Você acredita em DEUS? -=Topico Infinito=-

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Soro

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24/08/2005
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Não é bem assim. Não se parte de uma premissa como verdade. Isso é com quem acredita puramente pela fé.

Ser ateísta é a falta de fé. É julgar alguém pelos seus próprios princípios morais e não por algo pré determinado, ou por simplesmente acreditar que é e fim de papo. É abrir espaço para possibilidades. Os ateístas (dos que conheço, pelo menos) são os verdadeiros mentes abertas, porque esses sim aceitam hipóteses e conjecturas morais sem preconceito, analisando baseado no que é melhor para si mesmo e para os que o rodeiam. Não se aceita tudo, como é alarmado por teístas, muito pelo contrário, a moral construída me parece muito mais saudável e válida. E, obviamente, há teístas que pensam dessa maneira, também. Apenas queria deixar claro a confusão que você fez.

Não vou me alongar para explicar como funciona o método científico, até porque isso já foi mais do que explicado nesse tópico, mas fique claro que não se começa com premissas imutáveis.




Não se prova uma negativa. Se descarta ela. Isso é ser cético.
Não há evidências que corroborem com tal evento? Então, por enquanto, ele é falso e não me preocuparei com ele até surgirem novas evidências.

Se equilibrar no muro da incerteza é interessante, mas manter-se assim sempre NÃO. Por isso que tal fato é descartado e tido como falso. Não se pode aceitar tudo como verdadeiro apenas porque não se provou que é falso. Isso é uma falácia.


Trecho em amarelo: não aceito a insinuação de que todo ateista usa de métodos científicos. Uma coisa não tem nada a ver com outra. Você não se torna ateista porque a Ciência lhe provou algo. Você primeiro CRÊ que Deus NÃO existe, e depois formula hipóteses para sustentar isso. Não existe até hoje uma prova científica sequer da não existência de Deus, portanto o método científico não é a prova de que ele NÃO existe, por isso não pode ser a causa do ateismo de ninguém. Isso não é falácia, é lógica elementar:

SE eu careço de método científico para optar ser ateista
E a ciência é inconclusiva
ENTÃO eu não posso optar por ser ateista baseado na ciência.

Repetindo: primeiro você é ateista, depois você recorre (algumas vezes) à Ciência, tentando justificar sua opção, a qual é feita baseada na crença de que Deus não existe.

É assim que funciona a mente do ateista padrão, principalmente dos que habitam esse fórum.


ps: Texto grifado em vermelho são contraditórios.
 

Soro

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24/08/2005
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Podem fechar o topico, nada mais é preciso dizer, apenas isso !:thumbs_up


O tópico não será fechado, mas você não precisa mais participar, já que para você o assunto está encerrado. Passar bem! :yes:
 
F

Flanker

Guest
Sim, ateismo é crença na descrença, eu mesmo rezo todo dia para a ciencia prove que deus nao existe ( ai meu rim) :lol:


Trecho retirado so artigo , "Os fundamentos do ateismo"

Outro equívoco comumente cometido por aqueles que se opõem ao ateísmo consiste em tratar tal posição como análoga ao teísmo, como uma “religião da descrença”. Ou seja, julgam que os ateus, assim como os teístas, na realidade professam alguma espécie de crença dogmática na inexistência de deus(es). Partindo dessa premissa, concluem que o ateísmo não tem mais validade que qualquer crença religiosa, pois, assim como os teístas acreditam em Deus e são incapazes de provar sua existência, os ateus seriam descrentes em Deus igualmente incapazes de provar a sua inexistência.

Pelo que vimos acima, tal objeção obviamente transborda uma tremenda incompreensão do que é ateísmo. Primeiramente, porque o ateísmo não é uma crença dogmática na inexistência de deus, mas somente a ausência de crença nesse tipo de entidade sobrenatural. Em segundo lugar, porque há uma regra lógica muito simples – e convenientemente ignorada pelos teístas – que diz o seguinte: não é razoável acreditar em algo sem ter motivos para fazê-lo. Qualquer indivíduo sensato há de convir que a atitude de não acreditar em algo – por não haver evidências convincentes em seu favor – não é uma crença, e tampouco precisa se sustentar em provas.

Além disso, provar negações universais, por motivos lógicos, é algo extremamente difícil, e alegremente certos teístas usam isso para afirmar que ninguém é capaz de provar a inexistência de Deus. À primeira vista, isso parece razoável, e seria suficiente para empatar os placares. Mas, com um pouco de pensamento crítico, logo se percebe a incoerência: não podemos provar a inexistência de praticamente qualquer coisa. E, para deixar a idéia clara, só precisamos de algum tempo livre para dar asas à nossa imaginação especulativa. Por exemplo, formulemos algumas hipóteses bizarras:

1) – Nosso Universo, na verdade, é um “aquário espacial” feito por alienígenas que estão brincando de cultivar seres humanos.

2) – Existem cogumelos imateriais que vivem numa dimensão paralela, os quais estão nos vigiando constantemente, apesar de não podermos detectá-los.

3) – A verdadeira divindade, que criou o mundo e os homens, é Zeus, com a ajuda de Apolo e Dionísio. Eles e inumeráveis outros deuses estão todos no Olimpo nos observando.

4) – A Terra em que vivemos é um elétron; o Sol é um conjunto de prótons e nêutrons; nosso sistema planetário como um todo é um átomo de flúor gigantesco. Os físicos modernos discordam de tal afirmação, mas isso acontece porque o homem ainda não possui tecnologia suficiente para observar e analisar a realidade de modo preciso.

5) – O Universo só parece mecânico e impessoal; na verdade, o mundo em que vivemos é auto-consciente.

6) – Há uma civilização pacífica que habita o núcleo do Sol; ela se protege do calor através de um sistema hiper-tecnológico que nos é inconcebível; nela vivem milhões de unicórnios, centauros e minotauros em um grau de desenvolvimento muito superior ao nosso.

7) – Há um grande dragão alado vermelho cuspidor de fogo em meu quarto; contudo, toda vez alguém tenta observar ou confirmar sua existência, este desaparece imediatamente de modo misterioso.

Então perguntemos: como alguém seria capaz de refutar tais hipóteses? Não temos qualquer motivo para julgá-las verdadeiras, mas, mesmo assim, não temos como provar que são definitivamente falsas. É esse o problema das negações universais.

Por exemplo, no caso da sexta hipótese, o único modo de provar que tais seres não existem seria ir até o núcleo do Sol e olhar se estão lá ou não, mas isso não é realmente uma boa idéia, pois freqüentar locais que estão a milhões de graus Celsius é relativamente perigoso. Basicamente, isso significa que não podemos provar a inexistência dessa tal civilização helionuclear. Entretanto, faz algum sentido declarar que essa impossibilidade serve como uma evidência de sua existência? Definitivamente, não. Ademais, o fato de alguém acreditar piamente em tal hipótese é irrelevante à sua veracidade.

O mesmo se aplica, naturalmente, à idéia de deus: trata-se somente de uma hipótese sem comprovação – uma especulação, realmente. Só precisamos trocar a afirmação “Há seres vivos no centro do Sol” por “Deus criou o mundo” ou “Deus existe”. Não existem razões para julgarmos que a hipótese divina deveria fugir à regra. Pelo mesmo motivo que as pessoas, normalmente, não acham sensato acreditar que estamos sendo vigiados por cogumelos imateriais, os ateus acham sensato não acreditar na hipótese da existência de um deus criador.

Devemos notar, entretanto, que isso não implica de modo algum a impossibilidade da existência de cogumelos imateriais ou deuses. De fato, nenhuma das hipóteses apresentadas acima é impossível. Simplesmente não acreditamos nelas porque não temos motivos para julgar que são verdadeiras. Como vemos, não há qualquer traço de extremismo em tal raciocínio, como poderia parecer à primeira vista.

Esse contra-argumento dos teístas – “prove-me que Deus não existe” –, que costuma ser aceito prontamente como válido pelos desavisados, é uma falácia argumentativa que recebe o nome de Inversão do ônus da prova, na qual aquele que afirma a veracidade de uma proposição coloca sobre os incrédulos o dever de provar sua falsidade e, se estes forem incapazes de fazê-lo, imediatamente ficaria comprovada a veracidade da proposição. O engano, nota-se, é óbvio: como poderíamos fazer isso – provar a inexistência de tal deus – se, na realidade, nem mesmo existem provas de sua existência para refutarmos?

Na realidade, o dever de provar a veracidade recai sobre os ombros daquele que afirma algo. Se algum indivíduo diz “Deus existe”, é sobre ele que fica a responsabilidade de provar a veracidade de sua proposição, ou seja, provar a existência de Deus. Se falhar em prová-la, então não teremos motivos para aceitá-la e, assim, a descrença torna-se plenamente justificada.

Assim, vemos que ateus não têm o dever de provar coisa alguma, pois, no ato de descrer, não estão afirmando nada. Em geral, o que dizem é simplesmente o seguinte: Não acredito em deus porque não tenho motivos para fazê-lo; caso tivesse algum motivo, acreditaria; mas não encontrei nenhum. Ante a ausência de evidências, ser ateu não passa de uma simples questão de honestidade intelectual. Bertrand Russell resumiu muito bem o conceito fundamental nesta passagem:

Muitos indivíduos ortodoxos dão a entender que é papel dos céticos refutar os dogmas apresentados – em vez de os dogmáticos terem de prová-los. Essa idéia, obviamente, é um erro. De minha parte, poderia sugerir que entre a Terra e Marte há um pote de chá chinês girando em torno do Sol em uma órbita elíptica, e ninguém seria capaz de refutar minha asserção, tendo em vista que teria o cuidado de acrescentar que o pote de chá é pequeno demais para ser observado mesmo pelos nossos telescópios mais poderosos. Mas se afirmasse que, devido à minha asserção não poder ser refutada, seria uma presunção intolerável da razão humana duvidar dela, com razão pensariam que estou falando uma tolice. Entretanto, se a existência de tal pote de chá fosse afirmada em livros antigos, ensinada como a verdade sagrada todo domingo e instilada nas mentes das crianças na escola, a hesitação de crer em sua existência seria sinal de excentricidade.


Mas isso não é suficiente para fechar a questão. Há uma frase – a qual, aliás, é bastante famosa entre os ateus – que serve como um aviso para que mantenhamos nossa mente sempre aberta: ausência de evidência não é evidência da ausência. A simples falta de evidências não é suficiente para justificar a crença na inexistência, e a maioria dos ateus realmente não acredita de modo definitivo na inexistência divina.

Entretanto, não podemos ignorar o fato de que há certos ateus que acreditam na inexistência de deus(es). Como vimos, são os que pertencem à categoria do ateísmo crítico. Para justificar tal posicionamento, a ausência de evidência não é suficiente. Neste caso, torna-se necessário demonstrar a impossibilidade da existência divina. E, deste modo, poder-se-ia dizer que esta posição é dogmática, pois é impossível provar definitivamente a inexistência de qualquer deus. Mas o pequeno detalhe que faz toda a diferença reside no fato de que não tentam provar a impossibilidade da existência de qualquer divindade, mas de uma divindade específica de tal ou tal religião.

O ateu crítico usa a própria crença do indivíduo teísta para fundamentar sua argumentação. Se alguém diz: “Eu acredito em Deus”, o ateu crítico pergunta coisas como: “Que é Deus?”, “Qual é a natureza desse Deus?”, “Quais são seus atributos?”. Por exemplo, estudando as definições do Deus bíblico, o ateu crítico poderia procurar contradições nos atributos desta divindade e, usando a regra lógica da não-contradição – tudo aquilo que se autocontradiz é necessariamente falso –, usa essa informação para argumentar contra a existência de tal ser. Assim, do mesmo modo que a regra da não-contradição justifica a crença na inexistência de entes cujos atributos se excluem mutuamente – como cubos esféricos ou círculos hexagonais –, também justifica a crença na inexistência de um deus cujos atributos são autocontraditórios. Nesta situação, a crença encontra-se justificada de modo racional e lógico, não sendo possível, portanto, acusá-la de dogmatismo – talvez de racionalismo reducionista, mas isso será discutido posteriormente.

Em discussões do tipo Ateísmo versus Teísmo, percebe-se facilmente que a maioria das pessoas não entende o que é ateísmo. É por isso que grande parte dos argumentos usados contra ele é notável por sua absoluta irrelevância. Por exemplo, quando algum ateu assume abertamente sua posição, logo é coberto de argumentos verborrágicos e disparates de todo tipo. Alguns exemplos: “Você quer ir para o inferno?”; “Você é mais um daqueles que acredita que isso tudo surgiu do nada?”; “Então explique a origem da vida e do Universo”; “É uma pena que você seja tão infeliz”.

Sem levar em consideração o primeiro exemplo e o último, pois sequer merecem uma resposta séria, devemos ter em mente que o fato de alguém ser ateu não diz nada, absolutamente nada sobre o que ele pensa a respeito de tais assuntos. Isso porque o ateísmo possui caráter negativo, e as negações são extremamente parcimoniosas no fornecimento de dados. Por exemplo, se alguém dissesse “Eu não me chamo José”, que poderíamos inferir a partir disso além do fato de que seu nome é outro, que não José? Seria absurdo pensar que tal informação fornece qualquer pista significante sobre seu verdadeiro nome. É simplesmente incabível tentar deduzir a partir do fato de alguém ser ateu quais são seus pontos de vista filosóficos, morais ou científicos sobre quaisquer assuntos.

É claro que os religiosos costumam fazer esses tipos de pergunta porque a maioria dos ateus adota o posicionamento científico, que se baseia na experimentação e no racionalismo, mas não necessariamente. O indivíduo ateu pode possuir suas próprias teorias ou então, sem problema algum, pode se abster de responder essas questões, alegando que, na ausência de dados corroborativos para construir qualquer teoria razoavelmente verossímil, qualquer afirmação não passaria de um mero disparate.

Nesse último caso, a resposta mais típica às perguntas dessa natureza é simplesmente esta: não sei.

Como surgiu o Universo? – Não sei.

Por que existimos? – Não sei.

Deus existe? – Não sei. Afirmo apenas que nasci neste mundo e que sou ignorante quanto a todos esses fatos. Nossa existência parece um grande mistério insondável. Portanto, de nada adianta dizer “foi Deus” se, na realidade, não tenho motivos para acreditar nisso. Prefiro admitir meu desconhecimento a abraçar uma hipótese infundada para tentar mascarar minha ignorância ante este grande ponto de interrogação que é o mundo em que vivo.

A integridade intelectual impede que pontos de interrogação sejam utilizados como argumentos em favor de hipóteses confortantes como a da existência de um deus. O fato de não sabermos de onde viemos, como surgiu a vida ou qualquer outra coisa, não significa em absoluto que “foi Deus”. Não sabermos de onde tudo isso surgiu significa apenas que não sabemos de onde tudo isso surgiu – e tão-somente; nem mesmo significa que surgiu. A ignorância não é um argumento, definitivamente; e a tentativa de usá-la como um argumento somente revela uma grande e lamentável parcialidade, que muito provavelmente deriva-se da necessidade de crer.

Esse deus, que só habita os recônditos de nossa ignorância, é tipicamente alcunhado “Deus das lacunas”, pois só sobrevive por entre as sombras do desconhecido. É devido a esse subterfúgio explicativo que, outrora, devido à ignorância, os fenômenos naturais – como trovões e relâmpagos – eram interpretados como manifestações de um deus descontente com os humanos. É claro que, naquela época, esta parecia uma explicação tão plausível e respeitável para os fenômenos naturais quanto, atualmente, dizer que o Universo foi criado por um deus, pois ambas coisas eram igualmente desconhecidas. Mas, nos dias de hoje, a ciência já lançou luz – a maior inimiga do Deus das lacunas – sobre os processos responsáveis pelos trovões e pelos relâmpagos, tornando ridícula a afirmação de que se devem à manifestação de um deus enfurecido com os humanos.

Hipócrates, nascido por volta de 460 a.C., considerado um dos pais da medicina, em sua época já compreendia a tendência humana de mistificar aquilo que lhe é desconhecido – Os homens pensam que a epilepsia é divina meramente porque não a compreendem. Se eles denominassem divina qualquer coisa que não compreendem, não haveria fim para as coisas divinas.

Sejamos honestos quanto a nós mesmos: somos seres complexos, capazes de empreendimentos notáveis, mas também limitados, e não temos todas as respostas ao nosso alcance – pelo menos não atualmente. Portanto, quem não quiser se enganar através de fábulas explicativas e consoladoras, precisa aprender a conviver com tais limitações, pois a atitude de responder uma pergunta se valendo de um mistério, na realidade, não explica coisa alguma. Isso, naturalmente, não significa fechar-se totalmente para outros pontos de vista. Em nosso conhecimento, há – e deve haver – lugar para a dúvida, para a incerteza, pois deste modo nosso conhecimento não ficará cristalizado na forma de crenças impermeáveis às novas evidências que vierem a ser descobertas e às novas teorias que vierem a ser formuladas. Se não aceitarmos que nossa visão de mundo é provisória, que sempre estará sujeita a revisões, ela se tornará obsoleta rapidamente. Então devemos conceder à hipótese da existência de um deus alguma plausibilidade? Certamente: a mesma que concederíamos a uma especulação bastante improvável que, há milênios, está à espera de evidências que a comprovem.

Vale a pena fazermos, aqui, um breve comentário sobre a posição denominada agnosticismo. Equivocadamente, costuma-se pensar que esta jaz no limiar da dúvida entre o teísmo e o ateísmo, quando, na verdade, ela é independente da questão da crença/descrença em um deus. Tal visão diz respeito somente à impossibilidade de a mente humana conceber, compreender ou julgar alguns tipos de questões – afirmando que tais assuntos estão além do escopo da racionalidade humana, sendo, portanto, impossível formular sobre eles qualquer juízo seguro.

É errado pensar no agnóstico como um indivíduo meio-termo entre as duas perspectivas, ou seja, que não afirma nem nega a existência de uma entidade superior, supostamente representando uma posição de questionamento sensato em vez de um extremismo ateísta. O agnosticismo certamente não é uma terceira opção entre o teísmo e o ateísmo, e é fácil evidenciar o porquê. O agnosticismo envolve a crença em deus? Não. Envolve a descrença em deus? Não. Então que relação necessária tem com esta questão? Nenhuma. Como explicou George H. Smith, O termo “agnóstico”, em si mesmo, não indica se alguém acredita ou não num deus (...) agnosticismo não é uma posição independente ou um meio-termo entre teísmo e ateísmo, pois classifica de acordo com um critério diferente.

A rigor, a palavra agnóstico significa apenas sem conhecimento, isto é, trata-se de um termo genérico que diz respeito somente à afirmação da impossibilidade de se obter conhecimento acerca de alguma coisa ou assunto qualquer. Então seria mais correto dizer algo como: este indivíduo – ateu ou teísta – é agnóstico em relação à questão da existência de deus ou de alguma “questão x” qualquer.

Fonte

http://ateus.net/artigos/ateismo/os_fundamentos_do_ateismo.php

:ras:
 

Yowia

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Não existe até hoje uma prova científica sequer da não existência de Deus, portanto o método científico não é a prova de que ele NÃO existe, por isso não pode ser a causa do ateismo de ninguém.

Na verdade não existe "prova científica" que que nada NÃO exista.
Então, ou tudo existe, ou não não valhe a pena perder tempo com algo sem evidencias.

Mas esse é só você, "cético", invertendo o ônus da prova pela milhesima vez. :said:
 

guicn

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Trecho em amarelo: não aceito a insinuação de que todo ateista usa de métodos científicos. Uma coisa não tem nada a ver com outra. Você não se torna ateista porque a Ciência lhe provou algo. Você primeiro CRÊ que Deus NÃO existe, e depois formula hipóteses para sustentar isso. Não existe até hoje uma prova científica sequer da não existência de Deus, portanto o método científico não é a prova de que ele NÃO existe, por isso não pode ser a causa do ateismo de ninguém. Isso não é falácia, é lógica elementar:

SE eu careço de método científico para optar ser ateista
E a ciência é inconclusiva
ENTÃO eu não posso optar por ser ateista baseado na ciência.

Repetindo: primeiro você é ateista, depois você recorre (algumas vezes) à Ciência, tentando justificar sua opção, a qual é feita baseada na crença de que Deus não existe.

É assim que funciona a mente do ateista padrão, principalmente dos que habitam esse fórum.


ps: Texto grifado em vermelho são contraditórios.

Muitas falácias. Não existe essa de crer na não existência de algo, como já foi exaustivamente explicado. E eu não disse em momento algum que para ser ateu é necessário basear isso na ciência. Cada um escolhe como quer refutar a hipótese. Alguns usam a filosofia, outros a ciência. Eu me encaixo no segundo grupo por achar mais lógico e também por estar vivenciando diariamente o método científico.

Não se prova que algo não existe.
Soro, já não tínhamos passado dessa fase? Você estava indo tão bem...

ps: o texto grifado em vermelho não é contraditório. Sequer sei como se pode analisar dessa maneira a minha afirmação.
 

umd

Douglas Madeira
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Soro

voce acredita em Deus, mas desde quando voce acredita em Deus ? Foi desque que nasceu ? ou desde que começou a entender o mundo e viu que nesse mundo varias pessoas acreditam ? Vamos, la, voce nasceu.. cresceu e de onde voce tirou esse DEUS ?

Vou explicar como eu sou !

Nasci , cresci ouvindo nesse Deus que todo mundo diz. Porem nunca VI e nao vou acreditar porque tem gente que diz que SENTE... Eu nao sinto NADA e sei que se eu ficar querendo acreditar.. vou me fazer acreditar que Amor que sinto po ruma mulher.. que uma coisa que eu fiz de errado amanha vou ter o castigo divino, esseas coisas todas baboseiras... Eu vou acreditar que isso é Deus. alias, religiosos dizem que tudo é influencia de DEUS.

kra eu nasci e cresci e nao me deixei levar pelo papo furado ..


E voce ? nasceu , cresceu e desde quando passou EXISTIR pra voce esse DEUS ?:ras:
 

umd

Douglas Madeira
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Bom, pessoal, vou indo dormir..
Flanker
Depois desse enorme texto que voce postou , nao vejo porque sinceramente e HONESTAMENTE falando como um ser humano do ano de 2009 ler este texto e vir aqui , ignorar este texto muito bem escrito e ainda defender os SMURFS, oops esse nao .. DEUS. ( alias tanto faz. :lol:)

Acho que Nós aqui desse forum que NAo acreditamos em conto de fadas, Poderíamos ao menos entender as Historias de o porque criaturas nascidas na mesma época que nós que nao acreditamos , Acreditam.

Bom, eu gostaria de ver a resposta do SORO e tentar compreender o porque ele defende tanto o seu deus imaginario, quero entender apartir de quando ele começou a crer. :eek:

Nao é possivel que pessoas nascidas em nossos tempos ainda acreditem, eu so acho que cabe a nós que nao acreditamos , ver as respostas de cada um aqui e ai sim colocar as cartas na mesa, apartir do inicio da Crença . :wacko:
 

Red Rabbit

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Esses dias, depois que comecei a frequentar esse tópico, estou me colocando mais no lugar de um ateísta e a cada dia surge novos pensamentos... começo a pensar se algo tem fundamento e no entanto dou risada de mim mesmo :lol:


Agora mesmo me veio o seguinte pensamento:

Se o ateísta acredita que o mundo foi criado ( Se algo foi criado existe um criador; vejam que ja começa por um contra senso :lol:), bom mais tentei colocar de outra palavra e me veio a mente a palavra surgiu, - mudei a palavra para tomar o lugar da palavra "criado" porém, deu no mesmo!... a palavra surgiu já não é outro contra senso? ou seja, algo surge do nada? :lol:
tentei então outra palavra mas todas que encontrei tiveram o mesmo significado... a mais estranha e que me levou a novos pensamentos foi a palavra "aparecer" essa me fez pensar o seguinte:

Se o ateísta acredita que o mundo "apareceu" ( algo aparece do nada?:D) de uma explosão, ou seja, de um superaquecimento de um átomo.. eu cheguei no seguinte pensamento:

Quem criou o átomo? Quem criou o calor? .... Foi o nada?! ou seja, o ateísta acredita que o mundo apareceu do nada? o nada criou o mundo? o nada criou tudo? :lol:

O que é o nada além do nada? o nada não é nada? ou é alguma coisa? :yes:

Então o atéista acredita no nada? :lol:


Desculpe pessoal, mas tem coisa mais absurda que essa ? :p






!








´
 

Panda

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Esses dias, depois que comecei a frequentar esse tópico, estou me colocando mais no lugar de um ateísta e a cada dia surge novos pensamentos... começo a pensar se algo tem fundamente e no entanto dou risada de mim mesmo :lol:


Agora mesmo me veio o seguinte pensamento:

Se o ateísta acredita que o mundo foi criado ( Se algo foi criado existe um criador; vejam que ja começa por um contra senso :lol:), bom mais tentei colocar de outra palavra e me veio a mente a palavra surgiu, - mudei a palavra para tomar o lugar da palavra "criado" porém, deu no mesmo!... a palavra surgiu já não é outro contra senso? ou seja, algo surge do nada? :lol:
tentei então outra palavra mas todas que encontrei tiveram o mesmo significado... a mais estranha e que me levou a novos pensamentos foi a palavra "aparecer" essa me fez pensar o seguinte:

Se o ateísta acredita que o mundo "apareceu" ( algo aparece do nada?:D) de uma explosão, ou seja, de um superaquecimento de um átomo.. eu cheguei no seguinte pensamento:

Quem criou o átomo? Quem criou o calor? .... Foi o nada? ou seja, o ateísta acredita que o mundo apareceu do nada? o nada criou o mundo? o nada criou tudo? :lol:

O que é o nada além do nada? o nada não é nada? ou é alguma coisa? :yes:

Então o atéista acredita no nada? :lol:


Desculpe pessoal, mas tem coisa mais absurda que essa ? :p




´

Tem coisa mais absurda, sim. Com certeza.
Uma delas é um post desse tipo. Não é o conteúdo, mas sim a maneira que você expôs sua opinião.
A propósito: O "criador" então surgiu da onde? Ele simplesmente já estava "ali" desde o início e resolveu criar as coisas do jeito que são?
 

Red Rabbit

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Tem coisa mais absurda, sim. Com certeza.
Uma delas é um post desse tipo. Não é o conteúdo, mas sim a maneira que você expôs sua opinião.
Desculpe, não tive essa intenção
A propósito: O "criador" então surgiu da onde? Ele simplesmente já estava "ali" desde o início e resolveu criar as coisas do jeito que são?


Então me responde amigo, quem criou o fogo que aqueceu o átomo?
 

Red Rabbit

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Está certo de quê qualquer resposta que vc der terá que ter um criador, certo? ou vc está afirmando que acredita que o nada criou tudo?
 

Yowia

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Esses dias, depois que comecei a frequentar esse tópico, estou me colocando mais no lugar de um ateísta e a cada dia surge novos pensamentos... começo a pensar se algo tem fundamento e no entanto dou risada de mim mesmo :lol:


Agora mesmo me veio o seguinte pensamento:

Se o ateísta acredita que o mundo foi criado ( Se algo foi criado existe um criador; vejam que ja começa por um contra senso :lol:), bom mais tentei colocar de outra palavra e me veio a mente a palavra surgiu, - mudei a palavra para tomar o lugar da palavra "criado" porém, deu no mesmo!... a palavra surgiu já não é outro contra senso? ou seja, algo surge do nada? :lol:
tentei então outra palavra mas todas que encontrei tiveram o mesmo significado... a mais estranha e que me levou a novos pensamentos foi a palavra "aparecer" essa me fez pensar o seguinte:

Se o ateísta acredita que o mundo "apareceu" ( algo aparece do nada?:D) de uma explosão, ou seja, de um superaquecimento de um átomo.. eu cheguei no seguinte pensamento:

Quem criou o átomo? Quem criou o calor? .... Foi o nada?! ou seja, o ateísta acredita que o mundo apareceu do nada? o nada criou o mundo? o nada criou tudo? :lol:

O que é o nada além do nada? o nada não é nada? ou é alguma coisa? :yes:
Então o atéista acredita no nada?
Desculpe pessoal, mas tem coisa mais absurda que essa ?
!


Meu Deus do céu!!!! :no:
Faz assim, já que você diz querer tanto "ser por no lugar de um ateu", assista os videos "the atheist experience" no youtube.
começa por esse aqui:

 
F

Flanker

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Meu duende marciano invisível onipotente que fala português com sotaque mineiro do céu.
 

Panda

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Está certo de quê qualquer resposta que vc der terá que ter um criador, certo? ou vc está afirmando que acredita que o nada criou tudo?

Mas você não respondeu a minha pergunta.
Sendo assim, quem criou o "criador"? Se ele sempre esteve ali, por que qualquer outra explicação necessitaria de um criador?
 

Red Rabbit

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Mas você não respondeu a minha pergunta.
Sendo assim, quem criou o "criador"? Se ele sempre esteve ali, por que qualquer outra explicação necessitaria de um criador?
E o que seria então?

tudo apareceu do nada?
 

Red Rabbit

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:p
Meu Deus do céu!!!! :no:
Faz assim, já que você diz querer tanto "ser por no lugar de um ateu", assista os videos "the atheist experience" no youtube.
começa por esse aqui:


Se eles tiverem a resposta para a pergunta que eu fiz nesse tópico - e vou continuar fazendo - até um ateíza me responder, eu assisto, caso contrário o que eu vou ver ai?

Não é dois caras que ganham para achar que sabe tudo? dois caras que estão com a vantagem de poder editar o que quizer, escolhe as melhores entrevistas que dão a melhor audiencia, botar para quem quer ver o que eles quizerem, como eles achar melhor e dizer o que quizer enquando o outro so tem o telefone?
vai ver eles mesmos acreditam em algo que criou o mundo mas não admitem porque perde o emprego. :p




EDIT: Assistir o vídeo e a única coisa que vi foi eles se defendendo com piadas sarcásticas.
 

guicn

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Como será que tomamos banho sem levar choque?

É um milagre de deus!
 

Red Rabbit

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Eles dizem que para começar uma pergunta não pode começar com "quem", - pq limita as respostas segundo eles próprios - :lol: mas tem que começar por "como"

Bom, continuando...

Como o fogo que aqueceu o átomo apareceu?
Como o átomo surgiu?

?
 

Yowia

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Se defendendo de quê ?!?!
o video trata exatamente do assunto que vc tem colocado em questão.

Se vc só viu piadas sarcásticas, desculpe, mas parece que você tem a mente fechada, ou tá se fazendo de lerdo. (possívelmente os dois).

Oq é uma pena.

Continue floodando o tópico com a mesma pergunta então.
Abraços.
 

Red Rabbit

know-it-all Member
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Se defendendo de quê ?!?!
o video trata exatamente do assunto que vc tem colocado em questão.

Se vc só viu piadas sarcásticas, desculpe, mas parece que você tem a mente fechada, ou tá se fazendo de lerdo. (possívelmente os dois).

Oq é uma pena.

Continue floodando o tópico com a mesma pergunta então.
Abraços.
Responde e eu paro :p

Vcs dizem que a biblia fez a cabeça das pessoas, no entanto estão indo pela cabeça desses dois caras que dependem desse trabalho para sobreviver
 
F

Flanker

Guest
E o que seria então?

tudo apareceu do nada?

E qual é o maldito problema com isso?

Assitiu o video?

Enfiar um deus no meio só complica as coisas

O universo é algo muito mais simples que o suposto deus-ultra-mega-power-fodao
 

Panda

impeckable
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Me responde meu caro amigo?

Como o fogo surgiu para aquecer o átomo?
como o átomo surgiu?

Foi o nada que os criou?

Deixa eu responder por mim então.
Não sei o que é esse tal fogo que você tá falando. E quanto ao átomo não sei como surgiu... Vamos supor que ele sempre esteve ali. Você vai contestar que é necessário ter um criador (na sua opinião).

Então veja bem... Se eu assumir que há um criador, você não saberá dizer quem originou esse criador e provavelmente irá dizer que sempre esteve ali.
Então eu te pergunto: Por que a idéia da existência de um deus-todo-poderoso é tão melhor que o big-bang analisando pelo ponto de vista que estamos discutindo?
 

Yowia

Hungry Member
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