me dão pena.
Viva satã!!
 

andreycmiranda

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Ok, e quando se cansar de brincar de The Sims com a gente? Game Over? :rolleyes:

É exatamente isso que se conclui a partir do que você acabou de falar...

hAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAIhAIuahaIuAHuAI

Muito boa essa... Mas eu não entendo o seguinte, esses religiosos vivem dizendo que podemos fazer o que bem entender, mas quando Deus quer Ele tira a vida de alguém, tira alguma coisa que amamos muito(Ele é ciumento e invejoso, não quer que sejamos felizes com alguém), daí é Ele quem decide... mas peraí, e a bost.a do livre arbítrio?

Além do mais, quando eles não possuem respostas vão dizer que:
• "Só Deus sabe..."
• "Nossa inteligência ainda é limitada para entender as coisas que Deus planeja."
• "É a vontade de Deus."

A meu ver, TODO religioso tem medo de ir para o inferno, por isso que "amam" a Deus, pois se não existisse o inferno, seriam igual a qualquer um, realista e racional...
 

carraro

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A questão para com Nazareth ( nao é a banda) é que possivelmente quando Jesus é chamado de "nazareno" em textos bíblicos mal traduzidos é que ele não tenha sido chamado de nazareno, mas de NAZARINI ou N'ZRNI que significa guardador da lei ou alguma porcaria do genero

É que teve um arranca rabo mitologico entre a igreja do Paulo e a do Thiago

Mas se a cidade existiu ou nao é irrelevante, o monte Olimpo tambem existe e o titã Atlas esta petrificado na Mauritania, Zeus esta comigo e a vingança dele será terrivel, os cristao hereges pagarao caro por isso :evil:

Quanto ao Jesus histórico, até o nome Yeshua não significa um nome próprio, mas sim a denominação Yavé salva, iguala José ou Josué.

São expressões do sentimento messiânico judeu.

É uma fusão de mitos incrível. José com Crestus, para fazer real as profecias, principalmente de Isaías, que fez sucesso na Roma antiga ao ser fundida a adoração de Mithra ou o bom e velho deus sol

Nada, absolutamente nada aponta que um indivíduo assim existiu.
Pura obra de ficção.

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Pelo genérico semitico/persa/romano/bizantino sei lá

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:lol::lol::lol::lol::lol:

Eu não sei se eu rio ou se eu choro com uma piada dessas. Pq o sujeito está 1 século atrasado huahuahuahuahuha



Jesus e a Mitologia Pagã


Tradução: Marcelo N. Motta

Pergunta:

Dr. Craig,

Obrigado por sua ajuda em tudo que você faz para mostrar a verdade que está em Cristo.

Na verdade eu só tenho uma pergunta, e, para ser franco, ela me frustra inúmeras vezes. Acontece quase todas as vezes que eu debato cristianismo com alguém.

A pergunta, “Jesus é um mito copiado ou uma pessoal real?” é a fonte de objeção que eu recebo a maioria das vezes. Eles listam todas as similaridades entre Jesus e outros deuses e constelações mitológicos e dizem “Vê como são parecidos?”

Parece que não importa como eu refuto certa similaridade entre Cristo e outra crença mitológica, eles não levam muito a sério o que digo, porque respondem que “eu tenho trabalhado muito duro para salvar minha religião.”

Esses argumentos são sólidos? Eles sequer são debatidos nos altos níveis acadêmicos ainda?

Eu realmente gostaria de saber sua visão nesse ponto, pois continuo trombando nisso e francamente estou cansado de tentar refutar cada similaridade.

Obrigado por tudo que você tem feito. Eu já fui um ateu, mas o argumento a favor de valores e deveres morais objetivos foi o que me levou a Cristo. :)

Kevin

Dr. William Lane Craig responde:

O falecido Robert Funk, fundador do radical Seminário Jesus, reclamava amargamente do abismo que existe entre os principais estudos e as crenças populares sobre Jesus. Funk pensava principalmente sobre a distância entre o pietismo popular e o conhecimento histórico sobre Jesus; mas em lugar algum o abismo é tão grande como entre a irreligiosidade popular e os estudos sobre o Jesus histórico.

O movimento do Pensamento Livre, que alimenta a objeção popular que as crenças cristãs sobre Jesus são derivadas da mitologia pagã, está empacado entre os estudos do final do século XIX. De certa forma isso é impressionante, já que existem muitos estudiosos contemporâneos céticos, como os do Seminário Jesus, cuja obra os livre pensadores poderiam utilizar a fim de justificar seu ceticismo sobre a compreensão tradicional de Jesus. Mas isso só serve para mostrar como esses popularizadores não têm contato com o trabalho de estudiosos sobre Jesus. Eles estão um século desatualizados.

Voltando à época da chamada escola de História de Religiões, estudiosos em religiões comparadas encontraram paralelos a crenças cristãs em outras religiões, e alguns pensaram em explicar que essas crenças (incluindo a na ressurreição de Jesus) foram influenciadas por esses mitos. Hoje, no entanto, raramente algum estudioso pensa em mitos como uma categoria importante para se interpretar os Evangelhos. Os estudiosos perceberam que a mitologia pagã é simplesmente o contexto interpretativo errado para se compreender Jesus de Nazaré.

Craig Evans chama essa mudança de o “Eclipse da Mitologia” na pesquisa sobre a vida de Jesus (veja seu artigo excelente “Life-of-Jesus Research and the Eclipse of Mythology,” Thelogical Studies 54 [1993]: 3-36). James D. G. Dunn começa assim seu artigo sobre “Mitos” no Dicionário de Jesus e dos Evangelhos (IVP, 1993) com a clara rejeição, “Mito é um termo de, pelo menos, relevância duvidosa para o estudo de Jesus e dos Evangelhos.”

Algumas vezes essa mudança é referida como a “rejudaização de Jesus.” Pois Jesus e seus discípulos eram judeus do primeiro século, e é contra esse pano de fundo que devem ser compreendidos. A rejudaização de Jesus tem ajudado a tornar injustificado qualquer compreensão do retrato dEle nos Evangelhos como influenciado significativamente pela mitologia.

Essa mudança é proferida em relação à historicidade dos milagres e exorcismos de Jesus. Estudiosos contemporâneos podem não estar mais preparados para acreditar no caráter sobrenatural dos milagres e exorcismos de Jesus do que os estudiosos de gerações anteriores. Mas eles não estão mais dispostos a atribuir essas histórias à influência dos mitos gregos do homem-divino (theios aner). Antes, os milagres e exorcismos de Jesus devem ser interpretados no contexto das crenças e práticas judaicas do primeiro século. O estudioso judeu Geza Vermes, por exemplo, tem chamado a atenção aos ministérios dos realizadores de milagres e/ou exorcistas carismáticos Honi “o desenhista de círculos” (primeiro séc. a.C.) e Hanina ben Dosa (primeiro séc. d.C.) e interpreta Jesus de Nazaré como um judeu hassídico ou um santo. Hoje o consenso dos estudos sustenta que a realização de milagres e exorcismos (apoiando a questão de seu caráter sobrenatural) pertence, sem sombra de dúvida, a qualquer reconstrução historicamente aceitável do ministério de Jesus.

O colapso da antiga escola da História de Religiões ocorreu por principalmente dois motivos. Primeiro, estudiosos perceberam que os paralelos alegados eram ilegítimos. O mundo antigo era um lugar cheio de mitos de deuses e heróis. Estudos comparativos na religião e literatura requerem sensibilidade às suas similaridades e diferenças, ou o resultado será inevitavelmente distorção e confusão. Infelizmente, aqueles que apresentaram paralelos às crenças cristãs falharam em exercer essa sensibilidade. Veja, por exemplo, a história do nascimento virginal, ou, mais precisamente, a concepção virginal de Jesus. Os paralelos pagãos alegados a essa história são sobre lendas de deuses que se materializaram e tiveram relações sexuais com mulheres humanas para gerar uma prole humano-divina (como Hércules). Assim como esta, essas histórias são exatamente o contrário dos relatos dos Evangelhos, nos quais Maria concebeu Jesus sem ter tido nenhuma relação sexual. As histórias dos Evangelhos sobre a concepção virginal de Jesus são, na verdade, únicas no Oriente Próximo antigo.

Ou considere o evento dos Evangelhos que eu acho mais interessante: a ressurreição de Jesus dentre os mortos. Muitas das alegadas similaridades a esse evento são na verdade histórias apoteóticas, a divinização e assunção do herói ao céu (Hércules, Rômulo). Outras são sobre desaparecimentos, afirmando que o herói foi-se para um plano superior (Apolônio de Tiana, Empédocles). Outras ainda são símbolos sazonais do ciclo das colheitas, conforme a vegetação morre na estação seca e volta à vida na estação chuvosa (Tamuz, Osíris, Adônis). Algumas são expressões políticas de adoração aos imperadores (Júlio César, César Augusto). Nenhuma delas é similar à idéia judaica de ressurreição dos mortos. David Aune, especialista em literatura comparada do antigo Oriente Próximo, conclui, “nenhum paralelo a elas [tradições da ressurreição] é encontrado nos escritos greco-romanos” (“The Genre of the Gospels,” em Gospel Perspectives II, ed. R. T. France and David Wenham [Sheffield: JSOT Press, 1981], pg 48).

Na verdade, a maioria dos estudiosos chegaram a duvidar se, apropriadamente falando, houve realmente algum mito de deuses que morriam e ressurgiam! No mito de Osíris, um dos mitos sazonais mais conhecidos, ele nem chega a voltar à vida, mas simplesmente continua a existir exilado no sub-mundo. Numa revisão recente da evidência, T. N. D. Mettinger informa: “A partir da década de 30… um consenso se desenvolveu ao significado que os deuses, “que morriam e ressurgiam”, morreram, mas não voltaram a viver novamente… Aqueles que continuam a pensar diferente são vistos como sobreviventes de uma espécie quase extinta.” (Tryggve N. D. Mettinger, The Riddle of Resurrection: “Dying and Rising Gods” in the Ancient Near East [Stockholm, Sweden: Almquist & Wiksell International, 2001], pg 4, 7).

O próprio Mettinger acredita que mitos de deuses que morriam e ressurgiam existiram nos casos de Dumuzi, Baal e Melqart; mas reconhece que tais símbolos são bem diferentes da antiga crença cristã na ressurreição de Jesus:

“Os deuses que morriam e ressurgiam estavam muito ligados ao ciclo sazonal. Sua morte e retorno eram vistos como refletidas nas mudanças nas plantas. A morte e ressurreição de Jesus é um evento único, não se repete, e não está ligado às mudanças sazonais… Não existe, pelo o que eu sei, nenhuma evidência clara que a morte e ressurreição de Jesus são uma construção mitológica, baseada nos mitos e ritos dos deuses sazonais das nações vizinhas. Enquanto for estudada com proveito contra o pano de fundo da crença da ressurreição judaica, a fé na morte e ressurreição de Jesus mantém seu caráter único na história das religiões. O mistério continua (Ibidem, pg 221).”

Repare no comentário de Mettinger, que a crença na ressurreição de Jesus pode ser proveitosamente estudada contra o pano de fundo das crenças judaicas da ressurreição (não mitologia pagã). Aqui vemos aquela mudança nos estudos no Novo Testamento que eu apontei acima como a rejudaização de Jesus. A ilegitimidade das similaridades alegadas é apenas uma indicação que a mitologia pagã é o esquema interpretativo errado para compreender a crença dos discípulos na ressurreição de Jesus.

Segundo, a escola da História de Religiões sucumbiu como uma explicação para a origem das crenças cristãs sobre Jesus, porque não houve nenhuma conexão causal entre os mitos pagãos e a origem das crenças cristãs sobre Jesus. Veja, por exemplo, a ressurreição. Os judeus conheciam os deuses sazonais mencionados acima (Ez 37.1-14) e os acharam repugnantes. Por isso, não há traços de culto a deuses sazonais na Palestina do primeiro século. Para os judeus, a ressurreição à glória e imortalidade não aconteceria antes da ressurreição geral de todos os mortos no fim do mundo. É inacreditável pensar que os discípulos originais teriam súbita e sinceramente acreditado que Jesus de Nazaré ressuscitou dentre os mortos apenas porque ouviram sobre mitos pagãos de deuses que morriam e ressurgiam.

Mas, de certo modo, tudo isso é irrelevante à sua pergunta principal, Kevin. Pois, como você mostrou, as pessoas com que você conversa não têm acesso aos estudos. Quando você mostra a elas a ilegitimidade das similaridades alegadas, então é acusado de “ter trabalhado muito duro para salvar sua religião.” Essa é uma situação que você não pode vencer. Então, estou inclinado a dizer-lhe que você não deveria ocupar-se em “tentar refutar cada similaridade.” Antes, eu acho que uma atitude mais genérica e desinteressada de sua parte pode ser mais eficaz.

Quando eles disserem que as crenças cristãs sobre Jesus vieram da mitologia pagã, eu acho que você deveria rir. Então olhe para eles com os olhos arregalados e um grande sorriso e diga, “Vocês realmente acreditam nisso?” Aja como se tivesse acabado de conhecer alguém que acredite na terra plana ou na conspiração de Roswell. Você podia dizer algo do tipo, “Cara, essas velhas teorias estão mortas há mais de cem anos! Da onde você está tirando isso?” Diga-lhes que isso é apenas lixo sensacionalista e não estudos sérios. Caso insistam, então peça a eles que lhe mostrem as próprias passagens que narram a suposta similaridade. São eles que estão nadando contra o consenso dos estudos, então faça-os trabalhar duro para salvar a religião deles. Eu acho que você descobrirá que eles nem se quer leram as fontes originais.

Se eles chegarem a citar um trecho de uma fonte, eu acho que você ficará surpreso com o que verá. Por exemplo, no meu debate sobre a ressurreição com Robert Prince, ele dizia que as curas que Jesus fez vieram dos relatos mitológicos de curas, como as de Esculápio. Eu insisti que ele lesse a todos uma passagem das fontes originais mostrando a suposta similaridade. Quando ele leu, o que alegava não tinha nada a ver com as histórias dos Evangelhos sobre as curas de Jesus! Essa foi a melhor prova que a origem das histórias não estava relacionada.

Lembre-se: qualquer um que insiste nessa objeção tem de suportar o ônus da prova. Ele precisa mostrar que as narrativas são paralelas e, além disso, que são causalmente ligadas. Insista que eles suportem esse ônus, caso você leve as objeções deles a sério.
 

carraro

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Pois eu queria saber:

1. O local da pintura de Jesus e a datação dela

2. O local do desenho de Zeus, e a datação dela


É cada um que me aparece:slap::slap::slap::slap:
 

carraro

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Shalashaska

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Eu que o diga... em termos históricos esta estátua possui uma grande relevância, mesmo que para a grande maioria seja apenas mais uma informação passada nas aulas de história do colégio (e um tema de feira de ciências =P). Sinceramente, esperava que você conhecesse... a posição de Zeus é um estalo instantâneo para a lembrar da importância histórica dessa obra.

A imagem de Zeus colocada no post não tem relevância como pintura, mas como representação de uma estátua que se encaixa na lista das Sete Maravilhas do Mundo Antigo eleitas como tal por Antípatro de Sídon na antiguidade clássica.

A estátua de Zeus em Olímpia foi construída no século V a.C. por Fídias, em homenagem ao rei dos deuses gregos — Zeus. A estátua, construída em ouro e marfim e decorada com pedras preciosas, possuía 12 metros de altura. Após 800 anos foi levada para Constantinopla (hoje Istambul), onde acredita-se ter sido destruída em 462 d.C. por um terremoto.

Essa é considerada sua obra-prima. Tanto os gregos amavam seus trabalhos que dizia-se que ele revelava aos homens a imagem dos deuses. Supõe-se que a construção da estátua tenha levado cerca de oito anos. Zeus (Júpiter, para os romanos) era o senhor do Olimpo, a morada das divindades. A estátua media de 12 a 15 metros de altura - o equivalente a um prédio de cinco andares - e era toda de marfim e ébano. Seus olhos eram pedras preciosas.

Fídias esculpiu Zeus sentado num trono. Na mão direita levava a estatueta de Nike, deusa da Vitória; na esquerda, uma esfera sob a qual se debruçava uma águia. Supõe-se que, como em representações de outros artistas, o Zeus de Fídias também mostrasse o cenho franzido. A lenda dizia que quando Zeus franzia a fronte o Olimpo todo tremia. Quando a estátua foi construída, a rivalidade entre Atenas e Esparta pela hegemonia no Mediterrâneo e na Grécia continental mergulhou os gregos numa sucessão de guerras. Os combates, no entanto, não prejudicaram as realizações culturais e artísticas da época. Ao contrário, o século V a.C. ficou conhecido como o século de ouro na história grega devido ao extraordinário florescimento da arquitetura, escultura e outras artes. A estátua de Zeus foi destruída nesse mesmo século V a.C.
 

guicn

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Postar o texto de um criacionista não traz muita credibilidade para tentar argumentar algo...
 

Rickrj

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Triste ? Olha, sinceramente o que é triste é debater com pessoas que não reconhecem a soberania de Deus todo poderoso, ninguém é nada para contestar os atos de Deus.

Triste ? Imagino se fossem vocês no lugar de Deus, o que vocês fariam com a Humanidade perversa, vendo o modo da Humanidade agir desta maneira através dos milenios com o próximo, incluindo a própria familia e crianças como os casos de incesto, pedofilia, pai matando filho, filho matando pai e etc e com a própria natureza que ele criou, acabando com tudo......

Edit: O que é triste realmente, é ter que debater com pessoas com esta mentalidade.

Na verdade vocês querem fazer o que querem, não querem respeitar nada, não devem nem respeitar seus pais. Nós mesmos não temos que respeitar as leis humana? Não existe a Legislação??? Se você não respeitar a lei, você não é punido????


Me parece que vocês nunca entenderão, mas ainda torço que algum dia entendam.
 

ZiggyS

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Edit: O que é triste realmente, é ter que debater com pessoas com esta mentalidade.

Na verdade vocês querem fazer o que querem, não querem respeitar nada, não devem nem respeitar seus pais. Nós mesmos não temos que respeitar as leis humana? Não existe a Legislação??? Se você não respeitar a lei, você não é punido????


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Vc usa drogas???
Do que vc está falando?? Como assim não quer respeitar nada ou seguir as leis? O que isso tem a ver com o tópico e quem aqui disse agir assim????
 
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