Estava lendo uma revista com uma matéria sobre atéismo, ciênica e Deus, e econtrei algumas coisas muito interessante que vou reunir neste post.
Vejam que muitos ciêntistas afirmam que não somos obras do acaso, do nada! e muitos deles sentem que existe um criador... e tem esse sentimento dentro de si.. até Einstein acreditava nisso.
A revista está em formato PDF e portanto ficou meio complicado copiar tudo pq os textos estavam em forma de 3 colunas.. Vou montando da melhor forma so as partes mais interessantes
título da matéria
Deus, sua sabedoria e justiça no pensamento do homem
“A Ciência sem a Religião é paralítica, e a Religião sem a Ciência é cega”.
Do livro Einstein, o Enigma da Matemática:
“Deus não joga dados com o Universo”. (p. 162.)
"Eu penso 99 vezes e não descubro a Verdade, paro de pensar,
mergulho em profundo silêncio, e eis que a Verdade se me revela."(p.112)
"Não existe nenhum caminho lógico para descobrimento das leis
elementares, o único caminho lógico é o da intuição. (p. 222 e 223.) "
E essa aqui é a que eu achei mais interessante:
Saber que existe algo insondável, sentir a presença de algo profundamente racional, radiantemente belo, algo que compreendemos apenas em forma rudimentar, é esta experiência que constitui a atitude genuinamente religiosa. Neste sentido, e neste sentido somente, que pertenço aos homens profundamente religiosos. (p. 225.)
O Dr. Paul Davies, expoente do pensamento científico de projeção mundial, professor de filosofia natural na Universidade de Adelaide, Austrália, autor do livro Deus e a Nova Física (que o saudoso cientista brasileiro, Dr. Hernani Guimarães Andrade, declara, no seu livro Uma Luz no Fim do Túnel, ser uma obra monumental), observa, com todo o penhor de sua autoridade:
A idéia do acaso é um argumento que agride o rigor do pensamento científico, quando a intransigente ciência ortodoxa postula o nada para interpretação da gênese do Universo.
O Dr. Paul Davies, detentor do prêmio Templeton, conferido a pessoa que revelasse singular criatividade na promoção do entendimento de Deus ou da Espiritualidade, em entrevista ao New York Times, declara categórico:
As pessoas em geral pensam que, à medida que a ciência avança, a
religião retrocede. Mas, quanto mais descobrimos acerca do mundo,
mais percebemos que há um propósito ou um desígnio por trás
disso tudo. (Ver Gigantes da Física, Jorge Zahar Editor, p. 263 e 269.)
O Dr. Antônio Zichichi, físico nuclear, professor da Universida de de Bolonha, Itália, e presidente da Federação Mundial de Cientistas, declara no seu livro:
Por que acredito naquele que fez o mundo:
Por que quem escolhe o Ateísmo realiza um ato de fé no NADA.
E acrescenta:
Se fosse possível demonstrar a existência de Deus através de um procedimento de Lógica Matemática, Deus seria equivalente a um teorema matemático. (p. 223.)
Nesse mesmo livro, à p. 158, é taxativo, ao declarar:
Não existe nenhuma descoberta científica que possa ser usada para questionar ou negar a existência de Deus.
No livro Sonhos de uma Teoria Final (Ed. Rocco Ltda., RJ), seu autor, Steven Weinberg, Prêmio Nobel de Física, declara:
Se há algo na natureza que poderia nos fornecer alguma compreensão especial sobre o trabalho de Deus, devem ser as leis finais da natureza. Conhecendo tais leis, teremos em nossa posse o livro das regras que governam as estrelas, as pedras e todo o resto. É, portanto, natural que
Stephen Hawking (considerado êmulo de Einstein) se refira às leis da natureza como a mente de Deus. (p. 190.)
Jean-Marie Pierre Guitton, professor de História da Filosofia e membro da Academia Francesa, recentemente falecido, no seu magnífico livro Deus e a Ciência (Ed. Nova Fronteira S. A., RJ), escrito em colaboração com os físicos russos Igor e Grichka Bagdanov, doutores em física teórica, escreve:
O Universo que nos cerca não é mais comparável a uma imensa máquina, mas a um vasto pensamento; [...] acabamos de ver que, por trás do nascimento do Universo, há uma força organizadora, que deve ter calculado tudo, elaborado tudo, com uma minudência inimaginável. [...] tudo nos leva a pensar que há, no fundo do próprio Universo, uma causa da harmonia das causas, uma inteligência suprema.
E conclui, a certa altura de suas considerações:
A probabilidade matemática de que o Universo tenha sido criado pelo acaso é praticamente nula.
Deus... “Duas coisas me enchem sempre a mente com nova e crescente admiração
e respeito...: o céu estrelado acima de mim e a lei moral dentro de mim.”
Immanuel Kant (1724–1804)
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Abraços