:lol:
Hahahahahahaha
O mais legal, é que o video simplismente diz oque tá na bíblia.
:lol:
Não sendo passível de provas para a ciência realmente não existe.O motivo maior é que os fatos levantados para a religião não afetam o escopo da ciencia.
não afetam o ambiente de forma que o que é invisivel, sem cheiro, sem temperatura, sem efeitos, para ciencia não é passível de provas sendo assim é como se realmente não existisse.
Amigo o que não é passivel de provas hoje, não é passivel de provas amanhã.Não sendo passível de provas para a ciência realmente não existe.
Imagina há mil anos quantas coisas não existiam pq não eram passíveis de provas, e hj são?
Continua um absurdo, sem provas, sem relatos...Daqui 100 anos quantas coisas existirão e que hj não existem pq não são passíveis de provas?
Assim é no meio espírita e também no religioso, ou vcs pensam que só no meio ciêntifico que as coisas evoluem?
há 170 anos era um absurdo falar em espíritos e hj espalha de tal forma como ja dizia no livro dos espíritos escrito nessa mesma época.
Não concordo que exista esse objetivo comum pois são tipos diferentes de conhecimento.
O limite da abrangência da religião é a fantasia, o palpite, o ad hoc, o tributo a ignorancia, o "nao sei = deus, unicornio onipotente, jaguatirica suprema
Eu sou uma pessoa super racional, já me esbarrei em várias questões da existência de Deus, e nunca, mesmo sendo racionalista, vi respostas satisfatórias para a não crença de um ser superior...
O fato é que a ciência aparenta ser tão supérflua em relação as perguntas do universo. Quer algo mais mais agnóstico que a Física Quântica? Os grandes estudiosos criaram teorias subatômicas cada vez mais complexas, e irão aprofundar cada vez o tamanho mínimo das coisas. Provavelmente nunca veremos um átomo na vida e no dia que vermos será totalmente diferente do que sabemos hoje, quer dizer... se é que exista!
Na ciência há coisas tão absurdas quanto acreditar na existência de Deus, se formos ponderar.
(irmão do redrabbit ?)Eu só deixaria de acreditar em Deus no dia em que responderem a minha pergunta: "DE ONDE VEIO O 'NADA'?".
Acho que já contra argumentei isso aí que você escreveu, acho que está aqui:há 170 anos era um absurdo falar em espíritos e hj espalha de tal forma como ja dizia no livro dos espíritos escrito nessa mesma época.
Muitos estudos estão em andamento, muitos sendo continuados e muita coisa de molho esperando o momento certo, e alguns ja comprovados como o de William Crookes. Sem falar a vida em outros planetas que também é apenas questão de tempo para ser descoberta.
Ja dizia kardec: "Pelo espiritismo a humanidade deve entrar em uma nova fase, a do progresso moral, que é a sua consequência inevitável".
Luz não é matéria, gravidade não é matéria, energia nuclear não é matéria.
Ciencia "humana" se refere a tudo que interfere no ser humano.
E o que estou dizendo é que ainda assim o espiritismo não é ciencia, pois afinal não há essa interferencia na vida do ser humano, como já demonstrei e citei volto a lembrar da história do Dragão Invisivel.
E querer definir outros significados "personalizados" a substantivos é considerado charlatanisse.
Imagina um gay amigo teu, entra numa festa e no meio da conversa contigo diz: "cara, eu sou hetero", aí você contesta: "hetero é o *******, hetero sou eu que gosto de xota, você gosta é de homem, logo é homo!!!", aí ele retruca... "ah cara, não dá pra discutir contigo, você sempre com essas definições padrões das coisas, eu sou um hetero, mas um hetero gay, porra!".
Essa conversa (imaginária) só prova que o homossexual, não se aceita como homossexual, então ele cria definições deturpadas, para fugir de estereotipo que ele não quer se encaixar.
Exisitem outros ENE exemplos reais...
No campo religioso tem o tal "judaísmo messianico".
Quer mais charlatanisse que isso?
Judeu que aceita jesus, não é mais judeu e sim cristão.
então que porra é essa?
Ah, é uma forma JOCOSA de atrair judeus para o cristianismo e de fazer cristão protestantes se sentirem mais judeus, por alguma necessidade (sabe-se lá porque) que eles tem para se sentir assim.
Enfim, Espiritismo não é ciencia, a definição de ciencia, não pode ser modificada ao meu, ou ao seu bel prazer, é um padrão e assim deve ser respeitada para evitar essas "PSEUDO CIENCIAS" que vemos por aí...
EDIT: aliás como vi no post aí em cima, aí nego tentando misturar quantica com espiritismo, isso NUNCA deu certo, NUNCA, muito cuidado ao ler e ao crer em infos dadas nesse tipo de documento.
Coisas como "O Segredo", ou aquele "What the bleep do we know" (Quem somos nós), nossa cheio de falhas nas definições que tentam ao tentar misturar quantica com esses misticismos e crenças. Cheios de falhas nas teorias quanticas aliás.
Então MUITO, MUITO, cuidado. Se não quiser ser ludibriado claro...
...se a intenção for acreditar piamente, só porque o livre lhe parece interessante, be happy...
Edit²:
Alguns exemplos rápidos de como essas pseudo ciencias e essas misturebas de misticismo, crença e religião com tentativas frustradas de achar explicação na quantica são jocosos e até DANOSAS para a imagem das religiões e crenças:
http://realidade.org/forum/index.php?topic=1179.0
http://realidade.org/forum/index.php?PHPSESSID=873de413607ae9f77de113c162330d37&topic=1107.0
http://divulgarciencia.com/categoria/mecanica-quantica/
O Dragão da Garagem: Engenharia esotérica
Pra quem fica toda hora falando "espiritismo é ciencia" blablabla... Filosofia Maiden: A Ciência desmente o Espiritismo
Para os mais pacientes (não estou nessa lista [dos mais pacientes]): http://foruns.clix.pt/geral/showthr...e&Searchpage=0&Limit=25&Old=2days&Main=660799
Abraço
Que non sense.Querendo ou não muitas descobertas aparecerão... É apenas questão de tempo. Só não ver quem não quer.
Fechar a mente dessa forma que vcs falam é achar q nada mais pode ser provado pq não é passível de provas.
Que modificação?O que acontecerá se vcs estiverem no final de suas vidas e aparecer as provas... vai dar tempo para uma modificação?
CorreçõesA sua visão de religião se limita a esses parâmetros, não a minha.
Assim como a visão de um determinado instrumento metálico para um biológo é diferente de um engenheiro metalográfico.
Ambos são cientistas, mas encontrarão respostas diferentes para as mesmas perguntas.
A ciência é um meio comum que busca entender o universo.
A religião faz isso da forma mais íntima possível.
Existe a especialização metalografia também, que é diferente de metalurgia. Está relacionada a técnicas para identificação de propriedades físicas dos metais, já a metalurgia esta voltada mais em processos de fabricação para obtenção de determinadas propriedades físicas.Correções![]()
![]()
?(fiquei metido, ou é mitido? sei lá):
é Engenheiro Metalurgista.
Ainda assim para ambos o tal instrumento metálico vai ser a MESMISSIMA coisa.
Não existe em NENHUMA cultura do mundo, uma situação onde aqui no Brasil é sal e nessa cultura esse mesmo sal seja açucar.
Enfim, sal é sal em qualquer cultura.
Assim como um bisturi é um bisturi pra qualquer profissão.
A diferença é o tipo de uso que se faz daquilo.
Mas não se altera a definição "daquilo".
Aliás faca é usada pra corte, na engenharia, na medicina ou na sua cozinha.
Se na sua cozinha ela for de aço inox e tu levar pra mim e como (estudante) de engenharia metalurgica continuarei definindo ela como faca de aço inox e também usarei para cortar.
A diferença é que você precisa de usar pra cortar alimentos, a medicina pessoasP) e na industria irão usar pra outras coisas hehe.
Mas continua sendo uma faca de Inox.
O mesmo se aplica a religião. Ela não termina na bíblia, nem no corão, no torá, nos livros do Kardec nem nos Cristais dos rosacruzes, nos pilares dos maçons, nos chakras do orientais, ou nos búzios dos africanos, nas tribos hawainas, na árvore da vida, nas cartas do tarô e etc...
E se você pára para estudar o máximo das religiões, vai começar a perceber que existem infinitas maneiras de você realmente se conhecer e de conhecer o universo. Se você for sábio o suficiente, vai conseguir repassar esse conhecimento através também da ciência.
Achei interessante este post de um outro fórum. É algo a refletir.
"Pessoas célebres diante da morte
08.12.2006 - Diante da morte, este momento singular e decisivo, o homem torna-se mais sério e mais honesto; parece que nesta hora a realidade supera o orgulho alimentado durante a vida. Muitos ateus, na hora da morte, em poucas palavras, negaram tudo o que viveram ou ensinaram em vida.
Vejamos o que muitos ateus disseram próximo da morte.
Engels principal propagandista do ateísmo, voltou a reconhecer Deus: “A vida tem que ser devolvida Àquele que morreu na cruz por todos os homens” ( Atheismus – ein Weg. P. 170).
Lênin, ao final da sua vida pediu perdão por todos os seus erros a Deus, ao mundo:
“Cometi um grande erro. A sensação de viver perdido num oceano de sangue derramado por inumeráveis vítimas, persegue-me. Mas já não podemos voltar atrás. Para salvar a Rússia tínhamos precisado de homens como são Francisco de Assis. Dez homens como ele e ter-la-íamos salvo” ( Prof. Möbius. Bildpost und Pilger).
Sinoviev, presidente da Internacional Comunista e colaborador de Lenin, exclamou antes de morrer: “Escuta, Israel, o Senhor nosso Deus é o único Deus”. (R. Wurmbrand, Antwort auf Moskaus Bibel. Seewis, 1984. P. 47).
Hans Frank, alemão, ministro do Governo nacional-socialista de Hitler, disse antes de ser executado: “Aceito a morte como expiação pela grave injustiça cometida por nós. Mas espero que a misericórdia divina ainda nos possa salvar” ( Prof. Möbius. Bildpost und Pilger).
J. V. Ribbentrop, ministro alemão dos Negócios Estrangeiros do Governo nacional-socialista, disse antes de morrer: “Espero poder ainda ser salvo e obter misericórdia graças ao Sangue redentor de Cristo” ( H. Weesling. Was seid ihr traurig).
Heinrich Heine (1797-1856), o grande blasfemo, conhecido de Marx e Moses Hess, reconhece honestamente antes de sua morte: “A velha lira despedaçou-se na rocha que se chama Cristo! Esta lira, dominada por um espírito maligno, celebrou festas maliciosas. A lira, que apelou à revolta, que cantou a dúvida, a blasfêmia, a queda. Oh Senhor, oh Senhor, eu ajoelho-me, perdoa, perdoa-me as minhas canções”.
A empregada de Karl Marx, depois de sua morte, revelou o seguinte: “Era um homem temente a Deus. Quando esteve gravemente doente, rezava sozinho no seu quarto, à luz de muitas velas e punha uma espécie de fita em volta da testa” (S. M. Rii, Karl Marx Master of Fraud, Nova Iorque, 1962. p. 2).
Marx um dia disse: “Tenho a certeza de que perdi o céu por culpa própria. A minha alma que antes pertencia a Deus, está destinada ao inferno. Ah, a eternidade é o nosso tormento, o nosso martírio eterno.” ( D. blasse Maid, Seg. ME. Vol I-1. P. 55-57).
Mao Tse Tung, dirigente comunista da China, declarou em 1971 a um jornalista britânico:
“Em breve vou comparecer diante de Deus”. Em 1936 Mao adoeceu gravemente e como Membro do Comitê Central do Partido Comunista “pediu para ser batizado. Foi uma freira católica que o batizou”( Antw.auf Mosk.Bibel (Nr. 35). P. 47).
Jaroslavski, presidente do Movimento Ateu Internacional pediu, já no seu leito de morte, a Stalin:
“Queimem todos os meus livros!”. “Olhem, vejam os Santos! Ele já está há muito tempo à minha espera. Ele está aqui! Queimem os meus livros!” ( Antw.auf Mosk.Bibel (Nr. 35). P. 47).
L. Pachmann, campeão de xadrez checo, marxista, secretário do Sindicato Central, detido em 1969: “Durante os poucos dias que passei na prisão entre a vida e a morte, recebi de Deus a fé” ( D. Weg u.d. Wahrheit u.d. Leben, ed. pelo Inf. zentr. Ber.der. Kirche. p. 11).
“O único mérito no conhecimento da verdade consiste na disponibilidade da alma de não querer resistir a aceitar uma verdade eterna, que já não luta contra a sua revelação. Num momento de tal importância abre-se o caminho que nos leva à verdadeira felicidade”.
Lemos no Manifesto Comunista: “...mas o comunismo abole as verdades eternas, suprime a religião e a moral”.
Substituem a verdade pela dialética; o espírito e Deus pelo materialismo, pelo qual esperam vir a ser salvos, em vez de esperar a salvação do Criador. Sem pensamento e sem espírito, o homem torna-se escravo das suas paixões absurdas; é o pecado; e a destruição da sua personalidade."
Não existe.Existe a especialização metalografia também, que é diferente de metalurgia. Está relacionada a técnicas para identificação de propriedades físicas dos metais, já a metalurgia esta voltada mais em processos de fabricação para obtenção de determinadas propriedades físicas.
wooow, eitaEm uma cultura só realmente, ainda mais quando tratamos de objeto comuns entre as diferentes culturas. Só que eu não defini que instrumento seria exatamente para mostrar que não basta só conhecer uma definição comum a todas as culturas, é necessário se embasar na essência do instrumento, para realmente conhecê-lo.
O que você acredita e o que eu acredito, não é o que é de verdade.Acredito sim q essa é a luta da ciência, unificar o conhecimento humano sobre o universo, para que todos entendam tudo da mesma forma. E que baita luta!
lol?Fato, mas como um metalográfico você saberá todas as possibilidades q tal faca proporcionará, não só no cortar. Porque você tem um conhecimento sobre a essência da faca.
Você sabia que o aço inox na verdade se oxida?
A diferença está nos tipos de oxidação, no ferro e no aço comum, a oxidação tem várias fases, oque proporciona a difusão de oxigênio dentro do metal. já no inox, ligas com alumínio por exemplo (q só tem uma fase de óxido) não permitem a oxidação. Sabia também que o msmo aço inox é resistente a corrosão? que pode chegar a temperaturas acimas de 1000°C em regime de serviço? Que ele mantém uma fase austenítica (instável) retida, para evitar a mudança brusca de suas propriedades físicas devida o alto gradiente de temperatura que ele pode trabalhar?
hehehe seu exagerado heheheCara, na
Isso eu não aprendi no rótulo da faca, fiquei 1 ano estudando ciência do materiais para aprender, e te digo que se um dia eu precisa por exemplo remexer uma determinada solução ácida e não tenho uma ferramenta adequada, poderei usar a minha faca inox sem ter medo de perder a solução e nem a faca.
e... ?É uma faceta minúscula do que se pode tirar de uma faca, já que um amolador vai saber como realizar um corte sem nenhum esforço já que ele conhece a essência do fio da faca, e etc..
Cara, enfim chegou em algum ponto.O mesmo se aplica a religião. Ela não termina na bíblia, nem no corão, no torá, nos livros do Kardec nem nos Cristais dos rosacruzes, nos pilares dos maçons, nos chakras do orientais, ou nos búzios dos africanos, nas tribos hawainas, na árvore da vida, nas cartas do tarô e etc...
E se você pára para estudar o máximo das religiões, vai começar a perceber que existem infinitas maneiras de você realmente se conhecer e de conhecer o universo. Se você for sábio o suficiente, vai conseguir repassar esse conhecimento através também da ciência.
Opa, gostei também de discutir contigo, é educado e especialmente gentil, ainda não tenho tanta grandeza de espirito num dialogo, mas quero ter.abraço kra! to ansioso esperando a sua resposta :thumbs_up
Cara, isso é um dos maiores fakes e Olds da internet...Interessante mesmo, isso mostra que as pessoas mesmo as mais poderosas, no fundo sabem e sentem a existencia de Deus, mas as vezes passam a vida toda fugindo dele e o negando, mas no fim ou por doença ou por outra coisa acabam entendendo que não são nada se não tiverem Deus.
Pingo vc fala tanta bobagem que eu cansei de responder seus posts.Enfim, no espiritismo por exemplo, se você ler Kardek e depois se empolgar por astronomia vai acabar frustrado ao ver que tem muita coisa ali que ele disse que não tem sentido algum.
CAMILLE FLAMARION
Nascido em Montigny-Le-Roy, França, no dia 26 de fevereiro de 1842 e desencarnado em Juvissy, no mesmo país, a 4 de junho de 1925.
Flammarion foi um homem cujas obras encheram de luzes o século XIX. ele era o mais velho de uma família de quatro filhos, entretanto, desde muito jovem se revelaram nele qualidades excepcionais. queixava-se constantemente que o tempo não lhe deixava fazer um décimo daquilo que planejava. Aos quatro anos de idade já sabia ler, aos quatro e meio sabia escrever e aos cinco já dominava rudimentos de gramática e aritmética. Tornou-se o primeiro aluno da escola onde freqüentava.
Para que ele seguisse a carreira eclesiástica, puseram-no a aprender latim com o vigário Lassalle. Aí Flammarion conheceu o Novo Testamento e a Oratória. Em pouco tempo estava lendo os discursos de Massilon e Bonsuet. O padre Mirbel falou da beleza da ciência e da grandeza da Astronomia e mal sabia que um de seus auxiliares lhe bebia as palavras. Esse auxiliar era Camille Flammarion, aquele que iria ilustrar a letra e a significação galo-romana do seu nome - Flammarion: "Aquele que leva a luz".
Nas aulas de religião era ensinado que uma só coisa é necessária: "a salvação da alma", e os mestres falavam: "De que serve ao homem conquistar o Universo se acaba perdendo a alma?".
Foi dura a vida dos Flammarions, e Camille compreendeu o mérito de seu pai entregando tudo aos credores. Reconhecia nele o mais belo exemplo de energia e trabalho, entretanto, essa situação levou-o a viver com poucos recursos.
Camille, depois de muito procurar, encontrou serviço de aprendiz de gravador, recebendo como parte do pagamento casa e comida. Comia pouco e mal, dormia numa cama dura, sem o menor conforto: era áspero o trabalho e o patrão exigia que tudo fosse feito com rapidez. Pretendia completar seus estudos, principalmente a matemática, a língua inglesa e o latim. Queria obter o bacharelado e por isso estudava sozinho à noite. Deitava-se tarde e nem sempre tinha vela. Escrevia ao clarão da lua e considerava-se feliz. Apesar de estudar à noite, trabalhava de 15 a 16 horas por dia. Ingressou na Escola de desenho dos frades da Igreja de São Roque, a qual freqüentava todas as quintas-feiras. Naturalmente tinha os domingos livres e tratou de ocupá-los. Nesse dia assistia às conferências feitas pelo abade sobre Astronomia. Em seguida tratou de difundir as associações dos alunos de desenho dos frades de São Roque, todos eles aprendizes residentes nas vizinhanças. Seu objetivo era tratar de ciências, literatura e desenho, o que era um programa um tanto ambicioso.
Aos 16 anos de idade, Camille Flammarion foi presidente da Academia, a qual, ao ser inaugurada, teve como discurso de abertura o tema "As Maravilhas da Natureza". Nessa mesma época escreveu "Cosmogonia Universal", um livro de quinhentas páginas; o irmão, também muito seu amigo, tornou-se livreiro e publicava-lhe os livros. A primeira obra que escreveu foi "O Mundo antes da Aparição dos Homens", o que fez quando tinha apenas 16 anos de idade. Gostava mais da Astronomia do que da Georgia. Assim era sua vida: passar mal, estudar demais, trabalhar em exagero.
Um domingo desmaiou no decorrer da missa, por sinal, um desmaio muito providencial. O doutor Edouvard Fornié foi ver o doente. Em cima da sua cabeceira estava um manuscrito do livro "Cosmologia Universal". Após ver a obra, achou que Camille merecia posição melhor. Prometeu-lhe, então, colocá-lo no Observatório, como aluno de Astronomia. Entretanto para o observatório de Paris, do qual era diretor Levèrrier, muito sofreu com as impertinências e perseguições desse diretor, que não podia conceber a idéia de um rapazola acompanhá-lo em estudos de ordem tão transcendental.
Retirando-se em 1862 do Observatório de Paris, continuou com mais liberdade os seus estudos, no sentido de legar à Humanidade os mais belos ensinamentos sobre as regiões silenciosas do Infinito. Livre da atmosfera sufocante do Observatório, publicou no mesmo ano a sua obra "Pluralidade dos Mundos Habitados", atraindo a atenção de todo o mundo estudioso. Para conhecer a direção das correntes aéreas, realizou, no ano de 1868, algumas ascensões aerostáticas.
Pela publicação de sua "Astronomia Popular", recebeu da Academia Francesa, no ano de 1880, o prêmio Montyon. Em 1870 escreveu e publicou um tratado sobre a rotação dos corpos celestes, através do qual demonstrou que o movimento de rotação dos planetas é uma aplicação da gravidade às suas densidades respectivas. Tornando-se espírita convicto, foi amigo pessoal e dedicado de Allan Kardec, tendo sido o orador designado para proferir as últimas palavras à beira do túmulo do Codificador do Espiritismo, a quem denominou "o bom senso encarnado".
Suas obras, de uma forma geral, giram em torno do postulado espírita da pluralidade dos mundos habitados e são as seguintes:
"Os Mundos Imaginários e os Mundos Reais",
"As Maravilhas Celestes", "Deus na Natureza",
"Contemplações Científicas",
"Estudos e Leitura sobre Astronomia",
"Atmosfera",
"Astronomia Popular",
"Descrição Geral do Céu",
"O Mundo antes da Criação do Homem",
"Os Cometas",
"As Casas Mal-Assombradas",
"Narrações do Infinito",
"sonhos Estelares",
"Urânia",
"Estela",
"O Desconhecido",
"A Morte e seus Mistérios",
"Problemas Psíquicos",
"O Fim do mundo"
e outras.
Camille Flammarion, foi um filósofo possuindo a arte da ciência e a ciência da arte.
Flammarion - "poeta dos Céus", tornou-se baluarte do Espiritismo, pois, sempre coerente com suas convicções inabaláveis, foi um verdadeiro idealista e inovador.
E só para mostrar que as gagueiras kardecistas não se limitam apenas ao campo da Astronomia, ele faz suas contribuições na Biologia também. Aliás, ele não; são os "espíritos superiores" que revelam a ele que, com relação à formação dos seres vivos, os seres nascem espontaneamente pois "o germe primitivo existia já em estado latente". E os "espíritos" justificam isso "cientificamente" perguntando: "os tecidos dos homens e dos animais não encerram os germes de uma multidão de vermes que aguardam, para eclodir, a fermentação pútrida necessária à sua existência?" (A. Kardec, Livro dos Espíritos, q. 46, p. 58). Ora, esta tese de que os seres vivos surgem da eclosão da vida na matéria é a tese conhecida por abiogênese ou da geração espontânea, que foi provada falsa por Pasteur em 1862. Novo engano dos "espíritos superiores"?
Perdão amigo, sou meio franco as vezes e passo essa impressão. Estava me segurando em ver seus erros em relação ao Espíritismo desde outros tópicos, e quando vi mais esse não consegui me segurar.Bom,
primeiro vou evitar sua arrogancia e petulancia.
mas muito obrigado pelos elogios de cunho depreciativos de tua parte, foram muito espiritualistas LOL.
Ainda assim se você diz que eu falo bobagem, deveria as indicar.
Você indicou essa aí como sendo bobagem né...
então eu lhe contra-provo, com uma prova que já postei antes e você (pelo jeito) fingiu que não leu.
Talvez culpa de sua arrogancia, ou fé cega, vai saber...
Mas isso é engraçado, muitos dos jovens espiritualizados, nao serguem nada que pregam...
Segue os links pra quem quiser ler (coisa que já postei antes...):
Filosofia Maiden: A Ciência desmente o Espiritismo
http://foruns.clix.pt/geral/showthr...e&Searchpage=0&Limit=25&Old=2days&Main=660799
pequeno exemplo do que pode ser achado nos links:
Não vou colocar em letras garrafais, que isso é merketing de quem não tem nada a acrescentar a não ser ofensas e sua crença cega.
O conteúdo está aí, pra você debater como gente grande ou ficar com mediocridade, afinal o fórum te permite isso.
Abraço
E sobre o Tal camile aí, é alguém que só tem importancia pra site espirita, o que não me apetece de saber, afinal não sou espirita e apenas afirmo e reafirmo que cienca não tem nada a ver com religião.
nem a wikipedia quer saber do flamarion, coitado.
http://pt.wikipedia.org/w/index.php...ulltext=Pesquisa&searchengineselect=mediawiki
nem a wikipedia quer saber do flamarion, coitado.
http://pt.wikipedia.org/w/index.php...ulltext=Pesquisa&searchengineselect=mediawiki
"suponhou" errado.Perdão amigo, sou meio franco as vezes e passo essa impressão. Estava me segurando em ver seus erros em relação ao Espíritismo desde outros tópicos, e quando vi mais esse não consegui me segurar.
Não vou comentar todo seu post pq vejo que não tem necessidade de eu falar sobre esses sites que vc postou... so pela parte que vc destacou ja da pra perceber claramente que quem está falando não conhece nada sobre espiritismo. É como outros sites que postaram anteriormente.
E sobre Camille, Se vc nunca ouviu falar dele, suponho que vc também não conhece bem astronomia. Qualquer astrônomo ou iniciante em Astronomia ja deve ter ouvido falar de seus trabalhos.
abraços
Eu já tinha editado com issoÉ com dois L amigo![]()
Os espíritas kardecistas, influenciados pelo Positivismo declarado do sr. Hippolyte Léon Denizard Rivail, vulgo Allan Kardec, costumam dizer que sua doutrina é altamente racional e sedimentada em observações científicas.
As biografias que lemos da vida de Allan Kardec sugerem um Kardec metódico, racionalista e prático. Só a título de exemplo, diz-se numa delas que quando Kardec tomou conhecimento das tais "mesas girantes", que levitam no ar e respondem às perguntas feitas pelos presentes, o criterioso cientista positivista responde: "eu acreditarei quando vir e quando me tiverem provado que uma mesa tem cérebro para pensar, nervos para sentir, e que se pode tornar sonâmbula. Até lá, permita-me que não veja nisso senão uma fábula para provocar o sono" (Henri Sausse, Biografia de Allan Kardec, in Allan Kardec, O que é o Espiritismo edição da Federação Espírita Brasileira, Rio de Janeiro, Brasília 32a edição, 1988, p.14).
Essa passagem ilustra bem o ar racional de pseudo-intelectualismo e de falsa erudição que se tenta dar ao espiritismo kardecista, que está presente em todos os seus livros doutrinários.
No entanto, ao se ler os livros de Allan Kardec, a impressão que se tem é a mesma que tem qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento, ao ler um artigo de uma dessas revistas pseudo-científicas "super" interessantes que são vendidas nas bancas de jornais: é a impressão de se estar lendo um texto escrito por uma pessoa que só está repetindo o que ouviu de outrem, mas que não tem a mínima noção daquilo que diz.
O que Kardec faz transparecer em seus escritos é que ele aprendeu bem mal aquilo de que trata, sejam assuntos científicos, filosóficos, religiosos ou doutrinários. E se aprendeu mal, ensina pior ainda.
Os pretensos argumentos científicos se encontram por toda parte nos escritos de Kardec. E as "gagueiras" também. Algumas delas até hilariantes.
Uma questão bem ilustrativa da gagueira cientificista de Kardec é com relação à doutrina espírita da pluralidade das existências nos mundos. Segundo a "revelação" que Kardec recebeu dos "espíritos", "todos os globos que circulam no espaço são habitados" (A. Kardec, Livro dos Espíritos, Inst. de Difusão Espírita, 79a edição, 1993, q. 55, p. 60.). E quando ele diz todos, inclui as estrelas, pois ele diz que "o Sol não seria um mundo habitado por seres corporais, mas um local de reunião de Espíritos superiores que, de lá, irradiam seus pensamentos para outros mundos (...) Todos os sóis parecem estar numa posição idêntica" (A. Kardec, Livro dos Espíritos, op cit, q. 188, p. 110).
Até aí, não parece mais do que uma opinião, ainda que fantasiosa e maluca. Mas, como é de praxe nos livros do Kardec, a afirmação vem somada a uma observação "científica", que teria por função, a nosso ver, de dar suporte ao que foi dito. Pois diz Kardec, logo a seguir: "como consituição física, o Sol seria um foco de eletricidade (sic!)".
A primeira exclamação que se faz com relação a essa frase é a estranha associação da transmissão de pensamento com a eletricidade. Não seria isso uma materialização (das mais grosseiras) do pensamento?
Outra curiosidade desta passagem é a afirmação de que os pensamentos irradiem das estrelas. Isso soa muito mais como Astrologia do que como Astronomia, o que revelaria uma personalidade bem supersticiosa ao pretenso cientista Kardec.
Esse traço do seu caráter é também observado em uma biografia sua, onde se diz que quando Kardec recebeu sua primeira "revelação espírita", foi buscar confirmação desta com uma quiromante, a Sra. Cardone, que as confirmou através da inspeção das linhas da mão de Allan Kardec (cfr. H. Sausse, op. e ed. citadas p.22).
Observando a afirmação, agora sob o ponto de vista científico, foi provado que, de fato, o Sol emite uma quantidade astronômica de cargas elétricas, que viajam no espaço através do chamado vento solar, composto principalmente de prótons, partículas alfa, elétrons e fótons (eletricamente neutros). Neste sentido, pode-se dizer que o Sol seja um foco de eletricidade. Mas ainda que haja irradiação de eletricidade do Sol, o que isso prova? Se a eletricidade do Sol fosse decorrente dos “pensamentos”, isto é, da “inteligência” do Sol, a que se deve a sua energia térmica? Seria ela fruto do seu “amor”?
Parafraseando, então, o próprio Kardec, "a razão nos mostra que" ele disse uma asneira.
Ainda com relação aos astros, a doutrina espírita afirma que os mundos seriam mais ou menos avançados, e os seres que neles habitam teriam graus de "evolução" de acordo com o planeta (cfr. A. Kardec, Livro dos Espírios, op. cit., q. 55-58, p. 60-61; q. 172-188, p. 106-110). E ainda segundo a doutrina espírita, "à medida que o Espírito se purifica, o corpo que ele reveste se aproxima igualmente da natureza espírita. A matéria é menos densa, não rastejam mais penosamente na superfície do solo, as necessidades físicas são menos grosseiras e os seres vivos não têm mais necessidade de se entre devorarem para se nutrir." (A. Kardec, Livro dos Espíritos, op. cit., q. 182, p. 108).
Então, de acordo com a doutrina espírita, quando mais "atrasado" o mundo, mais grosseiros e "densos" seriam os seres que nele habitariam. Ora, seguindo este raciocínio, a não ser que Kardec considerasse a Terra o planeta mais "atrasado" do Sistema Solar, supor-se-ia que houvesse vida material (bem "densa") nos outros planetas em órbita do Sol.. Que decepção teria Kardec em constatar que a NASA, através de sondas e de expedições à Marte e à Lua, jamais encontrou um homenzinho verde sequer! Nem uma simples minhoca!
Kardec afirma também, gratuitamente, que Júpiter seria, no Sistema Solar, o planeta mais avançado "física e moralmente" (sic!) (cfr. A. Kardec, o Livro dos Espíritos, op. cit., q. 188, p. 110). Como um planeta poderia ter progresso moral, isto é, progresso em suas ações? Moral supõe livre-arbítrio, coisa que um planeta, ser material, não pode ter.
Mas contrariando toda lógica, Kardec afirma com todas as letras: "os globos têm livre-arbítrio" (A. Kardec, A Gênese, Ed. Lake, São Paulo, 1a edição, comemorativa do 300 aniversário dessa obra, cap. VIII, no. 4, p. 144).
Engraçado que, para esta afirmação estapafúrdia, Kardec não apresenta nenhum argumento científico...
Outra afirmação de Kardec feita sem nenhuma base científica é a de que "o universo é eterno" (A. Kardec, A Gênese, op. cit., cap. VI, no 51, p. 113).
Ora, o universo existe no tempo. E tempo é a duração do movimento ou mudança, isto é, da passagem de uma qualidade do estado de Potência para Ato. Então, eterno é aquilo que não muda, isto é, que não passa de Potência para Ato, e por isso não está sujeito ao tempo.
No universo todas as coisas mudam, e portanto todo o universo está sujeito ao tempo. Logo, o universo não é eterno. Kardec, ao dizer que o universo é eterno, prova que não sabia o que significa ser eterno. E confirma sua ignorância quando, em outra passagem, afirma junto com os "espíritos elevados" que "as eternidades serão para eles (os espíritos maus) mais longas" (A. Kardec, Livro dos Espíritos, op. cit., q. 125, p. 85).
E se não basta esta afirmação ser contra a lógica, dizer que o universo é eterno vai contra a Teoria do Big Bang, pela qual a ciência provou que o universo teve um início. E nega também a 2a lei da Termodinâmica, a lei da Entropia, que leva a conclusão de que o universo terá um fim.
Mais uma vez, a doutrina espírita contradiz a ciência.
Além desses erros, a leitura dos livros espíritas nos permitem encontrar outras pérolas "astronômicas" do Kardec e seus "espíritos superiores", como a afirmação de que Marte não possui satélites (cfr. A. Kardec, A Gênese, op. cit., cap. VI, no. 26, p. 103), ou a de que os anéis de Saturno são discos sólidos (cfr. A. Kardec, A Gênese, op. cit., cap. VI, no. 27, p. 103), apenas para citar alguns exemplos.
E só para mostrar que as gagueiras kardecistas não se limitam apenas ao campo da Astronomia, ele faz suas contribuições na Biologia também. Aliás, ele não; são os "espíritos superiores" que revelam a ele que, com relação à formação dos seres vivos, os seres nascem espontaneamente pois "o germe primitivo existia já em estado latente". E os "espíritos" justificam isso "cientificamente" perguntando: "os tecidos dos homens e dos animais não encerram os germes de uma multidão de vermes que aguardam, para eclodir, a fermentação pútrida necessária à sua existência?" (A. Kardec, Livro dos Espíritos, q. 46, p. 58). Ora, esta tese de que os seres vivos surgem da eclosão da vida na matéria é a tese conhecida por abiogênese ou da geração espontânea, que foi provada falsa por Pasteur em 1862. Novo engano dos "espíritos superiores"?
Essas são apenas algumas amostras encontradas na "rica" literatura de Allan Kardec. Mas o prudente "cientista", já prevendo que erraria muito em seus livros "inspirados", previne seus seguidores que "o Espiritismo jamais será ultrapassado, porque, se novas descobertas lhe demostrarem estar em erro acerca de um ponto qualquer, ele se modificará nesse ponto" (A. Kardec, A Gênese, ed. cit, cap.I, no. 55, p.37).
Esta afirmação, que soa tão humilde e despretenciosa a ouvidos modernos que tanto gostam de ouvir pessoas admitindo não terem certeza do que dizem, além de mostrar o quão falível é a doutrina espírita, é, na verdade, uma afirmação pouco corajosa de quem não está disposto a assumir a responsabilidade pelo que diz.
Se Kardec não se julga certo do que diz, seus livros não passam então de uma "opinião" sua com relação às coisas. Porém, se estamos discutindo a Verdade, opiniões nada valem. E se tudo o que se tem são opiniões, que estas então não sejam publicadas em forma de livro, muito menos em forma de livros doutrinários, como é o caso dos livros de Kardec.
Para concluir nosso trabalho, apresentamos o desafio que Kardec faz à Igreja Católica, com relação ao dogma espírita da reencarnação: "o que dirá a Igreja quando a reencarnação for provada cientificamente? "(Allan Kardec, Livro dos Médiuns, p.).
Enquanto ficamos aguardamos que a ciência consiga provar algo que não existe, nós, por nossa vez, desafiamos os kardecistas a explicar por quê as "revelações" dos "espíritos elevados" contradizem a ciência. Não são eles superiores a nós? Como se enganaram em pontos tão básicos? Seria a ciência que estaria errada? Ou foi Kardec que errou? Seriam os espíritos superiores mentirosos e enganadores? Se eles são mentirosos e enganadores, que espíritos são esses, e de onde vêm?
Trocando em miúdos, o que nós devemos jogar na lata de lixo: a doutrina do Kardec e de seus "espíritos superiores", ou a ciência?
"suponhou" errado.
Para com essa besteira de tentar diminuir a pessoa que te contra argumenta ao invés de debater, isso é coisa de muleque.
Você nega porque tua fé é cega, como toda fé tem de ser, o que só comprova o que eu disse, CIENCIA não Interfere na Religiosidade dos outros nem nessas crenças infundadas cientificamente falando.
O seu camille é tão bom, que na sua biografia se fala mais de espiritismo que de astronomia...
Então ao invés de tentar me diminuir com suas suposições (ah não ser que seja um espirito falando contigo, vai saber :evil, tente me contra argumentar.
Ao invés de dizer que é bobeira, contra prove.
Você não foi franco, foi ignorante e pouco sábio.
Seria franco se afirmasse que não tem certeza do que diz, ao invés de ofender e postar como se tivesse a verdade que não tem.
Pois se tivesse o mundo aceitaria seu espiritismo como ciencia e não é feito assim, não é mesmo?
O mundo e os proprios espiritos entendem o espiritismo como um Dogma é só.
Mas enfim, fé cega leva a esse tipo de suposição realmente.:thumbs_up
Eu já tinha editado com isso
Eu estou relaxadíssimo, você que não está.Pingo, vc está levando esse tópico muito a sério amigo, relaxa![]()
Que besteira, isso sim é prolixo.Vc só está apontando minha falhas, veja as suas. Em todos seus posts parece que vc quer passar uma imagem de que sabe tudo, e no entando da pra ver que muitas coisas vc só baseou no prefácio.
Não estou tentando diminuir ninguém colega, é vc quem está querendo crescer de mais, acaba que vc próprio se diminui.
hehehehe ó que doidão eu disse que ele foi um importante divulgador e foi muito mais respeitado como espirita que como astronomo, se for pesar.Veja bem, vc ainda não aceita os trabalhos de Camille Flamariom. Mesmo sabendo que o cara contribuio muito para a astronomia o chama de mero astronomo... como vc quer debater dessa forma?
Abraços
Interessante mesmo, isso mostra que as pessoas mesmo as mais poderosas, no fundo sabem e sentem a existencia de Deus, mas as vezes passam a vida toda fugindo dele e o negando, mas no fim ou por doença ou por outra coisa acabam entendendo que não são nada se não tiverem Deus.